Review – The Mentalist 4×03 – Pretty Red Balloon

Lisbon está de volta e agora o time está completo, como costumava ser. E para a alegria dos fãs de Lie To Me, temos a participação de Kelli Williams.

E o primeiro caso desde que voltaram a trabalhar juntos não começou fácil, pelo menos não para o Jane. Eles têm que investigar o desaparecimento de Connor, um menino de 9 anos, que é filho de Bette, uma mulher que o Jane enganava 10 anos atrás.

Jane, tentando se redimir por tê-la enganado, conta toda a verdade, que ele não é vidente e que só estava tentando enganá-la, mas ela não ouve, continua acreditando que ele é. E tudo fica mais interessante quando aparece Nathan Glass, o novo vidente de Bette, e é claro que o Jane ficou todo animado.
Parece que o Jane se sente tão culpado por ter enganado tantas pessoas por tanto tempo, e por seu “trabalho” e sua arrogância ter custado a vida de sua mulher e filha que agora ele tenta a todo custo desmascarar todo e qualquer tipo de atividades espirituais.
O principal suspeito era o Balloon Man, que usava animais de balão para atrair suas vítimas e já tinha matado duas crianças. Seu verdadeiro nome era Brady Walton, que foi testemunha no caso de um dos meninos que desapareceram. O cara esteve na CBI para dar um depoimento e eles nem se deram conta que ele era o Ballon Man. Quando eles foram até a casa de Brady para prendê-lo ele começou um tiroteio e Van Pelt atirou nele, pelas costas, diga-se de passagem. Quando Rigsby comentou com ela sobre ela ter atirado em mais uma pessoa e ela disse “Eu estou começando a gostar de atirar nas pessoas” por um momento, eu acreditei que era verdade. A Grace é muito boazinha, mas acho que isso ainda pode se tornar um problema no futuro.
Nathan Glass fez um showzinho tentando sentir onde o Connor estava o que para o Jane, e para mim, não foi tão convincente. E é claro que o Jane tinha que voltar aos tempos de vidente e fazer uma “leitura” de onde o Connor estava. Foi a cena mais engraçada da temporada e a atuação dele (do Jane e não do Simon Baker) foi perfeita, teve emoção e ele até passou mal, digna de um Emmy. Toda atuação foi feita para levar o verdadeiro seqüestrador ao local do crime, e não é que deu certo? Quando todo mundo, inclusive eu pensava que o Nathan era o culpado, o Jonathan – filho do falecido marido de Beth – leva a equipe, que o estava seguindo, até o cativeiro. O motivo? O menino estava apaixonado por sua ex-madrasta e achou que se fingisse o seqüestro e depois bancasse o herói salvando o menino ele conquistaria o coração de Beth, só não dá para entender o motivo de ele estar segurando uma faca. Talvez seu verdadeiro plano não fosse esse no fim das contas.
Acabou que Nathan Glass era realmente uma fraude, confessou tudo para o Jane, que estava com um gravador. É assustador como Nathan parecia uma pessoa e um segundo depois parecia outra, completamente diferente. Quando Jane explicou como achou Connor, Beth finalmente abriu os olhos e aceitou que ele não é um vidente. Foi nobre da parte dela perdoá-lo por tê-la enganado por tanto tempo, afinal de contas ele a deu vendeu esperança, e como a Lisbon mesmo disse, esperança vale a pena a qualquer preço.
Ótimo episódio, muito melhor do que o anterior. É sempre bom ver Jane lidando com o que ele realmente é, ou pelo menos, foi por muito tempo.

Publicado em outubro 15, 2011, em Uncategorized. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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