Review – Fringe 4×02 – One Night In October

Depois de um ótimo começo de temporada, Fringe voltou a cair na mesmice.


Foi muito interessante a ideia de colocar a nossa Olivia para trabalhar com a Altlivia no outro universo, e ter no caso uma pessoa que em um universo é um professor e no outro é um serial killer também ajudou bastante, mas nada disso amenizou o meu sentimento de que alguma coisa estava faltando. Talvez seja devido a vontade de ter respostas para as milhares de perguntas sobre o que realmente mudou com a não existência do Peter, e principalmente por terem aparecido mais perguntas e incertezas.

Eu esperava mais discussões entre as Olivias, mas não teve tanta, na verdade elas estão se suportando muito bem. Pelo que pudemos notar, no presente em que o Peter não existe, a Olivia matou o padrasto abusivo dela. Pode ser que ela tenha dito apenas para intimidar a Altlivia, mas ela estava bem séria quando ela falou. E a Altlivia aparentemente nunca teve um padrasto mau.

O Broyles está vivo e ainda está no comando da Fringe Division. Essa descoberta, ou até mesmo o episódio em si gerou mais perguntas. O que realmente aconteceu enquanto a Olivia foi sequestrada pelo Walternate? Ela chegou a se passar pela Altlivia enquanto esteve lá? Se o Broyles ainda está no comando, como que a Olivia fez para voltar para o nosso universo? Onde está o Walternate? Seria muito bom se eles passassem um ou até dois episódios mostrando como foi essa troca das Olivias, porque seria de extrema importância para que possamos entender melhor o que realmente mudou.

Parece que nós já podemos descartar a possibilidade do Peter virar um Observer. Durante o episódio o Walter cobriu com pano todas as superfícies espelhadas que havia no laboratório, na tentativa de evitar que o homem misterioso (Peter) aparecesse para ele, mas de nada adiantou. No finalzinho do episódio ele começou a ouvir a voz do Peter, que pedia desesperadamente por ajuda.  A teoria mais plausível seria que o Peter está preso em algum universo ou mundo desconhecido, e precisa da ajuda do Walter para voltar. 

O Glyph Code do episódio foi a palavra “LIMBUS” em português “Limbo”. A palavra tem vários significados, entre eles estão purgatório, inferno, estado de indecisão, incerteza, indefinição, bordo, extremidade. Será que esse lugar desconhecido em que o Peter está é o tão famoso Limbo?

Eu não posso deixar de citar a brilhante performance da Anna Torv e do John Noble. É impressionante a facilidade que ela tem para interpretar a Olivia, que é mais tímida, reservada e até travado, enquanto a Altlivia é agressiva, mas ao mesmo tempo relaxada e brincalhona. E o que falar do John Noble? Ele foi feito para interpretar o Walter. Ele consegue passar tão bem aquela imagem de um home brilhante, ao mesmo tempo meio que quebrado, fora da realidade, que consegue fazer a gente rir e se emocionar em apenas uma única cena. É difícil ver a atuação dele e não se esquecer nem por alguns minutos que aquilo tudo é apenas um show. Simplesmente brilhante! É realmente uma pena esses dois não terem tanto reconhecimento pelo seus trabalhos. Quem sabe depois dessa temporada.

Até a próxima!

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Publicado em outubro 5, 2011, em Fringe, Review. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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