Especial De Séries: Discovering Fringe


Pra quem ainda não acompanha Fringe gira em torno de Olivia Dunham (Anna Torv), uma agente do FBI, que se vê obrigada a trabalhar com um cientista famoso, Dr. Walter Bishop (John Noble), que estava internado em um hospital psiquiátrico por 17 anos para desvendar um misterioso caso envolvendo um vírus mortal. Para isso, contam com a ajuda do genial e rebelde Peter Bishop (Joshua Jackson), filho do cientista.

Após solucionar o caso os três continuam a parceria, resolvendo outros casos misteriosos que desafiam até as leis da física, explorando as áreas da chamada “ciência de borda” e o
 impossível se torna possível.

Minha Opinião:

Sempre tive vontade de acompanhar Fringe, só faltava tempo e organização com os outros seriados, e nunca sobrava tempo. Assistia Fringe pelo SBT nas madrugadas, comecei então a ler review da serie, acompanhar noticias e comentários em alguns blogs a respeito dela, parecia não ser suficiente ate, um amigo insistir que eu visse a série (tudo isso no ano passado em 2010). Pronto no 5° episodio da 1° temporada já estava completamente apaixonada, parecia não enxerga nem outro seriado, o gênero, a historia e a qualidade da série era totalmente viciante e envolvente. A 1° temporada foi muito boa, conhecer os personagens, passar a entender os casos e os significados deles, tanto para os personagens quanto para a série no “geral”.
Acompanhando a série, a 1° temporada passou rapidíssimo rs, a 2° temporada foi ainda mais eletrizante, os dois “mundos” divididos por causa de um único homem, ver e creditar que havia outro universo paralelo e que, pessoas do mundo “Walternativo” tinha semelhança das pessoas do mundo “alternativo” obvio rs, mais o comportamento e a personalidade era totalmente diferente. Quando assisti a Season Finale da 2° temporada não creditei no que tinha acabado de ver, duas Olivias que supostamente eram idêntica, fez com que eu enxergasse a diferença de ambas, dizer que, como eu admiro o trabalho que a (Anna Torv) Faz na serie, ela interpretar as duas personagens de uma maneira incrível, que ate nos faz imaginar que realmente são duas atrizes. A 3° temporada foi ótima, mas apesar de achar que tudo estava indo bem na série fora dela, não estava, eis que surge o #SaveFringe, não teve um fã que não passou aflições em questão a isso, torce, vibrar mais não desacredita, depois que a série começou a serem exibidas as sextas feiras, as preocupações aumentaram, e a torcida aumentou junto. A 4° temporada, que esta sendo exibida atualmente, (pra mim) o retorno no inicio não foi muito agradável, e nem a audiência nos EUA, a serie esta passando por um momento difícil e, apesar de muita gente achar que não sobrevivera, e torce contra (que eu acho isso um absurdo, pessoas que não acompanha a série se achando no direito de criticar ou torce contra “mi poupe”) acredito o nosso queridíssimo J. J. Abrams vai nos presentear com mais uma temporada, nem que seja a ultima (: s), mais acabar do jeito que esta isso não seria possível. Realmente espero que a série tenha novas oportunidades e é claro estarei aqui pra apoiar , porque né rs .. Fringeriana até sempre…

v Personagens
Olivia Dunham

Olivia (Anna Torv) é uma jovem e forte agente do FBI que é forçada a trabalhar na descoberta das causas de um inexplicável fenômeno conhecido como O Padrão. A partir de então começa a receber a ajuda do Dr. Walter Bishop. Mantinha um relacionamento amoroso com seu colega do FBI, John Scott, e por isso, procurou com tanto afinco a solução para o estado de seu parceiro.

Peter Bishop

Peter Bishop (Joshua Jackson) é um rapaz com um QI de 190, 50 pontos acima de gênio. É filho do Dr. Walter Bishop, com quem tem sérios problemas de relacionamento devido a uma infância conturbada por culpa do pai. Cético, e de vez em quando cínico é indispensável para a equipe por ser um “tradutor” das teorias de Walter. Nunca manteve um emprego fixo, já tendo sido bombeiro, professor do MIT, engenheiro, sendo que quando encontrado por Olívia estava em Bagdá atuando como engenheiro.
Dr. Walter Bishop

Dr. Walter Bishop (John Noble) é um renomado cientista (com um QI de 196) que trabalhou para o governo dos Estados Unidos nos anos 1970, sendo responsável por experiências com a Ciência de Borda (Fringe Science) que eram compostas de estudos de coisas paranormais como: premonição tele transporte, reanimação, aumento de estímulo elétrico humano e também envolvimento com o projeto T.H.O.R. Foi internado no hospital psiquiátrico Saint-Claire por 17 anos depois de um incidente ainda não revelado em seu laboratório na Universidade Harvard. Após 17 anos internado, Walter perdeu muito de sua memória e alguns momentos, até demonstra uma perda de lucidez mas quando motivado demonstra um conhecimento científico e uma inteligência incríveis sendo que o único que traduz suas especulações científicas para o resto da Divisão é seu filho, Peter.

Phillip Broyles
Phillip Broyles (Lance Reddick) é um agente do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS) que lidera as investigações da Divisão Fringe, que trabalha em estabelecer padrões em casos de terrorismo e eventos paranormais. É reservado e parece sempre estar escondendo algo. Mantém um compartilhamento de informações com Nina Sharp muito suspeito. Tem uma certa animosidade quanto a Olívia Dunham por a mesma ter conduzido uma investigação que levou a prisão de um grande amigo de Broyles quando ambos ainda trabalhavam na Marinha dos Estados Unidos.
Astrid Fansworth

Astrid Fansworth (Jasika Nicole) é uma agente júnior do Federal Bureau of Investigation (FBI) que foi designada para a Divisão Fringe para auxiliar a agente Olivia Dunham e que também auxilia o Dr. Walter Bishop em seu laboratório e age como sua “tutora” nos momentos de ausência de Peter Bishop.

Charlie Francis
Charlie Francis (Kirk Acevedo) é um agente do FBI que está ajudando Olívia nos seus casos. É como um irmão para Olívia e aparentemente o único que sabia do caso dela com o agente John Scott.

John Scott

John Scott (Mark Valley) é um agente do FBI que tem um romance escondido com Olívia Dunham, mas que na realidade descobre-se que ele trabalhava como agente duplo. Após ser atingido por uma combinação desconhecida de produtos químicos em uma explosão ele fica em estado grave no hospital sendo salvo pelo Dr. Walter Bishop, durante o seu estado de coma no hospital entrou em contato com Olívia através de uma experiência psico-somática do Dr. Bishop. Aparentemente conduzia investigações próprias sobre O Padrão, estando a frente do FBI em alguns casos.

Nina Sharp

Nina Sharp (Blair Brown) trabalha há 16 anos na Massive Dynamic e é COO da empresa. É uma mulher manipuladora, sinistra e misteriosa que ao que tudo indica pode ter conexões perigosas com pessoas bem poderosas em várias esferas do poder. Tem um grande respeito e admiração pelo fundador da empresa, William Bell – que foi colega de Walter nos anos 70 -, por ele a ter salvo após um acidente e ter lhe criado um braço robótico.
William Bell
William Bell (Leonard Nimoy) é membro do laboratório original do Dr. Walter Bishop e CEO da Massive Dynamics.

(Fonte do Texto:FringeBr)
v Erros de Gravação
v Todos Amam

v Momentos Polivia
Recomendo ambos
v Símbolos
Veja aqui os significados dos símbolos Link
Gerador de palavras com símbolos da série Link
Exemplo:
Seriados em Série
Decidi abrir esse espaço para os fãs da série que, muitas vezes não tem a oportunidade de expressar seus sentimentos pela serie ou ate mesmo suas opiniões em devidas postagem, sei que muitos deles como “eu” senti a necessidade de ir um pouco mais alem do que apenas um comentário, por tanto resolvi abrir esse espaço para que os fãs tivessem a oportunidade de expressar suas opiniões e sentimentos. Tive o prazer de “dividir” minha postagem (Coluna) com eles, ainda mais se referindo a Fringe, e dizer carinhosamente “Fique a vontade”.
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Robson Cardinali Castro
@robsoncardin
Fringe. Acho que diferente da maioria dos fãs alucinados que saíram de baixo de alguma pedra de poucos anos pra cá, eu comecei a ver Fringe desde seu lançamento. Naquela época Fringe era “a nova série do criador de Lost”, que ainda estava no seu auge. E fui conferir, porque não? O material promocional era bacana, vinha acompanhada de um grande nome. A série prometia. Gostei do piloto que muitos criticaram, achei interessante e resolvi seguir com a série. Eu percebi o que estava “comprando”, era uma série sci-fi procedural com elementos de mistério e terror, bastante bizarrice e recheada de “ester eggs” dos quais na época pouco me interessavam. Não sou fã de procedurais, já me cansei do gênero, mas Fringe pelo menos era um procedural diferente. A série tinha e tem um estilo muito próprio. O uso das câmeras e da fotografia bem fria dá um clima bem interessante à série. Ela me entretinha me divertia, mas sinceramente, nunca esperei grande coisa dela. Mas eis que Fringe surpreende e samba na minha e na cara de todos! Lá pela metade da segunda temporada Fringe fica boa! Sua história principal começa a criar vida, um mundo novo começa a surgir, a série deixa de lado sua fórmula cansativa e começa a inovar e finalmente revela uma mitologia interessantíssima. Os casos da semana quando existem são bem colocados e intrincados com essa mitologia. A partir daí são teoria e mais teorias, mistérios e mais mistérios deixando os fãs loucos.Não da pra dizer que Fringe deixou de lado a fórmula que sempre usou, mas deixou de ser casos isolados bizarros e sem a menor importância (como o fatídico episódio 2×02 do Gollum que vivia de baixo da terra) para ser algo que realmente acrescentava à história da série, que desenvolvia e impulsionava a trama.Então desde aí com poucas exceções eu não tive nada a reclamar, a série estava realmente ótima, e merecedora de toda a atenção que começou a ganhar. Até pelos “ester eggs” comecei a me interessar. Achei muito legal como a série começou a explorar e ampliar seu universo, a abertura diferente era e ainda é um toque muito especial.
Mas chegamos a temporada atual e devo dizer que está me desapontando muito. A série parece que usou de um “reboot” para voltar a como era antes, lá na primeira temporada, não sei se pra tentar ganhar mais audiência, ou se era mais uma forma de tentar inovar, mas eles não conseguiram. A série parece estancada. A fórmula voltou. Quase todos os episódios são algum caso da semana pseudo-filler. Pseudo porque a maioria tem alguma relação com a história principal, mas parece um grande enrolação. Uma das coisas que tem mais me irritado é que tem todo um episódio envolto em algum caso bizarro e nos 10 segundos finais alguma coisa interessante da trama principal é revelada. Então, a verdade é que Fringe melhorou tanto que me deixou mal acostumado. Aumentou muito minhas expectativa em relação à série e com isso minha intolerância a sua mediocridade. Pra mim se tornou inaceitável Fringe voltar a esse padrão sendo que ela já mostrou do que é capaz. Mostrou que tem potencial não para ser só mais um procedural e sim estar entre as grandes séries da TV.
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Mariana Freire Cabral
@marifreica


Aí vai meu depoimento


A maioria das séries que eu sigo (e olha que são muitas) comecei a gostar depois de alguns meses ou até anos que elas estavam no ar. Geralmente eu fico sabendo por alguém ou vejo alguma cena, aí empolgo e começo a assistir do início quando a série já tá lá pela metade. Com FRINGE foi diferente. Antes mesmo d’ela existir, quando ainda rolava promos e toda uma especulação a respeito da nova série de J.J. Abrams, eu já via que ia curtir. E não deu outra! Acho que nunca fiquei tão tensa durante um episódio piloto quanto fiquei com o de FRINGE. Em um só episódio, a série foi capaz de nos fazer gostar e desgostar de um personagem, sentir pena e empatia por uma personagem que a gente tinha acabado de conhecer e torcer para a coisa toda desandar para que o cientista maluco ficasse por perto por mais algum tempo. Antes de curtir loucamente a série, eu curti a protagonista. Olivia Dunham é a melhor personagem de todas as séries que já assisti! Ela é previsível e quieta, mas tem uma intensidade e uma solidão que nos faz querer torcer para que ela seja feliz. Os personagens são um ponto crucial para o sucesso da série, na minha opinião. Na primeira temporada, os três principais eram quem mais apareciam (Olivia, Peter e Walter). Mas com o passar do tempo, o crescimento de personagens como Astrid, Nina e Broyles nos fez gostar ainda mais da relação entre eles. O jeito que a Astrid se envolve nas loucuras do Walter; o jeito como Broyles passa por cima de seus superiores para dar apoio à Olivia, apesar de ser um agente durão, e como a gente aprendeu a gostar da Nina aos poucos, nos trouxe mais para perto da verossimilhança da série. Os personagens que não aparecem muito, como a família de cada um destes personagens, também nos conquistam e nos deixam torcendo para uma participação maior deles.Antes mesmo de explorar os universos alternativos, FRINGE já me conquistava com os enredos e, por mais que o já batido “caso do dia” fosse o assunto do episódio, eles nunca passam despercebidos, tanto no motivo geral de tudo (universos alternativos e Fringe Events), como na vida particular de cada personagem. Inclusive o fato dos personagens principais terem se conhecido anteriormente foi uma surpresa e uma alegria para os fãs da série. Sem encher muito a linguiça aqui… FRINGE é, na minha opinião, a melhor série de ficção científica já produzida na televisão americana. Eu adoro uma boa ação policial e muita coisas bizarras. Mas já abandonei muitas séries por não desenvolver o lado pessoal dos personagens tanto quanto o mistério em si. E FRINGE faz isso com maestria, nos fazendo sofrer junto com os personagens e nos fazendo odiar os vilões (mesmo que eles sejam doppelgangers interpretados pelos mesmos atores que fazem os mocinhos). Vou ser bem sincera aqui e dizer que não entendo que tipo de programação os americanos gostam! Na verdade, sei sim. A gente vê as séries que têm as maiores audiências. Sem desprezar nenhuma delas, porque, por mais que eu não goste de algumas, gosto e nariz cada um tem o seu e o mérito de nenhuma produção deve ser diminuído, mas eu fico decepcionada quando vejo os números das noites de sexta-feira. Já foi um grande risco para a série a Fox colocá-la na grade de programação de sexta-feira; mas a própria emissora dizia que, para uma noite de sexta-feira, os números estavam muito bons. Então, o que aconteceu nesta quarta temporada para que a série tivesse essa queda vertiginosa na audiência? Fomos introduzidos a um terceiro universo alternativo. Nope. Isso não é o suficiente. Fizeram a pior coisa que poderiam fazer depois de três anos de séries, depois de três anos dos fãs acompanhando e torcendo para o casal protagonista ficarem juntos: eles separaram o casal. Não sou do tipo que assisto séries por causa de casais, mesmo porque FRINGE me deixa muito mais tensa com os casos do dia; mas foi um risco tremendo que os produtores assumiram com aquela season finale que previa uma mudança colossal em toda a história da série.
A questão agora é se teremos uma quinta temporada. E tudo depende única e exclusivamente dos produtores. Na verdade, a Fox também podia dar uma forcinha e voltar FRINGE para um dia mais aceitável da semana, porque a série tem porte para uma noite de quinta-feira fácil, fácil. Só quem é fã MESMO da série deixa de sair numa noite de sexta-feira para assistir. Muitos deixam para ver a reprise, já que passa em um horário melhor. A nós, brasileiros, resta fazer o download ou esperar quase dois meses para os episódios chegarem na Warner Channel (canal brasileiro que transmite a série – TV a cabo, claro). Não temos como ajudar na audiência! Temos que torcer para que os telespectadores americanos atentem para o quão brilhante é a série e aumentem a audiência. Até maio estamos garantidos. A temporada já está fechada com a emissora. Mas e depois? O nosso maior medo é um cancelamento sem aviso prévio, onde veremos uma season finale cheia de surpresas, emoções e um final absolutamente alucinante (como todas as seasons finale e – por que não – os demais episódios), e ficarmos sabendo que aquele foi o último episódio e fomos deixados órfãos e sem respostas. A crise atual pela qual a série passa vem da mudança drástica no enredo e nos personagens, a completa destruição de todo o background que a gente já conhecia e que foi “apagado da história” tanto quanto o Peter, e o dia da semana para o qual FRINGE foi jogada. Outro motivo que, para mim, é real é que os americanos não gostam de séries inteligentes e que nos fazem pensar, ou melhor, nos “obrigam” a pensar (vejam a baixíssima audiência de Community e 30 Rock). A gente só pode torcer agora. “Seis temporadas e um filme”, como diz Abed (personagem de Community que é viciado em seriados). E podemos também fazer uma fezinha para a Nossa Senhora do Universo Alternativo. Ouvi dizer que ela costuma atender a preces. Acho até que foi ela que atendeu o Walter quando ele disse “Faça o que quiser comigo, mas poupe nosso mundo”. Acho que ele não pensou nas consequências disso, né?”
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Artur Cavalcante
@cavalcanteartur
Quando a série estreou em 2008 prometendo ser uma sucessora de Lost, série do mesmo criador, de início fiquei um pouco desconfiado. Pra minha surpresa Fringe apresentou o melhor piloto do ano. Um episódio duplo repleto de ação, tramas interessantes e casos bizarros. Mesmo satisfazendo meus interessantes, a série estava longe de ser comparada ao nível do grande fenômeno Lost.
Fui acompanhando episódio a episódio e seus casos semanais apesar de ótimos, tomaram o espaço da trama da temporada que ficou um pouco de lado. A paciência foi esgotando e quando me dei conta já havia abandonado a série na metade de sua temporada.
Dois anos se passaram e durante esse longo percurso acompanhei inúmeros elogios e criticas positiva sobre a série. A campanha era tão grande que apesar da luta pela audiência não encontrei sequer uma critica negativa sobre os episódios. Os fãs da série são tão fies que com seus inúmeros comentários e elogios me senti incomodado e culpado por ter largado a série em seu primeiro ano.
Aproveitei as férias de junho/julho e me obriguei a colocar em dia os episódios. Confesso que terminar a primeira temporada foi um pouco difícil, porém quando iniciei a segunda simplesmente não conseguia dormir. Era uma maratona de ansiedade pelo próximo episódio. A trama foi tomando seu espaço na segunda temporada e dominou a terceira que para mim é o melhor ano da série. Quando terminei briguei comigo mesmo por um dia ter deixado de acompanhar esta que é uma das melhores séries da atualidade.
Fringe além de apresentar seus casos e crescer com sua trama compartilha uma das relações mais interessantes da telinha. A relação de pai e filho emociona a cada cena, e Walter se consagrou como um dos melhores personagens deste Universo. John Noble merece todo conhecimento.
Apesar dos grandes riscos de cancelamento, torço muito por sua renovação, afinal Fringe inovou o mercado e se destaca como uma série singular apesar dos casos e do tipo já visto em outras por ai. Fringe faz parte da minha vida, e uma semana sem Walter e companhia não é o mesmo. #Savefringe
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Thaiana Célia
@Thay_Celia

Provavelmente eu vou ser a fã mais nova desses depoimentos, comecei a assistir fringe em julho! Juro! Mas eu já ouvia falar dela desde final de 2009! Todo mundo falava muito bem da série, mas eu não achava que ia gostar, até que no começo de 2010 eu comecei a gostar de chuck e muitos amigos que fiz gostavam da série e começaram a indicar! E só nesse ano cumpri a promessa e assisti! Sabe aquela coisa que você tem uma impressão totalmente errada? Era a que eu tinha de Fringe, mas logo que comecei o piloto tirei e comecei a viciar! Gente, assistir as 3 temporadas em uma semana! Mas não me arrependo nada, nem da horrível dor de cabeça! Mas eu acho que o que mais me fez amar a série foi o final da 3ª temporada! A ousadia dos produtores! Então quando me perguntam sobre o cancelamento, eu digo sim a sempre o medo, mas eu acredito na qualidade do seriado, e sei que daqui pro final os números vão aumentar e muito! Essa série mudou todo um conceito que eu tinha, eu odiava coisas sci-fi, agora amo! Amo a série! E indico a todos! Então se você tem pelo menos um pouco de juízo, assistam!
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Antunes Duarte
@antunesduarte
Well,o que posso dizer, comecei a ver Fringe,por influencia da Camis Barbieri,que sempre elogiava a serie (criei bastantes expectativas) ,um dia resolvi ver é o resultado foi incrível .Fringe de cara me fez crer que seria uma das minha favoritas ever (como é),a primeira temporada não é maravilhosa,mas eu gosto bastante,já a segunda me fez se apegar ainda mais aos personagens,é perceber que a serie não seria somente casos da semana,é teria uma mitologia,onde está tudo interligado.Na terceira(minha preferida) foi tudo muito bom,não reclamo de nenhum episódio,o Walter já está no meu top personagens preferidas da vida.Por último a quarta temporada decaiu um pouco,é eu realmente espero que não aconteça o que aconteçeu com Lost,os crimes estão muito bons,mas a relação dos personagens não está me agradando.
Fringe é uma serie obrigatória, a todos que amam sci-fi,é até quem não curte o gênero,deveria dar uma chance. — ———————————————————————————————
Marco C Pontes
@marcoacpontes
“Todo mundo achava, no momento da estréia de Fringe, que a série seria uma cópia na maior cara dura de provavelmente a série de sci-fi que o maior número de seriadores conhece no mundo: Arquivo X. A série, porém, consegue ir além daquilo proposto em sci fi e consegue se tornar uma série de drama, com relações de verdade e ainda nos consegue fazer emocionar em momentos certos. É um procedural, ou seja, não deixa muito para a imaginação a cada episódio, mas você precisa estar atento à todas as cenas e é aí que a série se diferencia bastante: faz com que o telespectador seja desafiado, perceba poucos detalhes mas que no final fazem a diferença. A série é singular. Sem contar que veio do JJ Abrams, ou seja, o GÊNIO por trás de Lost, Felicity, Alias, e várias outras. No entanto, é mais fácil de se identificar com os personagens de Fringe por eles trazerem algo a mais, que outros personagens de séries não trazem: humanidade. Eu sei que série é entretenimento, muito entretenimento, mas tudo lá é acreditável (Os personagens, na verdade). Não entendo por que há pessoas que não conseguem seguir a série. Atualmente, Fringe está em um drama tremendo. Infelizmente, esteve já nessa situação na última temporada, o que fez com que os fãs ficassem chocados caso aquela fosse a última temporada. Felizmente, conseguimos uma quarta temporada. Gosto da série e acho que a FOX deve gostar também. Então fica a dúvida: Qual é o motivo da série estar sendo exibida às sexta-feiras? A emissora podia muito bem dar outra chance para a delicinha, ou seja, mudar de dia, ou pelo menos promovê-la de forma correta. Infelizmente, é aquela coisa né, a maioria dos americanos são burros e não conseguem enxergar uma série de qualidade e potencial bem na frente deles.”
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Rayssa kawasaki
@rayssakawasaki

Save Fringe
Conheci Fringe vagando pelos sites de downloads. Não quis ler nada a respeito, antes de assistir ao piloto, queria ter meu próprio conceito, nada que pudesse interferir. Assisti o piloto e me apaixonei logo de cara. Queria mais e mais daquela série que prometia explorar os lados mais loucos da ciência. Por trabalhar em laboratório, eu me considero uma cientista. Quem me dera saber um pouco, 1% do que Peter e Walter sabem. Fringe está aqui pra aguçar nossa curiosidade e quem sabe, fazer aquilo que julgamos impossível, possível.
Além da ciência, Fringe me cativou com seus dilemas, sua duvidas. Mostrou que a família é o mais importante e que o amor de um pai é tão grande que é capaz de cruzar universos, apenas para não ver seu filho padecer.
Quero ter mais de Fringe, pra que ele me leve a mundos inesperados, realidades que podem ser manipuladas e visões daquilo que pode ser nosso futuro.
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Itamy Sandoval
@ipcs_
Fringe é um Supernatural científico, foi nesse conceito que me indicaram e comecei a ver Fringe. O piloto foi demorado, mas a construção do roteiro foi maravilhoso, a fotografia perfeita e claro, Anna Torv brilhando na tela foi awesome. Mas aí começaram a ter episódios bem chatos e abandonei Fringe. Confesso que a 1° Temporada foi bem boring, só me empolguei ao saber do novo universo, simplesmente me reconquistou. Indico Fringe para aquelas pessoas que gostam de ficção cientifica, um evento sobrenatural que J.J Abrans te faz acreditar que pode acontecer, um romance de uma das melhores duplas de agentes, um humor simplesmente hilário do Dr. Walter Bishop, que por um longo tempo demora a aprender o nome da sua assistente Astrid, enfim. Nem toda série de Ficção Cientifica à lá Syfy é para qualquer um, mas se você ACHA maduro o bastante, veja Fringe! E Doctor Who, já que trabalha também comviagens no tempo e Universos Paralelos.
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Obs: Quero agradecer todos os fãs que, colaboraram com seus depoimentos não pude colocar de todos porque né rs .. Mas eu sei o quanto a série e importante para muitos, e esse pequeno numero de fãs representa todos. Gostaria de pedir desculpas desde já aos leitores, pelo tamanho do “post” e por não ter ficado a melhor postagem relacionada à série, mais o que realmente importa (pra mim) nesse momento não é a qualidade da postagem e sim o reconhecimento e carinho que temos pela serie. Obrigada por acompanha o “post” espero que tenham gostado, em breve estarei com mais Especial de Série…
Tamis Agradece…#Bjokas
@Tatamara25

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Publicado em dezembro 4, 2011, em Especial de Série, Fringe, Videos. Adicione o link aos favoritos. 5 Comentários.

  1. SAVE FRINGE!! PELAMORDEDEOS!!!

  2. HAHA Amei ser a Bolivia! O seu post Tami, ta incrível! E #SAVEFRINGE! Essa série incrível merece pelo menos uma 5ª temporada!!

  3. PORQUEEEEEE A MINHA FIGURA É O 'BROOOOWSSFKSDFJDDLEY'? uhahuahusaauh quando falam o nome dele parece vomitando UHASHUAUHA.otimo especial *————–*

  4. kkkkk ain Itamy so vc .. #SaveFringe..

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