Review: Glee 3×08 – Hold On To Sixteen


Terceira temporada com gostinho de primeira.

Acho que agora é unamine que Glee está de volta aos trilhos, de maneira belíssima. Talvez foi porque o episódio foi delicioso, mas todo mundo deve ter terminado de assisir essa coisa suculenta e começado a sentir saudade precoce daqueles que vão embora no final da temporada.


Verdade seja dita, a temporada estava péssima. Mesmo com bons episódios (3,5,7), ainda faltava alguma coisa. Percebi finalmente o que era: elementos cruciais que existiam na primeira temporada mas que de alguma forma, faltaram nas outras. Ou seja, acho que veremos uma segunda parte da temporada bem, beeeeem melhor do que foi essa primeira. Eu espero mesmo.

Perceba que os episódios das competições sempre possuem um tempero dramático. Aqui, tudo girou em torno de Quinn com o plot ‘eu quero ser adulta mas vou fazer a professora ser despedida’. Acho que os roteiristas finalmente encontraram um final para toda essa encenação que ela estava fazendo essa temporada. Já não era sem tempo.

Um dos motivos do meu apegamento com o episódio foi a volta do plot de Mike. Tina falou bonito para o japa-pai, e os outros diálogos, mesmo não terem sido tão bons quanto os de Tina, me deixaram bem emocionado.

Irritantemente, o novo gay Sebastian ainda está urubuzando Kurt para pegar Blaine. Sinceramente, não vejo a graça. Tirando a parte que ele sabe como lutar box, Blaine não tem mais nenhum outro atativo. Pelo menos pararam de jogar TODOS os solos na boca do cara.

Sem contar que Finn ficou dando um discurso, falando que se sentia ameaçado por Blaine e que ele o fazia questionar se ele era bom mesmo. Ops, não precisamos da presença de Blaine para sabermos que ele não é bom, sem contar que Finn deveria se sentir ameaçado por todos, e não só por Blaine. Finn é tão inocente e burro que achou que aqueles homens, de fantasia, em um bar, cheio de mulheres velhas com decotes, faziam parte de um novo musical. Claramente ele precisa sair de casa mais vezes.

Infelizmente, Will e Emma ainda continuam só passeando pelas cenas, porque atuar ou ter diálogos que é bom, nada. Acharia bem melhor se os dois saissem no final da temporada também. Tenho que comentar também, sobre os vencedores suculentos de The Glee Project. Depois desse episódio, temos certeza absoluta que titia Murphy percebeu que Damião não tem nenhum talento e podia muito bem usar aquelas caras estranhas que ele faz todo episódio para outra coisa.

Lindsay, por outro lado, que não foi a ganhadora OFICIAL do reality-show, conseguiu, de alguma forma, pensar que o clube iria perder mais uma vez. Claro que eles não iriam, já que com certeza esse ano será o ano da vitória, mas pela escolha de música…. Credo. Gosto do Michael Jackson antes e depois de ficar branco, mas podiam muito bem ter usado uma música melhor.

Talvez essa foi a ideia dos roteiristas: colocarem o New Directions com a pior música para tentarem nos fazer acreditar que eles iriam perder. HAHA, não mesmo, pegadinha do malandro isso, todos sabiam qual seria o resultado.

Fiquei com saudades da voz e do nariz de Rachel durante as apresentações, mas o episódio funcionou muito bem, até mesmo com ela tentando dar conselhos para Quinn e sendo falsa, falando que eram amigas. Por outro lado, queria ver mais interação entre Puck e Shelby, nossa eterna Bruxa Má do Oeste.

Claro que não poderia não comentar sobre a volta do loiro oxigenado Sam, o boca de peixe. Ele voltou geral, até comprando briga com o namorado de Mercedes, que virou fantasma, já que não aparece tem uns 5 episódios. Não consigo entender até agora o que Blaine estava reclamando. Devia deixar Sam fazer aquele ‘passinho’ de macho durante a apresentação, tenho certeza que (quase) todo mundo ia deixar.

As melhores apresentações foram das músicas “Survivor/I Will Survive” das Telettubies, com Santana e Mercedes mostrando que mesmo reclamando toda hora da exclusão social, ainda cantam muito bem; “Man in the Mirror” e “We are Young”. Gostei também do maior destaque que Tina teve nesse episódio e é algo que espero ver mais no futuro.

Depois de um episódio assim, mostrando que todos precisam lutar ao máximo para viver no momento, continuar criança e parar de tentar roubar os bebês dos outros, tenho até medo de ver a Season Finale. Com certeza, será bem difícil dar goodbye para vários personagens.

Músicas no episódio:

“ABC” – The Jackson 5: Tina (Jenna Ushkowitz), Kurt (Chris Colfer), Mike (Harry Shum Jr.), Quinn (Dianna Agron) e New Directions

“Control” – Janet Jackson: Quinn (Dianna Agron), Blaine (Darren Criss), Artie (Kevin McHale) e New Directions

“Red Solo Cup” – Toby Keith: Sam (Chord Overstreet), Finn (Cory Monteith), Rory (Damian McGinty) e New Directions

“Survivor / I Will Survive” – Destiny’s Child / Gloria Gaynor: Santana (Naya Rivera), Mercedes (Amber Riley) e The Troubletones

“We Are Young” – Fun: Rachel (Lea Michele), Finn (Cory Monteith), Quinn (Dianna Agron), Mercedes (Amber Riley), Sam (Chord Overstreet), Santana (Naya Rivera) e New Directions

“Buenos Aires” – Evita: Harmony (Lindsay Pierce) e The Unitards

“Man In The Mirror” – Michael Jackson: Artie (Kevin McHale), Finn (Cory Monteith), Sam (Chord Overstreet), Puck (Mark Salling), Blaine (Darren Criss) e New Directions

@marcoacpontes

Publicado em dezembro 23, 2011, em Glee, Review. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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