Arquivo mensal: setembro 2011

Review – The Good Wife 3×01 – A New Day


Não deixe o nome te enganar…

Alicia Florrick não é mais a boa esposa… É uma nova e revigorada mulher, que está cansada de sempre se decepcionar, e está entrando em uma nova fase, um novo começo, um novo dia. Bem no começo do episódio já deu para sentir: Alicia saindo do elevador extremamente confiante, com roupas mais coladas do que o normal e no meio do episódio, com ela sendo bastante agressiva no tribunal. Geralmente,ela fica mais no que é certo… Mas poxa, ela até manipulou o juiz à quase desistir do caso.

Falando do caso da semana, que genial. Como tudo não é o que parece, claramente não estaríamos lidando com um crime de ódio. Estávamos lidando com um crime passional, envolvendo um muçulmano e um judeu que eram amantes. É bom ver temas tão atuais sendo abordados na série, que sempre foi e sempre será, uma das séries mais ousadas da TV aberta norte-americana.

Eli foi outro que passou por grandes mudanças: agora, trabalhando na Lockhart & Gardner, ele precisou lidar com um cliente que pode ter o contratado somente pela sua religião. Eli sempre foi um bipolar na série, e vimos então, que tinha seus próprios interesses ao aceitar a proposta de trabalho.

Mesmo que no momento o relacionamento de Will e Alicia não está muito definido, praticamente todo o resto está. Com Peter agora como procurador e Cary com um ódio mortal de Alicia, todos os casos devem ser uma forma dos dois despejarem a vontade de jogar ela na parede. Peter, porém, não percebe que Alicia está mudada e com o tempo, ele vai parar de acertar quase todos as ações da ex-esposa. Kalinda não estava muito motivada nesse episódio e nem sei bem se a entrada de Sofia para a promotoria foi uma boa ideia… Kalinda já se sente isolada por causa do término da amizade com Alicia, então não sei se essa nova adição vai ajudar as coisas. A vida pessoal de Kalinda é muito bagunçada, e não, eu não quero ver um sexo à três com ela, Cary e Sofia.

Gostei, então, de como o programa não vai ficar explorando cada momento íntimo da vida de Alicia, mas somente pelo fato dos roteiristas conseguirem achar um equilíbio entre o choque emocional que Alicia está passando na sua vida pessoal – chegando ao ponto de ter que fingir um clima tensão entre a própria e Will para depois ficarem só na penetração – e com os desafios que ela lida toda semana na vida profissional já prova que temos uma produção de qualidade e inteligente, algo que a maioria das outras séries por aí não possui.

@marcoacpontes

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Review – Alphas 1×11 – Original Sin (Season Finale)

Alphas encerra sua temporada fazendo o que Heroes não fez em quatro.
Com um finale épico, dentre outros adjetivos, a nova aposta da Syfy para a Summer Season se encerra em plena Fall com um status que, comigo, apenas poucas séries conseguiram. Com uma ousadia tremenda de Zack Penn e Michael Karnow no roteiro, só posso dizer que seu adeus é muito acima do excelentismo brilhante pela qual a série vinha percorrendo.
Fato é que, mesmo em detrimento da apresentação de episódios de qualidade esquecível, a série se mantém num ritmo e num nível absurdo e que eu não esperava a que fosse chegar. Alphas é uma das poucas séreis que me conseguem fazer ficar aguardando pelo próximo episódio com uma ansiedade de um cão por um osso.
A audiência foi massiva e muito consistente até o início da Fall Season e espero piamente que a Syfy mexa seus pauzinhos e não deixe a série correr com produções novas sendo exibidas pelas grandes emissoras americanas.
Seu baseamento físico-científico é o maior atrativo dentre inúmeros que poderiam ser citados. A série se apega a realidade e não infringe o limite do fantasioso em momento algum diante de sua mitologia. Outro ponto acertado em cheio é o elenco, com atuações magníficas de David Strathairn e de gente grande de Ryan Cartwright, além de todos os outros.
A diferença entre o piloto e sua conexão com o seu final de temporada, mostra que a série segue seu plano lógico, como procedural acaba esquecendo um pouco do arco central durante alguns episódios, mas nunca fugiu de seu propósito.
Numa linha narrativa interessante, mais uma vez fomos postos diante da trama sem sequer sermos introduzidos à ela. Sem prelúdios, sem recorrência a episódios passados. Simplesmente caímos de paraquedas no meio da história e, sim, funcionou perfeitamente.
Onde nesta história somos remetidos ao passado da família Rosen e a introdução de sua filha, Danielle (Kathleen Munroe), que começa como vítima, passa o episódio como aliada e termina como vilã e defensora da causa oposta.
E quando a história cria um cliffhanger do tamanho que nos fora mostrado, fica nítido a diferença bisonha aos que creditavam-a como a “nova Heroes“. O nosso Dr. Rosen foi na linha contrária do seu objeto com parativo (Professor Xavier, X-Men) e contou para o mundo num live stream ao vivo do Congresso Nacional que Alphas existem, sobre a existência do Centro Clínico de Binghamton e do real líder da Red Flag: Stanton Parrish.
Coube ainda a este episódio nos brindar com o desespero de Gary por Anna, a segunda em comando na Red Flag e que fora baleada num tremendo caos meticulasamente pensado pelo tal Stanton Parrish.
A respeito de Bill, o cliffhanger da semana passada foi tratada de forma superficial para não criar empecilhos no decorrer do episódio. Rachel que tinha um futuro brilhante no piloto passou a ser mera coadjuvante e a cão-farejadora da equipe. Nina e Cameron still in love.
O interessante, ao término do episódio, é que a guerra prevista em anos já deverá ocorrer no próximo ano da série e seremos bem recompensados ao chegar até aqui. Danielle em conjunto com Stanton Parrish será interessante. Marcus Ayres ainda está vivo e não é paça solta na trama.
Alphas pode não ser a líder em audiência, mas é certamente uma das melhores, se não a melhor, estreia destes últimos meses. Certamente a segunda temporada será tão arrebatadora e impecável quanto esta e estaremos todos lá para seguir acompanhando os passos de Rosen, Gary, Nina, Cameron, Bill e Rachel.

Review – Family Guy 10×01 – Lottery Fever (Season Premiere)

Family Guy voltou para deixar uma mensagem: Felicidade de pobre dura pouco.

Foi um episódio muito rápido e interessante. De todas as loucuras que o Peter já fez, comprar bilhetes de loteria pra ganhar e ainda aproveitar dos amigos, nem chega tão perto de ser suas
piores idéias. Eu já vi por aí esse plot clichê, sobre comprar bilhetes de loteria, ganhar, zombar dos amigos, ficarem pobre e ter que se desculpar com os amigos, mas apesar disso, consegui dar boas risadas. Gostei de quando eles perderam tudo, mas principalmente, quando Peter manda todos da casa irem para cantos diferentes e refletirem.
Não é toda vez que mudam a abertura, só quando tem um episódio especial, sobre as viagens de Brian e Stewie, etc. Uma vez, a abertura clássica de Family Guy teve uma pequena alteração: na parte que Peter está lá em cima do palco, ele sai rolando na escada e quebra a perna que chega sangra. Nesta premiere, uma das dançarinas foi descendo do palco, chegou no Peter e falou que estava grávida dele e que ele não respondia suas mensagens. Todo mundo achou estranho, e ele começou a fingir que nem a conhecia, que ela estava roubando dinheiro do seriado e mandou guardas tirá-la do show. Muito insano.
Quando Tom Tucker anuncia no jornal que a loteria acaba de acumular, Peter resolve apostar e compra vários bilhetes. O mais engraçado é a hora do resultado, quando a loira gostosa, burra num vestido barato que quer ser modelo, vai anunciar os números vencedores, e ela fala os números do jeito que ela pega as bolinhas, mas não sabe ler:
Loira: E.
Tom: Isso é um 3, querida. Vire.
Loira: Esse.
Tom: Trinta e um.
Loira: Boca de fantasma.
Tom: Isso é um zero.
Loira: Boneco de neve.
Tom: Oito.
Loira: Dois barquinhos.
Tom: Quarenta e quatro.
Loira: Dezessete.
Tom: Não, é… Sim, é 17. Ela boa com 17.
(Deve ser boa com centímetros também, mas enfim.)
Peter não só compra uma bolada de bilhetes, como centenas deles, tirando muitas cópias falsas e não avisou a ninguém, foi paia porque eles passaram três dias contando os bilhetes pra depois o Peter chegar com a caixa verdadeira dos bilhetes certos, muito engraçadinho, não?
Enfim, não é surpresa que eles ganham. A família Griffin fica rica e com dinheiro vazando para todos os lugares da casa. Não é a toa que Peter fica sem saber o que fazer com toda a grana, compra um terno de ouro extra pesado, gasta no bar, ajuda Joe e Quagmire que aproveitam do dinheiro, mas como Peter não é tonto (é sim, maaas…), quem quer tirar vantagem acaba se ferrando com a chantagem. Peter faz de Joe e Quagmire escravos. O Quagmire comendo picolé extra-mega-super-gelado, e ainda tendo que lambuzar sua boca e ser chamado de vadia, Joe levando um tiro no olho foi pesado demais, mas o que é pesado em Family Guy? Se for pra ser polêmico, é justo ter cenas fortes.
Sobre as referências, gostei quando Peter ficou brigando com a Anna Paquin, dizendo que seus peitos eram de uma criança de 12 anos, e que ela e True Blood inteiro são horrível, criticando o titio Alan Ball também. Foi uma cena sensacional, chega a Sookie tinha dentes de vampiro, beeeem afastados e o Bill do lado dela, nossa muito cômico. Outra que eu gostei demais, foi quando Peter fala que ele comprou um quarto cheio de moedas de ouro e que ia cair nele como o Tio Patinhas. Essa cena foi um clássico, lembrou muito Disney e minha infância haha, apesar de que sempre odiei aquele pato velho metido e rico, até nos gibis. Enfim, AH sobre a cena… Hum bem, o Peter está realmente num lugar enorme e entra nele como se fosse pular numa piscina com trampolim e tudo mais, pula nas moedas de ouro e grita “AH, NÃO É LIQUIDO, SÃO PEDAÇOS GRANDES DE MATÉRIA SÓLIDA”, pois acaba de quebrar todos os seus ossos e fica completamente machucado.
Nota do Episódio: 8.5
P.S¹: Quando eu penso que acabou os especiais de Star Trek, chega aquela parte que eles estão vendo TV e retorna um aviso “Voltamos agora com Jornada nas Estrelas II: a Ira de Khan, editado para cabras”, aí aparece uma cena do filme com uma paródia do homem fazendo som de uma cabra. Comédia pra eles, desnecessário pra mim.
P.S²: O QUE FOI O BRIAN SEM TOMAR BANHO? Todo cheio de pelos e unhas grandes, ai o Stewie cai dos pelos dele e pergunta: Que dia é hoje? Nossa, eu tive que interromper o episódio, porque não parava de rir.
P.S³: Gostei do que Stewie gastou dinheiro, colocou brinquedos gigantes de plástico (móbile) em cima da casa, para ficarem rodando enquanto ele dorme, com se tivesse em seu berço. “Espero que o urso chegue logo, é o meu preferi… Olha é o urso!”.

Review – The Lying Game 1×07 – Escape from Sutton Island

The Lying Game está ficando cada vez mais interessante.

Eu comecei a ver a série só por passamento, achando que seria bem chatinha já que é da ABC Family, mas realmente estou me surpreendendo bastante com a série. Ainda estou assistindo a série porque não dá pra largar por causa dos cliffhangers que eu digo que são bem corajosos.

Esse episódio teve muita reviravolta bem difícil de explicar. Sutton depois de ter sido pega vendo sua mãe, vai ficar na clínica de sua mãe. Como se ela estivesse doente. Enquanto isso em Phoenix, Emma continua fazendo muitas confusões para a vida de Sutton. Mas pelo menos Emma descobriu que Eduardo ouviu Alec falando de Annie, dela e tudo mais.

Emma faz Mads ficar mais brava com ela, mas depois Emma diz que o pai dela está por trás de tudo sobre a mãe de Sutton. O pior nesse episódio é que quando Sutton conversa com Annie, Annie vem com teimosia e acha que Emma morreu no incêndio, o que é totalmente mentira! Esse foi o único ponto do episódio que me deixou desapontado.

Ethan não fez quase nada nesse episódio. O engraçado é que o irmãozinho adotivo de Emma, chamado Travis, descobre sobre tudo e faz uma visitinha para Emma. Isso foi bom pra esquentar mais as coisas, mas o Travis é bem chatinho. Enquanto isso, Sutton que foi confundida com Emma, foi mandada para Las Vegas para viver a vida da irmã. E isso eu sei que vai dar bastantes problemas.

Também teve Laurel e Justin, que acho que perderam a virginidade, bem incetivada por Emma, que ainda é virgem. Também descobrimos que Sutton não é virgem! Que momento bem OMG!

Bom, fiquei impressionado como a série está melhorando. Quero que esse nível continue até a Summer Finale que estão dizendo que vai ser bombástica. O próximo episódio vai prometer muitas surpresas.

Até a próxima.


Review – The Mentalist 4×01 – Scarlet Ribbons


Quatro meses se passaram desde o Cliffhanger que deixou os fãs doidos para saber as respostas para várias perguntas. Red John está realmente morto? O Jane vai ser preso? O que vai acontecer agora que ele – supostamente – matou Red John? E agora nós temos essas respostas.

Pra quem não se lembra, no último episódio Red John mandou alguém para tentar matar Hightower, que era a principal suspeita de ser cúmplice do Red John, e com Hightower morta, a culpa cairia sobre ela mesma. Lisbon, Van Pelt e seu noivo O’Laughlin ( agente do FBI), estavam com Hightower no local onde ela estava escondida quando derrepente ele atira na Lisbon e Van Pelt e Hightower atiram nele. – todo mundo esperava que fosse o O’Laughlin, Van Pelt não iria simplesmente se casar e acabar com as chances de um relacionamento com Rigsby. – Jane ficou cara a cara com Red John, que deu detalhes específicos provando que ele era realmente quem dizia ser, Jane atirou nele trê­­s vezes e se sentou normalmente para tomar um chá.
O episódio começou de onde deixou na season finale. Jane foi levado para a delegacia de polícia e estava com um semblante tranqüilo demais para alguém que havia acabado de matar um homem e que possivelmente iria para o corredor da morte, até que dois investigadores disseram que Timothy Carter, o homem que ele matou, é um respeitado homem de negócios, bom marido e pai, com nenhum antecedente criminal, e que em seu celular não havia nenhuma ligação feita para o agente O’Laughlin, muito menos uma arma junto do corpo. Apartir daí já estava na cara que não era o Red John e sim, mais um de seus jogos.
Cho, Rigsby, Van Pelt e Lisbon – que estava com o braço imobilizado e deveria estar no hospital se recuperando do tiro que levou – mesmo afastados do caso, se reuniram para tentar achar o celular e a arma que sumiram da cena do crime, mesmo não estando 100% certos que Jane não estava louco.
Lisbon e Van Pelt foram até a casa do Carter e viram que não havia nada que levasse a acreditar que ele era Red John, sua esposa Sally, parecia a melhor esposa do mundo, ela falou que ele era o melhor marido do mundo e mencionou que ele inclusive fez parte de um grupo de buscas para procurar Debbie Lubin, uma garota de 17 anos que havia desaparecido.
Tivemos a oportunidade de ver Jane usando suas habilidades de observação em um jogo de Poker com outros prisioneiros, e ele conseguiu ganhar nada mais nada menos que a bagatela de 1 milhão de dólares, que em seguida usou para pagar sua fiança para sair ajudar o resto do pessoal a achar pistas para tirá-lo da prisão.
Jane e Lisbon retornaram a casa da Sally, e após Jane fazer mais um de seus jogos mentais e para surpresa de (quase) todos, descobrimos que Debbie Lubin acorrentada a uma cama em um quarto secreto, e Sally não só sabia das coisas erradas que o marido fazia, mas como também fazia parte. Ela parecia outra pessoa, não parecia nada com aquela mulher doce que conhecemos.
Jane foi a julgamento, agora era tudo ou nada, ser preso ou inocentado, e Debbie grata pelo que eles fizeram, testemunhou a seu favor. Jane, tomou uma sábia decisão e optou por se defender sem um advogado, – quem melhor do que ele mesmo para manipular a mente das pessoas? – e fez um ótimo discurso, apelando para o emocional do júri, pedindo para que eles se colocarem em seu lugar. O júri se reuniu brevemente e voltou com o veredito, quando eu já estava sem esperanças, eis que eles dizem “not guilty”, ele foi inocentado com uma votação unânime.
Por fim, quando tudo indicava que Jane conseguiu a tão esperada vingança que ele buscava desde o piloto, ele diz com toda certeza do mundo que aquele não era Red John e que ele está vivo.
No fim das contas, aconteceu o que a maioria das pessoas esperavam, TUDO se desenrolou muito facilmente, não teve nenhuma reviravolta, Red John está vivo e Jane foi inocentado (em tempo record). No próximo episódio provavelmente vamos ter um novo caso, Van Pelt vai lidar com o fato de que atirou e matou o seu noivo e eles vão ter que arrumar uma maneira de reintegrar o grupo.
O episódios me decepcionou, e passou longe das minhas expectativas. A única coisa que serviu foi para nos mostrar que eles não conseguem resolver um simples caso sem a ajuda do Jane, estão totalmente dependentes dele, e que não importa o que aconteça, a identidade do Red John permanecerá desconhecida até o episódio final da série.

Review – How I Met Your Mother 7×03 – Ducky Tie

Hashtag queimou, Hashtag crítica Gravata de Patinhos, Hashtag Stinson comanda.

Apesar do episodio passar 90% no restaurante chinês, conseguiu ser satisfatório e ao mesmo tempo, previsível. Lembram no 7×01 que Ted falou da história da gravata de patinhos? Não demorou muito e aqui estamos! Foi um episódio engraçado e ao mesmo tempo romântico, mesmo que já sabíamos que não ia acontecer tal coisa. Marshall chega no bar com uma gravata amarela (ridícula…cof, cof), cheia de patinhos, e que não teve tanto destaque no episódio como deveria ter. A gravata só foi usada como parte do cancelamento da aposta de Barney, em que se ele perdesse, teria que usar a gravata infantil por um ano.
Uma coisa, que peitão hein Lily? Nossa dá até pra jogar basquete! Lily finalmente está começando a ter o corpo de grávida, e seus peitos agora estão tentando extravasar para frente e dizendo “Hey, eu estou aqui”, ou simplesmente a atriz ficou empinando-os para frente, pra chamar atenção e fazer bem sua storyline. A partir de quando Robin começa a falar e do nada os peitos da Lily começam a piscar, meu deus eu ri demais. Foi massa o Barney “Coloque-os pra fora! Faça-os dançar” e o Ted “Lily, parece que tem uma bunda nos seus peitos”. Daí em diante, só duas coisas ganharam destaque mais que a gravata de patinhos: os peitos da Lily e o reencontro de Victoria (Secret) & Ted!
Então gente! O que foi aquilo no episódio anterior? A melhor coisa que salvou o 7×02- The Naked Truth, foi a cena final que Ted reencontra Victoria, sua primeira namorada na 1° Temporada. Achei muito legal ter aqueles flashbacks e ele explicando de novo, tudo o que aconteceu entre eles. O reencontro infelizmente durou só uma noite, naquele mesmo evento de Arquitetos, e como era de se esperar, eles não voltaram, mas a mensagem final foi linda e “pensante”, sobre o futuro de Ted e seus amigos.
Como Robin estava por perto, comentou que Ted ficou com medo de chegar perto, mas como “vale” a história de Ted, vamos considerar do jeito que ele falou: que chegou nela todo confiante e machão (aham cláudia). Foi engraçado quando Robin fala “Roubei seu namorado”,
tipo assim, na maior cara de pau, ai Victória já pensa ‘hmm eles estão juntos até hoje, vadia’. Mentira. Ah, essa parte é hilária, porque Ted fala que é só amigo de Robin, e a Victória fala que seria estranho se que ficasse saindo com ela, e ele: Nós saímos. Aí ela: não conheço ninguém que sai com ex-namoradas, aí ele citou Barney. O interessante dessa cena é o diálogo rápido, porque ela pergunta qual era então a namorada que agora é ex e ele continua saindo? – Robin – Robin? – Robin – Sua Robin? – Minha Robin. That’s Awkward, realmente.
O reencontro começa a ficar chato e melado, quando Ted se oferece pra ajudá-la na cozinha, e depois ela tinha que pegar um ônibus, blablabla. Eles ficam conversando sobre as razões de terem terminado, os nostálgicos momentos que passaram juntos (algumas coisas nem falaram disso na 1° Temporada), enfim. Ela fala que vai se casar e ele pergunta o nome do sortudo: Klaus (The Vampire Diaries, oi?). Novamente temos aquele diálogo cômico e rápido, em que Ted pergunta se ela conheceu Klaus na sala de aula dela e tal, antes dela viajar, enfim. Teve mais graça por causas das rimas em inglês: Klaus-Class-Close-Klaus-Class-Klaus-Close-My Klaus, enfim só vendo mesmo pra entender. A despedida deles foi tosca, mas graças a Deus que ainda tinha uma outra parte que Ted não contou. Sobre a relação de Ted, Barney e Robin, amigos que já namoraram a mesma garota, e ficam saindo, sendo amigos, pode não dar certo e não vai dar. Concordo, eu sempre pensei nisso, Robin pode se apaixonar por Barney outra vez (o que está acontecendo) ou Ted, tudo pode voltar outra vez. Ou então, eles discutirem, enfim. Existem inúmeras possibilidades dessa amizade ir à baixo.
Ao mesmo tempo em que Ted explicava sobre Victória (que só Robin puxava assunto sobre), eles estavam num restaurante chinês, japonês, sei lá. E tinha aqueles mestres que brincam com a comida na chapa, jogando pra cima e pra baixo, chamando atenção dos clientes. Barney não ficou impressionado com os truques, e Marshall o desafiou para mostrar uns novos, mas ele tinha um plano melhor: tocar os peitos de Lily. E O QUE FOI A CONVERSA DESSE ACORDO?
Lily: Os termos: se fizer tudo que o Marshall falou, deixo você tocar um peito.
Barney: os dois.
Lily: Só um.
Barney: Tocar e esfregar.
Lily: Só tocar.
Barney: Tocar e apertar.
Lily: Só tocar.
Barney: Honka-honka. Só tocar, por uma hora.
Lily: por um segundo.
Barney: 20 minutos, os dois.
Lily: 30 segundos, um peito.
Barney: Quatro minutos, dois peitos, três esfregadas.
Lily: Um minuto, dois peitos, uma esfregada.
Barney: fechado.
Como disse no início, havia um cancelamento da aposta: se Lily deixasse Barney apenas ver os peitos, mas parece que Marshall entendeu o plano de Barney. A série sempre tentou mostrar que Barney é o fodão, que sempre sabe das coisas, e que ele sempre vai fazer uma coisa, já prevendo o que vai acontecer no futuro, surprise me How I Met Your Mother! O que foi que o Barney fez? Sabendo que Lily estava tentando ficar grávida e já pensando como ficaria seus peitos e que a condição de tocá-los era surpreendê-la, criou justamente essa aposta, porque ele já sabia fazer os truques da comida na chapa – e bem feitos por sinal – pois, aprendeu quando foi ao Shin Jitsu, um restaurante que sempre quando Marshall falava sobre, Barney espirrava.
Moral dessa história: nostálgica e deprimente. Barney conseguiu fazer os truques, todos ficaram chocados (óóoh), mas quando Lily decidiu fazer Barney errar, ela levantou sua blusa mostrou os peitos, Marshall levantou e tampou os olhos de Ted e Barney desconcentrou no truque (zoom na cara de Ted retardado),  tudo isso em câmera lenta. Sendo assim, Barney vai usar a gravata de patinhos durante o ano inteiro, isso que é deprimente.
Nota do Episódio: 8.2

Review – Fringe 4×01 – Neither Here Nor There (Season Premiere)

Quem achou que a pergunta seria respondida no primeiro episódio se enganou. O Peter foi de certa forma apagado da memória de todos. É como se ele nunca tivesse existido, mas não obtivemos nenhuma resposta quanto ao seu paradeiro.
O episódio começa com a Olivia e Altlivia trocando os arquivos sobre os casos em que elas haviam trabalhado em seu respectivo universo. Enquanto isso, elas estavam conversando, ou melhor, trocando “farpas”. Uma acusando a outra de não ser confiável e de como o universo de uma destruiu o da outra. Nada que nós não estejamos acostumados a ouvir.
É possível apagar completamente a existência de alguém? Parece que não. No finalzinho da conversa entre as Olivias, o Peter aparece rapidamente na tela, o que conseguiu deixar os apaixonados por Fringe ainda mais intrigados. Foi coisa apenas um flash, coisa de um segundo, mas o bastante para alertar os Observadores que a tentativa de apagar o Peter da linha do tempo não teve muito sucesso.
Deu para perceber que com a “não existência” do Peter afetou também a personalidade do Walter e da Olivia. O Walter está mais solitário, distante, menos ligado a realidade. A Olivia está fria e amarga.
O Observador September encontra com o Observador August, e ele pede ao August que cuide da situação e apague de vez a existência do Peter. Quando o September está com o dispositivo pronto, para a surpresa de todos ele simplesmente desiste de apagá-lo. Apesar de sabermos que o Observador September é o mais humano, ainda sim sua atitude de poupar o Peter deixa mais perguntas à serem respondidas.
Depois de ter um papel importante no outro universo, o Agente Lincoln agora ganhou um papel regular no “nosso” universo. Nesse episódio o seu parceiro é morto por uma criatura que está matando suas vítimas para sugar os metais pesados que contem em seus sangue. Olivia e Altlincoln trabalham juntos e conseguem matar as criaturas, ou pelo menos as que eles encontraram.
O Walter passou o episódio ajudando no caso, e também recebeu uma visita surpresa. Adivinha de quem? Acertou quem disse Peter. Ele viu o Peter duas vezes, uma no espelho e outra na televisão. Eu achei que assim que ele visse o Peter, ele ficaria com a sensação de conhecê-lo de algum lugar, mas não foi bem isso que aconteceu. Nas duas vezes que o Walter viu o Peter encarando ele, ele ficou totalmente apavorado. Ele bem que tentou avisar, mas ninguém acreditou nele.
Duas coisas que o Lincoln falou me deixou intrigada. Uma delas foi quando ele disse a frase “One of these things is not like the other. One of these things just doesn’t belong.”, que já apareceu em outros episódios da série, e que o próprio Lincoln já usou antes. A outra é o fato do Lincoln falar a palavra “toast” várias vezes durante o episódio. Pode ser besteira, mas lembra no final do episódio 3×19 Lysergic Acid Diethylamide a Olivia falando que o cara que apareceu no dirigível era o cara que iria matá-la? Lembra o que a Olivia estava comento enquanto ela falava? Sim, ela estava comendo uma “toast = torrada”. Eu sei que é muito teoria da conspiração, provavelmente J.J. Abrams querendo bagunçar a nossa cabeça, mas sei lá né, quando se trata de Fringe qualquer coisa é possível.
Uma grande mudança nessa temporada foi no tema de abertura que agora é meio laranjado/amarelo, meio parecido com a cor do amber, que tudo indica que representa o universo dos Observers. E também mudaran as palavras que apareciam na abertura. As novas palavras são: Existência, Entrelaçamento Quântico, Psicometria, Terapia Viral, Pedra Filosofal, Grávitons, Psicogênese, Paradoxo Temporal, Bilocação, Cirurgia Psíquica e Transgênicos.
O Glyph Code do primeiro episódio foi a palavra “APPEAR”, em português “APARIÇÃO” que provavelmente é devido as aparições feita pelo Peter.
Teve um easter egg de Fringe no episódio piloto de Person of Interest. No episódio enquanto um dos personagens olhava uma lista de e-mails, tinham três nomes conhecidos de Fringe: Charlie Francis, Phillip Broyles and Peter Bishop.
Depois de esperar tanto, eu queria um episódio mais impactante. Eu senti que esse episódio foi muito travado. Mas foi um excelente começo de temporada.

Review – Two and a half men 9×02 – People Who Love Peepholes

Enquanto Kutcher tem crescido um pouco pra mim desde a semana passada a série ainda está um pouco por fora.

Nesse episódio o Walden falou muito da ex, Bridget, interpretada por Judy Greer (que já apareceu na série, como irmã de Herb) que é uma ótima atriz, mas tenho que dizer, senti que esse elenco ficou tão estranho.Talvez esteja apenas começando e depois melhore.

Vendo os primeiros episódios, tomei uma decisão, o Ashton não se encaixou direito na série, mas até agora está fazendo um ótimo papel, o papel que ele saber fazer melhor, papel de bobo.


O ponto negativo do episódio foi o sumisso de Jake, apareceu em uma cena e depois não apareceu mais, noto também que a Rose não apareceu, e nem deve aparecer mais após a morte de Charlie, mas destaque para Berta, que como sempre está engraçada.

Enfim, a série está sem rumo, estão humilhando o personagem do Alan, indo morar na casa da sua mãe, tendo que depender de Walden para salva-lo de lá e a cena mais humilhante, o Alan acorando em cima do Walden, o que foi aquilo? Sem dúvida as cenas deles foram ótimas.

             

Espero que os produtores bolem uma história que valhe a pena ver nessa temporada, uma coisa inovadora, não vem com essa do Walden pegar geral que não vai rolar, isso era o estilo Charlie de ser e não o estilo do Walden que é totalmente estranho.

No episódio dessa semana, a audiência caiu como previsto, 33%, mas a série ainda foi o programa mais assistido da segunda-feira com uma ótima audiência de mais de 20 milhões de telespectadores. 

Termino essa review com a fala que marcou o episódio: “I´m back!”

Review – Desperate Housewives 8×01 – Secrets That I Never Want to Know

As donas de casa de Wisteria Lane estão de volta para uma última temporada, e agora precisam ficar mais unidas do que nunca para manterem um segredo enterrado. Literalmente enterrado.


No final da última temporada, o Carlos matou o padrasto da Gaby para tentar mantê-la a salva dele. – detalhe, eles estavam bem no meio de um jantar, que o namorado da Bree, que é um detetive, também estava presente -. E agora todas elas têm que lidar com o fato de que enterraram um homem e não podem contar para ninguém, nem mesmo seus maridos.
Bree, que sempre foi a mais forte e centrada de todas, foi a primeira a querer ajudar Gaby, o que serviu para acabar com a guerra que ela estava com Carlos, já que se elas manterem segredo do que aconteceu ele não vai pra cadeia. Bree não demonstrou nenhum remorso e continuou seu namoro com Chuck, porque alem dela gostar dele, se o corpo aparecer, ela será uma das primeiras a saber.
Lynette também não demorou a se colocar a disposição da Gaby, mas não conseguiu esquecer o que fez, e teve pesadelos com o padrasto da Gaby. O que fez com que ela procurasse Tom, que depois deles terem se separado, estava morando na casa da frente e fingindo que ainda morava em casa, tudo pelo bem das crianças que não sabiam de nada. Depois de dormirem juntos, Tom pensou que Lynette queria voltar com ele, e quando ele descobriu a verdade, que ela só foi lá porque estava com medo, ele ficou com raiva e decidiu contar para as crianças. É difícil ver Tom e Lynette brigando, já que eles passaram por tanta coisa juntos e sempre foram meu casal preferido, ainda mais agora na última temporada. Só espero que eles terminem juntos, porque seria uma pena ver um casamento que superou tantos obstáculos acabar desse jeito.
Susan foi a que mais sofreu com a história toda. – nenhuma novidade aqui já que ela sempre foi o elo mais fraco do grupo – Se afastou das amigas e até do marido. Depois de ser convencida de que não podiam contar para a polícia, Susan pediu para contarem pelo menos para o Mike, mas as amigas conseguiram convencê-la de que não deveriam contar para seus familiares para poupá-los, caso a polícia descobrisse.
Carlos, que seria o principal afetado caso alguém descobrisse, estava morrendo de remorso, o que estava destruindo sua família. Ele procurou ajuda de um padre, o que não ajudou muito já que o padre falou que ele deveria contar para a polícia, o que estava fora de questão. Essa atitude do Carlos me surpreendeu, pois é difícil de acreditar que alguém que espancou um homem simplesmente por achar que ele tinha um caso com a sua mulher, teria remorso por matar alguém para salvar a vida da mesma.
Uma das melhores partes foi ver a Renee levar um fora de Ben Faulkner (Charles Mesure, V), novo morador de Wisteria Lane, que entrou para alegria das donas de casa, que estavam super animadas com o novo vizinho, e dos fãs da série V, que infelizmente foi cancelada no início do ano. Essa história ainda vai render muito, seria legal ver a Renee tentando conquistá-lo a qualquer custo e também saber o porquê dele ter dado um fora nela, que sempre fez sucesso com os homens. Outro caminho que seria interessante seria vê-lo interessado na Lynette, (que agora está separada) já que a Renee já teve um caso com o Tom, seria uma chance dela ter uma pequena vingança.
O episódio teve várias cenas engraçadas que valem a pena ser vistas, fizeram até uma piada com Osama Bin Laden. DH nunca decepcionou nesse quesito, sempre tem momentos divertidos, por mais sutis que sejam.
Homem: Com licença
Gaby: De onde vocês apareceram?
Homem: Nós estamos indo para nossa lua de mel..
Mulher: ..e não podemos pegar nenhum desvio. Eles dizem que é preciso chegar no aeroporto três horas mais cedo para voos internacionais.
Gaby: oh, querida, relaxe. Desde que pegamos Bin Laden você pode dar uma volta de avião quando quiser.
Quando tudo estava se encaminhando bem, surge algo para preocupar as moradoras de Wisteria Lane e prender a atenção dos fãs. Bree achou uma carta em sua caixa de correio que dizia:
Eu sei o que vocês fizeram.
E me dá novo.
Eu vou contar.
A carta dizia exatamente a mesma coisa que a carta que Mary Alice recebeu da Martha no dia em que se matou, mas a letra era diferente.
E no final, Mary Alice narra: ..”e poderemos nos achar, bem onde tudo começou”
E a pergunta que fica é.. Quem está fazendo a chantagem?
Foi uma ótima estréia e conseguiu prender a nossa atenção do começo ao fim. Com o novo mistério e o novo morador, a série tem tudo para fazer de sua última temporada sua melhor temporada. Só uma coisa, será que foi o Ben que enviou a carta? Bom, essa é uma pergunta para um próximo episódio.

Review – Nikita 2×01 – Game Change

1 morto… faltam 5.

Nikita volta ao seu segundo ano, fazendo o que consegue fazer melhor: injetar um monte de adrenalina nas pessoas. Como me sinto privilegiado por ver essa série, que mesmo possuindo seus defeitos, no geral, o saldo é bastante positivo.

Nessa Season Premiere, era inegável que haveria mudanças. Se bem que, não parecia que as coisas haviam mudado tanto assim. Nikita ainda continua se remoendo sobre o seu passado, querendo acabar com a Division… E agora tem um novo parceiro, Michael. Infelizmente, os dois não funcionam juntos. É muito difícil olhar para Michael e levar qualquer coisa que ele fala a sério, já que é um péssimo ator. Mesma expressão facial para qualquer coisa. Os dois funcionavam melhor quando eram separados, com toda aquela tensão sexual acontecendo.

Uma dupla que juntas já era deliciosa, agora separadas ficou melhor é, sem dúvida, Nikita e Alex. Alex está ‘trabalhando’ com a Division e Oversight para conseguir meios para acabar com o homem que encomendou a morte de seu pai. Seria ótimo, como já aconteceu em diversos episódios da temporada passada, que o passado de Alex venha à tona mais vezes, colocando ela no holofote mais vezes, da mesma forma que ela foi a protagonista principal da série na metade da temporada passada até a Season Finale.

O caso, na verdade, foi bastante irritante e não foi emotivo de jeito algum. As vezes, Nikita tenta se levar a sério com os casos da semana e isso não dá certo de forma nenhuma. Por exemplo, não deu certo nesse episódio. A solução também que a Oversight arrumou foi bastante idiota também. Eles sabem que Nikita tem a caixa preta, então sempre que ela conseguir expor os segredos, eles vão morrendo de um por um? Não parece uma solução muito válida.

Amanda estava no máximo de bitchness nesse episódio e com uma boa razão. Ela está arrumando as bagunças de Percy, mas obviamente, ela tem outros motivos por trás daquilo. Vejo muitos problemas para a Oversight e a Division quando Nikita e Michael finalmente pararem de fornicar e irem logo ao trabalho.