Review – Ringer 1×03 – If You Ever Want a French Lesson

Ringer perdendo seu momento…


Quando vejo que as coisas estão melhores, chega esse terceiro episódio para calar a minha boca. Simplesmente, nada aconteceu. Nem um cliffhanger aconteceu no final, como aconteceu nos outros episódios. Sei que esse é somente o terceiro episódio, mas para uma série que já não está sendo considerada muito boa e que há poucas coisas ao seu favor, os roteiristas deviam pelo menos, andar um pouco mais rápido com a história.

Pelo menos já vimos mais K-Bom em ação, mas nem tanta ação, já que ela recusou a penetração. Entretanto, os roteiristas estão tentando mostra-la como um mistério, mas digo o seguinte: ela não é tão misteriosa assim. No meio do nada, ela encontra um cara que trabalha no banco de Andrew? Não é preciso muito inteligente para entender o que ela está querendo.

O plot do amigo ou namorado de Bridget sendo torturado também foi totalmente desnecessário. Claro que o moço que quer a mesma morta vai acabar descobrindo que ela está em Nova York, e tudo vai acontecer em Nova York, mas o chocolate ainda está bem longe de Nova York… Por que ele está na série, então?

Até o detetive do FBI, Machado, não possui muita função na série. Vai ficar correndo atrás de Bri-Bom até conseguir achar Bridget, e agora também está sendo usado como cobaia para que os homens que estão atrás de K-Bom não acabem a pegando. Não sabemos muito bem quem são essas pessoas e os motivos, e até agora, podemos duvidar de todos. Até Andrew, que aparenta ser o marido perfeito, mas aparentemente a briga entre o casal era tão grande que poderia ter até acontecido algo físico… E não do jeito bom.

Bridget também ficou andando com um revólver na bolsa, junto com um celular roubado o dia inteiro, e até Machado sabe mais informações sobre a vida da irmã do que ela mesma. Aparentemente, todos estão achando normal K-Bom estar daquele jeito, né? Pois aparentemente, ninguém mais anda estranhando mais a super troca de personalidade de Bri-Bom.

Publicado em outubro 1, 2011, em Review, Ringer. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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