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Review – Damages 4×10 – Failure Is Lonely

Damages fez um bom fim de temporada, mas cujos erros refletem os problemas do quarto ano, e não redime de forma alguma os instáveis 10 episódios que apresentou.

A verdade é que eu esperava bem mais desse final. Pensei que viesse uma reviravolta realmente empolgante, manipulações, trapaças, Patty sendo a bitch que a gente tanto ama e Ellen sendo esperta para justificar o apoio que a sua chefe sempre depositou nela. Mas não. A “grande virada” foi saber que o Boorman matou os amigos do Chris. E daí? Foi só pra gente saber que ele era um fdp? A única coisa boa foi o Chris poder se vingar, mesmo que a risadinha maléfica no final tenha tirado um pouco da força que a cena poderia ter.

O roteiro de Damages extrapolou com essa idiossincrasia de querer enganar o espectador a cada cinco minutos. Isso funcionava muito bem quando a gente não percebia que estávamos sendo manipulados pela montagem das cenas. Dessa vez, ficou claro que aquele não era o corpo do Chris e que o Boorman havia matado os soldados, o que tornou aqueles flashbacks dentro de flashbacks um tanto constrangedores. Teria sido melhor se o Chris tivesse mesmo morrido e aí sim eu teria ficado surpreso.

No fim, o melhor de tudo foi a cara da Patty ao ver o nome de sua ex-pupila na lista de testemunhas, aquela que sabe todos os podres do mundo, já quase morreu assassinada lá no primeiro episódio, mas ainda assim, uma ingrata. Afinal, Patty já confiou nela diversas vezes e chegou a quase implorar para que a substituísse no escritório. Mas Ellen preferiu o sonho americano de ter filhos e se casar, mesmo depois de ter tomado um fora do cara mais ferrado do mundo. Que decepção, Ms. Parsons. A Hewes & Associates está melhor sem você.

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Review – Damages 4×09 – There’s a Whole Slew of Ladies with Bad Things to Say about the Taliban

Depois de um ótimo episódio semana passada e a uma semana doseu fim, Damages infelizmente voltou a ser irregular.

A série vem tentando criar uma tensão entre as protagonistasutilizando artifícios que não funcionam ou soam cafonas. Primeiro que a Ellennão vê o Chris há uns seis episódios e por isso já deveria supor há tempos queele já estava morto, algo que seria bastante coerente com as circunstânciasapresentadas aqui. E só ainda não o fizeram para que o roteiro pudesse utilizaresse “trunfo” na reta final.
Segundo que a Ellen teve que ouvir aquele discurso brega eclichê sobre pessoas que se entregam à carreira e outras que formam famíliaetc., como se isso trouxesse algum tipo de felicidade garantida. Não sei em queano aquele cara vive, mas em 2011, certamente uma mulher que se mantém focadano trabalho (e não em um casamento) não seria discriminada dessa forma. Pareceuaqueles discursos machistas que aparecem no clímax das comédias românticas parafazer a mocinha sair correndo atrás no mocinho. Muito cafona.
Assim, sobrou Patty protagonizando a melhor cena doepisódio, ao sonhar com uma reconciliação e um abraço do filho, tão desajeitadaque até eu fiquei constrangido. Mas a realidade é bem diferente e Patty podeser uma pessoa mais carente e humana por dentro, mas continua fria nasuperfície. E nada humilde.
No entanto, os roteiristas foram inteligentes ao colocar a cena em queela recebe seu ex-chefe alcoólatra pedindo que ela destrua Howard e a empresa.Isso, aliado à personalidade de Patty que a faz ter um desejo de vitóriaabsurdo, provavelmente fará com que ela não cumpra o acordo com Ellen e resolvaretomar o caso.

Review – Damages 4×08 – The War Will Go On Forever

Damages resolveu voltar a ser boa faltando apenas dois episódios pro fim? Se no meio da temporada a série deu uma patinada e decepcionou, agora tem a chance de pelo menos fechar em alta e tornar o ano relevante.

Pelo visto, Patty aos poucos está roubando o caso da Ellen. Antes isso parecia algo natural e inconsciente, já que a experiência, os recursos e os contatos da primeira são muito maiores que os da segunda. Mas ao ver o flashforward (que foi bem mais instigante do que aquela repetição insistente que surgia há capítulos), tive a impressão de que Patty já deve ter uma agenda própria e nunca deve ser subestimada, nem quando a história mostra um certo processo de humanização da personagem a partir da relação com a neta e com o filho, as quais foram acertadamente deixadas de lado por aqui.

Patty dando dicas para Ellen entrevistar o Howard foi outro ponto alto do capítulo, ao ensinar tudo sobre a arte da provocação, confessando que muitas vezes não faz a menor ideia do que pode sair dalí e que isso acaba sendo a melhor parte da coisa toda. Como esperado, Ellen conseguiu retirar de Howard algo que pode ser útil, como a frase que dá título ao episódio. E adorei a “sutileza” na hora que ela pede pra digitadora anotar que ele estava rindo ao fazer tal afirmação. Mas foi Patty quem o derrotou ao mostrá-lo a foto do garoto que, quem diria, era o grande alvo da tal operação.

Por incrível que pareça, eu acreditei na grande encenação que o agente da CIA fez pra agente francesa, apesar de imaginar que ele eventualmente fosse matá-la. Acho que ele realmente gostava da mãe do moleque e talvez seja até pai dele, o que seria uma forçação de barra mas explicaria a sua vontade de enganar o Howard só para resgatá-lo. Fica a torcida para que Damages continue boa como foi nesse episódio 8.

Review – Damages 4×07 – I’m Worried About My Dog

Neste episódio 7, Damages apresentou uma leve melhora na qualidade, mas é possível perceber que a série ainda não conseguiu voltar ao roteiro brilhante, engenhoso e redondinho que teve até a terceira temporada. Um exemplo é o fato de Patty conhecer alguém que por sua vez tem um contato que acha que a CIA precisa sofrer uma faxina de tempos em tempos. E a facilidade com que este é morto também impressiona. Além disso, há o fato de que Jerry está envolvido com uma agente francesa que é informada da “traição” do seu país, justamente aquele que precisa desesperadamente fazer um acordo com a Patty. Parece-me coincidência demais.

Por outro lado, gostei de saber que o caso inicial contra a indústria farmacêutica mostrado desde o primeiro episódio teve uma ligação importante com a trama principal, apesar de bastante circunstancial. A última cena mostra que os roteiristas sabem exatamente onde querem chegar e aposto como o final dificilmente vai trazer furos. Mas é inegável que eles têm se enrolado bastante na condução da (curta) temporada e espero que os elementos problemáticos desapareçam no três episódios que faltam.

Foi bom ver a Patty novamente como protagonista, já que ela andou meio ofuscada pela Ellen. O momento em que ela manipula o francês para que ele mesmo faça a comparação com o nazismo foi brilhante e lembrou o modo como a advogada interrogava o Frobisher lá na primeira temporada. Patty foi sagaz também ao aterrorizar o Jerry com as informações que elas obtiveram e pela primeira vez pudemos vê-lo temendo o futuro do caso. Como se não bastasse, ela enfrentou o próprio filho com a frieza que lhe é característica. Alguém duvida que ela vai acabar com ele no tribunal?

Review – Damages 4×06 – Add That Little Hopper to Your Stew

Damages fez novamente um capítulo irregular, ainda que sem as falhas no roteiro que apresentou semana passada. O problema é a história pouco intrigante e que anda a passos extremamente lentos. Nas temporadas anteriores, a série intercalava os acontecimentos do presente com pequenas inserções no futuro que também contavam uma história e nos intrigavam. Aqui, isso raramente acontece e quando o faz, são cenas repetitivas ou que nada tem a dizer, como Ellen olhando para o garoto ao final do episódio.

 Gostei de ver a Ellen e a Patty finalmente mais espertas do que os outros depois de ficarem capítulos sendo passadas para trás. Daí eu nem ligo que as duas ficaram o episódio inteiro tentando saber apenas o rosto da pessoa que supostamente está envolvida com High Star e no final isso ainda não deu em nada. E queria que a Patty voltasse a ser mais inteligente que todo mundo e usasse a Ellen pra ganhar os casos, e não o contrário, como vem ocorrendo.

Porque eles continuam dedicando um tempo enorme pra vida pessoal da Patty, na tentativa de humanizá-la, e se esquecem de que o que a fez famosa foi justamente seu lado bitch, aquele que amamos odiar. Ao mesmo tempo, a série trouxe de volta recordações do noivo da Ellen morto na primeira temporada e frisou que ela não está em busca de compromisso. Espero mesmo que isso seja útil mais pra frente, mas como o roteiro de Damages deixou de ser brilhante, ficam as dúvidas.

E ainda gosto do Howard mas sinto que a abordagem da sua personalidade ficou um pouco repetitiva. Já sabíamos que ele não pensa duas vezes antes de manipular e chantagear qualquer um à sua volta. Além disso, praticamente nada do que conhecemos sobre ele foi útil na montagem da trama principal. Mas o trabalho do John Goodam continua impecável.

Review – Damages 4×05 – We’ll Just Have To Find Another Way To Cut The Balls Off Of This Thing

É triste dizer isto, mas Damages derrapou feio neste quinto episódio. Depois de usar um artifício bobo na semana anterior, esse daqui veio monótono e com um roteiro digno de um filme ruim feito pra TV, desses que passavam no Supercine na década de 90.

O recurso de enganar o espectador da forma como Damages tentou só funciona se for realmente surpreendente e orgânico dentro da narrativa da série, o que não ocorreu nem de perto por aqui. A intenção já ficou clara quando o detetive citou que o suposto terrorista havia deixado a bomba inativa sem querer, algo que não seria possível depois que pudemos ver do que o capanga é capaz ao longo da temporada. Daí, foi constrangedor acompanhar as cenas finais, com aquela montagem mega clichê e pensando se alguém realmente se enganou com aquilo.

Além disso, a artimanha trouxe diversos furos na trama, como a facilidade com que o cara conseguiu os fios de cabelo do afegão  e com que o comparsa simplesmete hackeou o banco de dados da CIA. Ambos os casos soaram implausíveis. O recurso foge daquilo que a série costuma trazer: roteiros inteligentes, intrincados e redondos. Além disso, a situação termina por representar um retrocesso na história, já que novamente a (brilhante) dupla de advogadas foi passada para trás, numa temporada que já está na metade e ainda não convenceu plenamente.

O drama da Catherine doente serviu novamente para humanizar a Patty, uma tecla em que os roteiristas vêm batendo insistentemente. Só que ela era muito mais legal sendo bitch, passando por cima de todo mundo, manipulando e enganando. Foi isso que fez a gente gostar dela e não suas inseguranças e complexos, por mais que eu goste de vê-la sofrer ao pegar o “X” no meio de 36 papeizinhos.

Como único ponto positivo, ficou novamente a abordagem do Howard e a atuação do John Goodman, que é eficiente em retratar as diversas personalidades de Erickson: aquela que ele mostra quando está com os filhos, a forma como age perante seu advogado que não está ciente da real agenda do seu cliente, e aquela em que ele se mostra quase um gângster cometendo crimes para que a “segurança nacional não fique em risco”.

Review – Damages 4×04 – Next One’s On Me, Blondie

Antes de assistir ao episódio, já havia visto dezenas de críticas negativas e sinceramente, achei a maioria delas exagerada. A quebra do cliffhanger logo no início foi realmente ruim. Fizeram todo mundo acreditar que esse episódio seria fantástico e jogaram um balde água fria com o cara trazendo um mísero colar dentro de uma caixa supostamente de bomba. Parecia que ele queria ser barrado pela PF americana e não passar despercebido, o que seria o esperado. Claro que Damages já fez esses suspenses falsos diversas vezes, mas antes tudo era melhor construído. Do jeito que foi pareceu uma daquelas histórias cíclicas ruins vistas recentemente em The Killing. Não pode.

No entanto, o restante do episódio foi bastante digno. Parece que a Patty adora o fato de manter o controle da Ellen e do caso que esta persegue, mas ao mesmo tempo se identifica e se excita com a determinação que vê na sua pupila, já que ela acredita absolutamente no processo e não tem medo de arriscar a carreira obtendo informações de crimes cometidos no alto escalão. Certamente, Patty se enxerga ali.

A cena em que o Howard faz o discurso ao mesmo tempo em que o Chris é torturado foi MUITO boa e o John Goodman soube aproveitar bem o momento para mostrar o talento que tem, num personagem rico e ambíguo, principalmente quando Erickson descobre que a tortura não serviu para absolutamente nada além de constar como mais um grande peso na sua consciência.

Além da participação da mãe da Ellen (ainda estou contando que ela será alguma peça útil mais pra frente) no meio do caso, gostaria de entender porque eles simplesmente não matam o Chris. Mas mesmo com um roteiro menos instigante e redondo que nas temporadas anteriores, Damages se mantém bem acima da média.

Review – Damages 4×03 – I’d Prefer My Old Office

Eu sei que já estou me repetindo um pouco, mas a relação entre as duas protagonistas da série continua a melhor coisa dessa temporada. Ellen se tornou amiga pessoal de Patty e com isso sabe exatamente daquilo que sua ex-chefe precisa: uma babá. É até engraçado como Patty tem dificuldade de escolher alguém para cuidar da neta, mas aceitou que Ellen fizesse isso sem pensar duas vezes, como se ela voltasse por um breve momento a trabalhar com Patty, algo que esta última certamente deseja.

Ellen finalmente admitiu que precisa de toda a juda que Patty puder dar, mas terá sido mesmo sincero ou se trata de mais uma tentativa de manipular a chefe? Ainda é cedo pra dizer, mas foi possível perceber uma sinceridade maior entre as duas quando Patty rapidamente percebe a intenção de Ellen e esta confirma sem pestanejar. Pelo menos, desta vez, as duas parecem saber exatamente aonde estão se enfiando.

O caso central ficou um pouco mais interessante, ainda mais agora que a Patty vai entrar e provavelmente conseguir tudo bem mais rápido que a Ellen. Gosto de saber que o Chris é mega inteligente e matou tudo rapidamente, dando ainda uma pista pra Ellen continuar a investigação utilizando o cachorro como fio condutor. Estou mais curioso, na verdade, pra saber quem o capanga do John Goddman mantém em cárcere privado.

E, infelizmente, o episódio teve um enorme problema com a história do Michael. A tensão foi constantemente quebrada com as insistentes inserções de flashbacks que contavam sua vida pregressa, algo que, convenhamos, é bem menos interessante do que as desventuras de Ellen  no mundo da advocacia. Eu já entendi que nessa temporada eles estão procurando focar mais na vida pessoal de Patty, mas dar um destaque como feito neste episódio, tira o ritmo da série e torna uma perda de tempo. Só espero que isso tudo, mais pro final, tenha alguma ligação com a trama principal e que Damages se mantenha como uma série sempre redondinha.

Review – Damages 4×02 – I’ve Done Way Too Much for This Girl

Acho que a relação entre Patty e Ellen nunca esteve tão interessante quanto agora. As duas não confiam uma na outra, mas de alguma forma estão sempre juntas e cultivam essa “amizade”. Ellen aprendeu muito bem com a ex-chefe a manipular os outros e a conduzir uma investigação, tornando-se agressiva e sem medo de enfrentar um caso grande. E hoje foi possível ver uma situação contrária à primeira temporada, quando Patty era quem enganava a todos e dominava a sua então pupila.

Ver Patty na terapia ajuda a entender a cabeça de uma personagem tão fria e reservada. Deu pena vê-la dizendo que não tem confiança em ninguém e ligaria pro 911 quando precisasse de ajuda. E como precisa da Ellen porque se identifica com ela mas não consegue nunca se colocar numa posição vulnerável, algo que só aconteceu por causa do armação. Mas queria ver a Patty como protagonista, sendo bitch com todo mundo e a gente amando tudo ao mesmo tempo.

O caso continua bom, mas ainda sinto falta dos flashforwards matadores que faziam a gente sempre falar aquele WTF? e rezar pra chegar logo na semana seguinte. Gosto da humanização que dão ao personagem do John Goodman, algo que sempre esteve presente quando a série abordava aqueles que são alvos  dos processos.

O cara que faz a testemunha é muito bom ator, mas como ele é creditado apenas como ator convidado, acredito que vá sumir. E o capanga que armou o plano mirabolante pra mandar o outro de volta ao Afeganistão já me deixa com um ódio extremo, principalmente quando dá míseros 10 mil dólares pro pobre coitado que foi torturado sem motivo e ainda diz que não sabe se ama o próprio país. Adoro essas ironias de Damages.

Review – Damages 4×01 – There’s Only One Way to Try a Case

Patty Hewes voltou.

Depois de quase um ano e meio e de um cancelamento certo, a série foi milagrosamente salva pelo canal DIRECTV, que já programou pelo menos mais duas temporadas e fez a alegria de milhões de fãs ávidos por esse programa de roteiro engenhoso, produção de primeira e elenco sempre em sintonia.



Depois de assistir ao trailer, fiquei com medo de que o novo canal tentasse suavizar o tom da série, na tentativa de torná-la mais popular, por isso, respiro aliviado, já que Damages voltou ótima, da mesma forma como a deixamos.


Começando sua temporada cerca de 3 anos após os acontecimentos da anterior, Patty precisa criar a neta sozinha, já que a própria mandou a nora pra cadeia, e entrevista a babá como se ela fosse a nova advogada, numa cena que apresenta perfeitamente como ela lida com a situação. É claro que nenhuma babá será boa o bastante já que todas terão uma relação com Catherine que a avó não consegue ter. E eu não gostaria de estar no lugar da menina enquanto ela ouve aquele “What?” da Patty Hewes.


Enquanto isso, Ellen sente-se entediada em outra firma e busca casos mais desafiadores, como o processo em cima de uma empresa que presta serviçoe terceirizados para o exército norte-americano, mais uma vez um caso baseado numa história real. Tive a impressão de que, apesar da distância, Ellen ficou mais parecida com sua ex-chefe. Ela foi atrás do ex-colega de classe só porque ele trabalhava na High Five, aceita jantar com Patty só por causa dos contatos dela, além de procurar casos parecidos com os que trabalhava antes.


A relação entre elas parece um pouco mais madura, mas senti um climão durante o jantar, já que é claro o sentimento de desconfiança entre as duas. Foi possível perceber também uma leve mudança de personalidade da Patty, já que esta agora dá conselhos sobre vida pessoal e carreira. E por um breve momento, pensei que ela também tivesse ficado medrosa, aconselhando Ellen a se afastar da High Five. Por isso, foi ótimo vê-la logo em seguida pedindo a sua secretária para investigar a empresa.


Só senti falta de um flashforward mais intrigante. Já tivemos Ellen correndo ensaguentada, Ellen dando um tiro em alguém e o Tom morto logo de cara. Aqui, o único mistério é saber quem estava segurando a medalhinha. Mas eu confio nesses roteiristas de que eles trarão mais uma temporada sensacional.