Review – Alphas 01×08 – A Short Time in Paradise

Pela primeira vez na temporada, um episódio que não me agradou.
Já deu pra perceber o quanto eu gosto de Alphas e como eu sempre arranjo algum motivo pra gostar mais ainda, entretanto, a série superou todas as minhas expectativas, ironicamente falando. Não que o episódio tenha sido muito ruim, mas não chegou nem perto dos anteriores.
Garrett Dillahunt (Burt, de Raising Hope) é muito melhor fazendo comédia do que um pastor que causa alucinações e parecesse um “anjo”. A tentativa soou forçada e curiosamente me lembrou automaticamente alguns dos episódios soltos de Fringe.
Não apenas pelo debate ciência vs. religião (no episódio White Tulip, por exemplo, na segunda temporada de Fringe), mas muito também pelo fato da utilização de uma arma pelo Dr. Rosen. Basicamente dois clichês juntos que não deram tão certo quanto outros como já foram apresentados anteriormente.
Logo de início eu não me empolguei com a história. Queimados na Igreja? Really? Apesar de tudo, assim como a vibe The Walking Dead de episódios passados, eu superei. Mas o negócio de ser encantado com a luz ultrapoderosa que não passava de uma alucinação por conta de reações que o moço Garrett causava nos outros foi uma overdose pra mim.
Relutantemente, tenho que admitir que cenas de pegação, não importa as circunstâncias, fazem a alegria daquele que vos escreve. Nina e Cameron, apesar deste delicioso momento desnecessário, me irritaram tremendamente neste episódio com “venha para a luz, doutor, salve-se da escuridão“.
E por incrível que pareça, até de Bill eu consegui gostar mais. O Agente Harken foi genial com seu “conselho” pro Dr. Rosen e na cena da mansão pronta para ficar em chamas eu pouco me importei com ele. Estava mais concentrado em Rachel e Gary.
Gary é disparado o meu personagem preferido, não há autismo mais maluco que o dele para me afeiçoar. Rachel também contribuiu muito com sua barra familiar e eu ri demais com o pai dela pedindo pra ela ver a verruga da tia dela.
Alphas, apesar de cair em nível de qualidade, mantém uma boa temporada de estreia e a cada semana mais e mais participações especiais ainda por vir, já que eu prefiro o Garrett monstruosamente ao lado de Martha Plimpton (Virginia) e Cloris Leachman (Maw Maw) em Raising Hope.

Publicado em setembro 1, 2011, em Alphas, Review. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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