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Frases: Grey’s Anatomy 2º Temporada



Episodio 01
“Pra ser uma boa cirurgiã a gente tem que pensar como cirurgiã. Emoções atrapalham. Deixe-as guardadinhas e entre numa sala limpa e estéril, onde o procedimento é simples: cortar, suturar e fechar. Mas, às vezes, a gente encara um corte que não cicatriza, um corte que arrebenta todos os pontos.
Dizem que a pratica leva a perfeição. Na teoria, quanto mais pensamos como cirurgião, mais a gente se torna um cirurgião. E quanto mais nos mantemos neutro e clinico: cortar, suturar e fechar, mais difícil é pra se desligar. É só parar de pensar como cirurgião e lembrar como é pensar como ser humano.” (Meredith Grey)
Episodio 02
“Eu tenho uma tia que sempre que servia uma bebida dizia: Avise quando chega. Minha tia dizia: avise quando chega; E, é claro, a gente nunca avisava. Não avisamos quando chega porque sempre existe a possibilidade de se querer mais. Mais tequila, mais amor, mais qualquer coisa… mais é melhor.
Existe uma coisa a ser dita sobre um copo meio cheio, sobre saber quando dizer chega. Acho que é um limite flutuante entre necessidade e desejo. Cabe somente ao individuo e depende do que esta sendo derramado. Às vezes, só queremos uma provinha, outras vezes nada é o suficiente. O copo não tem fundo, e nós só queremos mais.” (Meredith Grey)

Episodio 03
“Cirurgiões são controladores, com um bisturi na mão a gente se sente imbatível. Não existe medo, não existe dor. A gente se sente com três metros e altura e a prova de balas. E quando saímos da sala de cirurgia, toda aquela perfeição e aquele controle vão por água abaixo.
Ninguém gosta de perder o controle mas, para um cirurgião, não há nada pior. É um sinal de fraqueza, de não dar conta da tarefa. Mesmo assim tem horas que o controle escapa da gente, quando o mundo para de girar e nós percebemos que o bisturi reluzente não vai nos salvar. Mesmo que a gente lute muito, acaba caindo. Dá um medo danado mas, tem um lado bom nessa queda livre: damos aos amigos a chance de nos pegarem no colo.” (Meredith Grey)

Episodio 04
O truque para sobreviver ao internato de cirurgia é negar. Negamos estar cansados, negamos sentir medo, negamos a vontade que temos de ser bem sucedidos e, acima de tudo, negamos estar negando. Nos só vemos o que queremos ver, acreditamos no que queremos acreditar, e dá certo. Mentimos tanto pra nós mesmos que, depois de um tempo, as mentiras começam a parecer verdade. Negamos tanto que deixamos de reconhecer a verdade diante do nosso nariz.
Às vezes, a realidade tem um jeito de se esgueirar e nos morder o calcanhar. E quando a represa explode só nos resta nadar. O mundo do fingimento é uma gaiola, não um casulo. Só conseguimos nos enganar por um tempo. Nós nos cansamos, nós temos medo, e negar não muda a verdade. Mais cedo ou mais tarde, temos que parar de negar e encarar o mundo, com nossas armas em punho. A negação não é uma poça d’agua, é um oceano enorme. Então, o que a gente faz para não se afogar?” (Meredith Grey)

Episódio 05
“A dor vem de várias formas. Pode ser uma pontadinha meio dolorosa, dores esparsas, as dores normais que vivemos no dia a dia. E tem um tipo de dor que não se pode ignorar, um nível de dor tão alto que bloqueia todo o resto e faz o mundo empalidecer. Até que a gente só consegue pensar no quanto dói. Como lidamos com a dor é problema nosso. Dor! nós a anestesiamos, superamos, abraçamos, ignoramos, ou, para alguns, o melhor jeito de lidar com a dor é simplesmente ir levando.
Dor! Só nos resta descartar, esperar que ela passe sozinha, esperar que a ferida que a causou cicatrize. Não existem soluções, nem repostas fáceis, a gente só respira fundo e espera que ela passe. Na maioria das vezes a dor pode ser um ponto ruim, mas, às vezes, a dor nos pega aonde menos esperamos, muito abaixo da cintura e não para mais. Dor! Só nos resta suportar, porque a verdade é que não da pra contornar, e a vida dói cada vez mais.” (Meredith Grey)

Episodio 06
“Em geral, as pessoas podem ser divididas em duas categorias: as que adoram surpresas e as não gostam. Eu não gosto. Jamais conheci um cirurgião que gostasse de surpresa. Porque nós cirurgiões gostamos de saber de tudo, nós temos que saber, porque quando não sabemos as pessoas morrem e somos processados. Estou divagando? É, acho que estou divagando… Então, o que eu estava querendo dizer, e eu queria dizer alguma coisa, e não tem nada a ver com surpresas, mortes, processos e nem com cirurgiões.. Eu quero dizer o seguinte: Quem disse que o que os olhos não veem o coração não sente, foi um bossal. Porque, para maioria das pessoas que eu conheço, não saber é a pior sensação do mundo. Tudo bem, talvez seja a segunda pior…
Como cirurgiões temos que saber tanta coisa, temos que dar conta de tudo, temos que saber como tratar os pacientes, temos que saber cuidar uns dos outros, e com o tempo temos até que descobrir como cuidar de nós mesmos. Como cirurgiões temos sempre que saber, mas como seres humanos, às vezes, é melhor ficarmos no escuro, porque no escuro pode haver o medo, mas também há esperança.” (Meredith Grey)

Episodio 07
“Comunicação é a primeira coisa que aprendemos na vida. O engraçado é que quanto mais a gente cresce, aprende as palavras e até mesmo começa a falar, fica mais difícil de saber o que dizer e como pedir o que mais precisa.
No final das contas, tem coisas que não dá pra evitar comentar. Algumas frases não queremos nem ouvir, outras dizemos por que não conseguimos mais segurar. Algumas palavras vão além do significado, têm a força de um ato. Tem horas que a gente diz por que não há outra escolha. Alguns segredos a gente guarda. E não é sempre, mas, de vez em quando, alguns gestos falam mais do que mil palavras.” (Meredith Grey)

Episodio 08
“Na oitava serie a minha turma de literatura teve que ler Romeu e Julieta. Depois, valendo ponto, a Sra. Sneider organizou um teatrinho com todos os atos. Sal Scafarillo foi o Romeu e, assim quis o destino, eu fui a Julieta. As meninas morreram de inveja, mas o meu ponto de vista era um pouco diferente. Eu disse a Sra. Sneider que a Julieta era uma idiota. Fala sério, ela se apaixonou por uma cara que sabia que não podia se apaixonar e culpou o destino pela decisão errada. A Sra. Sneider me explicou que quando o destino entra em cena as escolhas, às vezes, saem pela tangente. Do alto dos meus treze anos eu tinha certeza que o amor, como na vida, consistia em fazer escolhas e que o destino não tem nada a ver com isso. Todo mundo achava tão romântico, Romeu e Julieta, amor de verdade. Que tristeza! Se a Julieta foi burra a ponto de se apaixonar pelo inimigo, beber um frasco de veneno e ir dormir em um mausoléu, ela mereceu tudo que aconteceu.
Talvez Romeu e Julieta estivessem destinados a ficar juntos, mas por pouco tempo. E depois, o tempo deles passou. Se eles soubessem de antemão, talvez tivesse dado tudo certo. Eu disse a Sra. Sneider que quando eu crescesse eu seria a dona do meu próprio destino e não deixaria nenhum cara me atrapalhar. Ela disse que seria muita sorte a minha se eu encontrasse aquele tipo de amor, e que se eu encontrasse ficaríamos juntos pra sempre. Mesmo hoje em dia, ainda acho que, na maioria das vezes, amor tem a ver com escolhas. Tem a ver com largar o veneno e a adaga e fazer seu próprio final feliz… na maioria das vezes. E que, às vezes, apesar de todas as boas escolhas e boas intenções, o destino vence de qualquer forma.”(Meredith Grey)

Episodio 9
“Gratidão? Apresso? Agradecimento? Não importa a palavra que a gente use, significa a mesma coisa: felicidade. Espero que sejamos felizes e gratos aos amigos, à família, que sejamos felizes só por estarmos vivos, quer a gente queira ou não.
Talvez a gente não deva ser feliz, talvez. Gratidão não tem nada a ver com alegria. Talvez ser grata seja a gente reconhecer o que tem e o que é de verdade, apreciar pequenas vitorias, admirar o esforço que se faz pra ser simplesmente humano. Talvez sejamos gratos pelas situações que nos são familiares e talvez sejamos gratos pelo que nunca vamos saber. No fim das contas o fato de termos coragem de ainda estar de pé é motivo suficiente para comemorar.” (Meredith Grey)

Episodio10
“Na infância eram os doces do Hallowen, a gente escondia dos pais e comia até passar mal. Na faculdade era a combinação pesada de juventude e tequila e bom, você sabe… Como cirurgião a gente pega o melhor que pode, porque não parecem coisas boas toda hora, porque coisas boas nem sempre são o que parecem. Tudo que é demais, até mesmo amor, nem sempre é bom.
Demais é quanto? E quando a gente sabe que é demais? Cedo demais? Informação demais? Diversão demais? Amor demais? Pedir demais? Quando é tudo é demais pra aturar?” (Meredith Grey)

Episodio 11
“Há quarenta anos os Beatles fizeram ao mundo uma pergunta simples. Eles queriam saber de onde vinham todas as pessoas solitárias. Minha teoria mais recente é que a maioria dos solitários vem dos hospitais, mais especificamente do setor de cirurgia. Cirurgiões ignoram as próprias necessidades para atender as necessidades dos pacientes. Ignoramos nossos amigos e familiares para poder salvar amigos e familiares dos outros, ou seja, no final das contas, só nos resta nós mesmos. E nada no mundo nos faz sentir mais sozinho que isso.
Há 400 anos outro inglês famoso deu a opinião dele sobre ficar sozinho, Jonh Dum, ele achava que nunca estávamos sozinhos, claro que ele falou isso de uma maneira mais bonita. “Ninguém é uma ilha cercada de si mesmo.” Esquece esse papo de ilha, o que ele quis dizer é que tudo que qualquer um precisa é que alguém apareça e nos diga que não estamos sozinhos. E quem disse que esse alguém não pode ter quatro patas. Alguém para brincar e correr com a gente, ou simplesmente pra ficar do nosso lado.” (Meredith Grey)

Episodio 12
“É uma lenda urbana que os índices de suicídio aumentam muito no final de ano. Na verdade, eles caem. Os peritos acham que é porque as pessoas são menos propensas a cometer o suicídio quanto estão cercados pela família. Por ironia, mesmo uma reunião familiar é tida como uma razão para os índices de depressão subirem muito no final de ano.
Uma coisa é certa: não da pra escolher a família. A gente pega a que o destino manda. E gostando ou não, amando ou não, compreendendo a gente ou não, nós aturamos. Existe ainda uma linha de pensamento que diz que a família em que agente nasce é só o ponto de partida. Ela nos alimenta, nos veste, toma conta da gente até estarmos prontos para sair pelo mundo e encontrar a nossa tribo.”(Meredith Grey)

Episodio 13
”Começar do zero! Graças ao calendário isso acontece todo ano. É só programar o relógio para janeiro. A recompensa por sobreviver às festas de fim de ano é que um ano novo chega. E vêm com ele as promessas de ano novo. Vamos esquecer o passado e recomeçar. É difícil resistir ao apelo de um recomeço, uma chance de colocar os problemas do ano passado para dormir.
Quem determina quando o novo começa e o velho chega ao fim? Não é um dia no calendário, não é aniversario, não é o réveillon. É um evento, grande ou pequeno, um fator externo que nos modifica, de preferência que nos dê esperança, uma nova maneira de viver e encarar o mundo. Abrir mão de velhos hábitos, antigas lembranças… O importante é nunca deixar de acreditar que podemos recomeçar. Mas também é importante que lembrar que, no meio de tanta porcaria, existem algumas coisa que valem a pena ser lembradas…” (Meredith Grey)

Episodio 14
“Os médicos são treinados para ser céticos, porque nossos pacientes mentem pra nós todo o tempo. A regra é: todo paciente mente, até que se prove a sinceridade. Mentir é feio, pelo menos é o que nos dizem a vida inteira desde o nosso nascimento: Mentir não leva a nada; Só a verdade liberta; Quem diz a verdade não merece castigo. A verdade é: Mentir é um mal necessário. Mentimos pra nós mesmos porque a verdade.. a verdade dói muito.
Não importa o quanto a gente tenta ignorar ou negar, aos poucos a mentira acaba perdendo a força, a gente gostando ou não. Então a verdade absoluta sobre a verdade é que ela dói, por isso mentimos.” (Meredith Grey)

Episódio 15
“Na cirurgia existe uma linha vermelha no chão que separa a área acessível da área proibida a todos, exceto para algumas pessoas especiais. Cruzar a linha sem autorização não é tolerado. Geralmente limites existem por uma razão: por segurança, por proteção ou para deixar bem claro. Quando a gente decide cruzar a linha tem que fazer isso assumindo o risco. Então porque quanto mais obvia é a linha, maior é a tentação de cruza-la?
Nós não resistimos. É só ver um limite para querer ultrapassa-lo. Talvez seja a emoção de trocar o conhecido pelo desconhecido, um tipo de desafio pessoal. O único problema é que depois que a gente atravessa, é quase impossível voltar atrás. Mas, se a gente consegue voltar atrás nessa linha, a gente se sente confiante a beça!” (Meredith Grey)

Episodio 16
“É um certo olhar que os pacientes tem, um odor, o cheiro da morte… É uma espécie de sexto sentido, quando a morte vem na nossa direção, porque a gente sente quando a morte vem na nossa direção. O que você sempre sonhou em fazer antes de morrer?” (Meredith Grey)
Episódio 17
“Nos hospitais dizem que a gente sabe… A gente sabe quando vai morrer. Alguns médicos dizem que é o olhar o paciente, alguns dizem que é um cheiro: o cheiro da morte, alguns acham que é um sexto sentido, quando a morte vem em nossa direção a gente nota que ela está vindo. Seja como for, assusta. E quando a gente sabe… o que fazer? Sem contar o fato de já estar morrendo de medo. Então, se você soubesse que é seu ultimo dia de vida, como gostaria de vive-lo? Se você soubesse que é seu ultimo dia de vida, como gostaria de passa-lo?” (Meredith Grey)

Episodio 18
“Depois de pensar muito, várias noites sem dormir eu cheguei a seguinte conclusão: não existe essa historia de gente adulta. Nós seguimos a vida, nós nos mudamos, vamos morar longe da família, formamos a nossa própria família. Mas a insegurança básica, o medo primário, todas aquelas feridas de sempre crescem com a gente. E quando achamos que a vida e as circunstâncias nos obrigaram de uma vez por todas a virarmos adultos…
Nós ficamos maiores, mais altos, envelhecemos, mas na maior parte das vezes somos um bando de crianças correndo pelo playground tentando desesperadamente participar.
Eu soube que é possível ser maduro só que eu nunca conheci alguém que tenha conseguido. Sem os pais pra desafiar quebramos as regras que nós mesmos fazemos. Temos ataques quando as coisas não são como queremos. Sussurramos nossos segredos aos nossos melhores amigos no escuro. Procuramos conforto onde der pra achar. E temos esperança, apesar da lógica e de toda nossa experiência dizerem o contrario. Como crianças nós nunca abrimos mão da esperança.”(Meredith Grey)

Episodio 19
“Tá certo, olha, às vezes, até o melhor de nós toma decisões precipitadas. Decisões ruins, decisões das quais sabemos que vamos nos arrepender na hora, no instante e principalmente na manhã seguinte. Quer dizer, talvez a gente não se arrependa de verdade, pelo menos tivemos coragem, mas, ainda assim alguma parte dentro de nós decide fazer a loucura, alguma coisa dentro de nós faz a gente pensar duas vezes, mas, fazemos assim mesmo. O que eu estou querendo dizer é que nós colhemos o que plantamos, a toda ação corresponder uma reação. É carma, e não importa como você encare, carma é horrível… Como eu ia dizendo, castigo é horrível.
De um jeito ou de outro nosso carma vai nos fazer enfrentar a nós mesmos. Podemos olhar nosso carma nos olhos ou podemos esperar ele nos pegar de surpresa pelas costas. De um jeito ou de outro nosso carma sempre nos encontra. A verdade é que nós, cirurgiões, temos mais chances de fazer a balança pender a nosso favor. Não importa o quanto a gente tente, não da pra escapar do carma, ele segue a gente até em casa. Acho que não da pra reclamar do carma, não é injusto, não é inesperado, ele só empata o placar. E mesmo quando estamos fazemos uma coisa que sabemos que temos que pensar duas vezes antes, bom, a gente acaba fazendo sem pestanejar. A gente faz mesmo assim.” (George O’Malley)

Episódio 20
“Como médicos sempre temos que aturar os pacientes nos dizendo como devemos fazer o nosso trabalho. ‘São só uns pontinhos, coloca um curativo e me manda pra casa.’ É muito fácil sugerir uma solução rápida quando a gente não entende muito do problema ou quando agente não compreende o que está por trás de tudo ou então quando não sabemos a gravidade real do caso. Pra começo de conversa, o primeiro passo para uma cura de verdade é saber exatamente qual é a doença, mas isso não é o que as pessoas querem ouvir. Dizem que deveríamos esquecer o passado que nos trouxe ate aqui e ignorar futuras complicações que possam surgir e dar um jeitinho no presente.
Como médicos, como amigos, como seres humanos, tentamos fazer o melhor possível, mas o mundo é cheio de atalhos e acontecimentos inesperados, e quando a gente acha que aprendeu um caminho o chão se abre e engole a gente. Com um pouco de sorte saímos só com um arranhão superficial, um ferimento que qualquer curativo cobre. Mas algumas feridas são bem mais profundas do que aparentam ser e exigem muito mais do que um jeitinho. Algumas feridas precisam que agente arranque o curativo pra que respire, temos que dar um tempo para que ela se cure.”(Meredith Grey)
Episodio 21
“No campus da minha faculdade tem uma estatua da sorte e tem uma tradição que existe até hoje: os alunos esfregam o nariz dela para dar sorte. Minha colega de quarto do primeiro semestre acreditava no poder da estatua e insistia em esfregar o nariz dela a cada prova. Estudar teria sido melhor pra ela, porque ela repetiu e foi expulsa no terceiro semestre. Mas a verdade é que todos nós temos pequenas superstições. Se não acreditar em estatuas da sorte, pisar em qualquer cor na calçada ou sempre entrar com o pé esquerdo, bata na madeira. Pisou no preto? Vai passar aperto! A ultima coisa que queremos fazer é ofender os deuses.
A superstição reside num espaço entre aquilo que controlamos e aquilo que não controlamos. Ache uma moeda pegue ela, todo dia vai ter sorte, a vida é bela. Ninguém quer perder a chance de ter boa sorte, mas repetir trinta e três vezes ajuda mesmo? Será que alguém escuta? E se ninguém escuta, porque insistimos em fazer essas coisa esquisitas? Nos pegamos às superstições porque somos inteligentes e sabemos que não temos todas as respostas e a vida tem seus mistérios. Não subestime a mandinga, de onde quer que ela venha.” (Meredith Grey)

Episodio 22
“Um bom jogo de basquete pode nos fazer pular da cadeira. Jogos tem a ver com gloria, dor e narração, lance a lance. Mas, existem jogos mais solitários, os jogos que cada um de nos joga sozinho. Os jogos sociais, os jogos mentais, nós usamos eles como passa tempo pra deixar a vida mais interessante, pra nos distrair de tudo que acontece realmente. Existem aqueles que adoram jogar qualquer jogo e existem aqueles que gostam de jogar um pouco além dos limites.
A vida não é um esporte que se assiste. Vencendo, perdendo ou empatando, o jogo continua, a gente querendo ou não. Então não tenha medo, brigue com os árbitros, mude as regras, trapaceie um pouquinho, peça tempo e cuida das suas feridas. Mas jogue! Jogue! Jogue de verdade! Jogue rápido! Jogue bem à vontade! Jogue como se não houvesse amanhã! Tá, não é uma questão de vencer ou perder, é uma questão de como a gente joga, não é?” (Meredith Grey)

Episodio 23
O chave para ser um interno de sucesso é ao que renunciamos. Dormir, amigos, uma vida normal, sacrificamos tudo por esse incrível momento, esse momento em que se transforma oficialmente, em cirurgião. Tem dias que o sacrifício parece valer a pena. E tem dias em que tudo parece ser um sacrifício. E também existem os sacríficos que você nem se da conta do porque esta fazendo.
Um sábio disse uma vez que você pode ter tudo o que quiser na vida, se sacrificar o resto por isso. O que queria dizer, é que tudo tem seu preço. Assim antes de ir para uma batalha melhor que decida o quanto está disposto a perder. Muitas vezes, encontrar algo que te faça sentir bem significa duvidar de tudo que sabe sobre o que é correto. Permitir que alguém entre, significa abandonar as paredes que você passou a vida inteira construindo. Claro que sacrifícios maiores são os que nos passam despercebidos. Quando não temos tempo para arrumar uma estratégia de escolher de que lado estar ou medir as possíveis consequências. Quando isso acontece, quando a batalha nos escolhe ao invés de escolher outra pessoa, é então que o sacrifício pode se transformar em algo mais do que podemos suportar.” (Meredith Grey)

Episodio 24
“Nós todos atravessamos a vida como bois em mercados chinês, um bocado aqui, um estalo lá, magoando nós mesmos e outras pessoas. O problema é tentar entender como controlar os danos que causamos ou que foi feito em nós. Às vezes, o estrago nos pega de surpresa. Às vezes nós pensamos que podemos corrigir o estrago. E, às vezes, o estrago é alguma coisa que nem sequer podemos ver.
Parece que, todos nós, estamos machucados, alguns de nós mais que outros. Nós carregamos os estragos conosco da infância e depois de adultos nós ficamos o melhor possível. No final, todos nós fazemos estragos, e aí pensamos em como consertar o que pudermos.” (Meredith Grey)

Episodio 25
“Na vida. aprendemos que existem sete pecados capitais. Nós sabemos os mais importantes: gula, soberba, luxuria. Mas o pecado que você não ouve falar muito é a ira. Talvez porque nós pensamos que a ira não é tão perigosa assim… Isso nós podemos controlar. O questão é: talvez não damos à ira créditos suficientes, talvez seja mais perigoso do que pensamos. No final das contas, quando falamos de comportamentos destrutivos, ela chegou nos sete mais destrutivos.
Então o que faz a ira diferente dos outros pecados capitais? Na verdade é bem simples, se você cometer um pecado como inveja ou soberba, apenas você será afetado. Com luxuria e cobiça, você apenas afetará você e talvez mais uma ou duas pessoas. Mas ira, ira é pior. A mae de todos os pecados. A ira pode fazer você passar dos limites e quando passar, pode levar varas pessoas com você.” (Meredith Grey)
Episodio 26 e 27
Nós humanos precisamos de muitas coisas para nos sentir vivos. Família, amor, sexo. Mas nós só precisamos de uma coisa: realmente estar vivos, precisamos de um coração batendo. Quando estamos com o coração em risco, nós respondemos de duas formas: nós iremos correr ou iremos atacar. Tem um termo cientifico para isso: lutar ou voar. É o instinto. Nós não podemos controlar. Ou podemos?” (Meredith Grey, George O’maley, Cristina Yang, Izzie Stevens, Alex Karev, Adisson Montgomery, Derek Sherped, Preston Burke, Miranda Bailey, Richard Weber)
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Frases: Citações Da 1º Temporada De Grey’s Anatomy

Confira as citações da primeira temporada de Grey’s Anatomy:

 Episódio 01

“O jogo. Dizem que a pessoa leva jeito pro negocio… ou não.
Minha mãe era umas das melhores. Já eu, por outro lado, sou meio perdida.
Eu não consigo pensar em uma única razão pra eu querer ser cirurgiã, mas consigo pensar em mil razões pra desistir.
Eles dificultam de propósito. São vidas que estão nas nossas mãos.
Tem momentos que não tem nada a ver com o jogo, e ai você da o passo certo ou
vira as costas e vai embora.
Eu deveria desistir, mas só tem um porém.. eu adoro a arena do jogo.”
(Meredith Grey)

Episódio 02
“Tem tudo a ver com limites. A linha de chegada no final da residência, esperar na fila por uma chance no centro cirúrgico e ainda tem o limite mais importante: o limite que separa você das pessoas com quem você trabalha. Não adianta ficar muito intimo e fazer amigos. Você precisa de fronteiras entre você e o resto do mundo. Com alguns é melhor nem se envolver.
Tem tudo a ver com limites, desenhar linhas na areia e rezar pra que ninguém ultrapasse.
Em algum momento você tem que tomar a decisão. Fronteiras não mantém ninguém fora, elas cercam você La dentro. A vida é confusa e é assim que evoluímos. Então você pode passar a vida impondo limites ou pode passar a vida desafiando todos eles. Mas existem limites que são perigosos demais pra ultrapassar.
Eu só sei de uma coisa, se você tem disposição para correr o risco… a vista do outro lado é espetacular.”
(Meredith Grey)

Episódio 03
“Passamos a vida no centro cirúrgico, sete dias por semana, doze horas por dia. Estamos mais juntos que separados. Depois de um tempo os hábitos da residência viram os hábitos do cotidiano. Numero 1: sempre mantenha um placar. Numero 2: faça o que puder pra superar o outro. Numero 3: não faça amizade com o inimigo. Ah, numero 4: tudo, tudo é uma competição. E quem disse que o importante é competir, nunca pegou num bisturi. Tem outro jeito de sobreviver a essa competição, um jeito que ninguém conta pra gente, um jeito que aprendemos sozinhos. Numero 5: não é um corrida, não mesmo, não há vencedores nem perdedores. As vitórias são contadas pelo numero de vidas salvas. E de vez em quando, se agente for inteligente, a vida que agente salva pode ser a própria vida. “
(Meredith Grey)

Episódio 04
“Intimidade, palavra de cinco sílabas que significa: tome meu coração e minha alma, faça um sanduiche com os dois e saboreie. Tão desejada quanto temida, difícil de se conviver e impossível de não ter. Intimidade também vem acompanhada de três “P”: Parentes, Paqueras e Parceiros. Certas coisas são inevitáveis, outras agente prefere nem ficar sabendo.
Eu queria que existisse um manual sobre intimidade, um tipo de guia que avisasse quando agente passa dos limites. Seria ótimo se as linhas fossem visíveis, mas não da pra fazer uma. Agente agüenta ate não poder mais, mantém o máximo que pode. Quanto às regras, talvez não existam. As regras da intimidade nós temos que definir sozinhos.”
(Meredith Grey)

Episódio 05
“Lembra de quando você era criança? Quando sua maior preocupação era se ia ganhar uma bicicleta de aniversario ou se ia comer biscoitos no café da manhã? Virar adulto, é a maior roubada. Não, sério, não se deixe enganar pelos saltos altos, por uma boa transa e por não ter os pais por perto dizendo o que fazer. Ser adulto é assumir responsabilidades. E responsabilidade é um saco, é muito, muito chato. Adultos tem que estar em lugares, fazer coisas, ganhar a vida, pagar o aluguel e se você estiver se preparando para ser cirurgiã, segurando um coração humano nas mãos, fala serio, é muita responsabilidade. Que saudade da bicicleta e dos biscoitos, não é? A parte mais assustadora da responsabilidade é quando você pisa na bola e deixa ela passar pelas sua mãos. Responsabilidade é uma coisa muito chata mesmo. Infelizmente depois que agente passa da idade do primeiro sutiã, a responsabilidade não acaba mais. É inevitável. Ou alguém faz agente encarar ou sofremos as conseqüências. Ainda assim a vida adulta tem seus bônus. Eu estou falando do salto alto, do sexo e de não ter os pais falando o que fazer. Isso é muito, muito bom.”
(Meredith Grey)

Episódio 06
“Há uns duzentos anos Benjamin Franklin contou ao mundo o segredo do sucesso dele. Nunca deixe para amanhã, disse ele, o que você pode fazer hoje. Ele foi o homem que descobriu a eletricidade, o certo seria acreditar no que ele disse. Eu não sei por que adiamos as coisas mais se eu tivesse que apostar, eu diria que tem a ver com o medo. Medo de fracassar, medo da dor, medo da rejeição. Às vezes é medo de tomar uma decisão, porque e se for a decisão errada? E se agente cometer um erro que não da pra consertar?
Seja qual for o nosso medo, uma coisa é certa: o sofrimento por não fazer alguma coisa é pior do que o sofrimento por fazer. Uma sensação de que se tem um tumor enorme.
Deus ajuda quem cedo madruga. É melhor prevenir que remediar. Bobeou, dançou. Não podemos dizer que não fomos avisados, todos conhecemos os ditados, ouvimos os filósofos, ouvimos o aviso dos nossos avós sobre tempo perdido, ouvimos os malditos poetas nos mandando aproveitar ao máximo. Mas ainda assim, às vezes, nós pagamos pra ver. Temos que errar para aprender. Temos que aprender nossas lições. Temos que varrer a possibilidade de hoje pra debaixo do tapete de amanhã até não poder mais. Ter certeza é melhor que imaginar. Acordar é melhor que dormir. E mesmo o maior fracasso, mesmo o pior e mais incontornável erro é melhor do que nunca tentar.”
(Meredith Grey)

Episódio 07
“É o seguinte, se alguém disser pra você que dormir é perda de tempo e que você vai ter muito tempo pra isso depois de morrer, manda falar comigo depois de alguns meses como interna. Tá certo que não é só o trabalho que faz agente perder uma noite de sono.
Sério, se a vida já é tão difícil porque dificultamos ainda mais? Porque a necessidade de apertar o botão de autodestruição?
Acho que agente gosta de sofrer. Deve estar na nossa essência. Porque sem sofrimento, sei lá, talvez não nos sentíssemos vivos. O que eu quero dizer com isso, é porque insisto em me dar marteladas? Pra poder me sentir ótima quando eu paro.”
(Meredith Grey)

Episódio 08
“Sabe quando agente era criança e acreditava em contos de fadas? Naquela fantasia de como seria a vida, vestido branco, príncipe encantado, que levaria agente para um castelo nas montanhas… deitava na cama à noite, fechava os olhos e tinha a mais completa fé.
Papai Noel, fada dos dentes, príncipe encantado… pareciam tão reais que agente quase tocava eles. Mas com o tempo agente cresce, e um dia agente abre os olhos, e o conto de fadas já era. A maioria se na apóia em coisas e pessoas nas quais pode confiar. Mas o fato é que, é difícil se livrar do conto de fadas completamente, porque quase todos ainda têm aquela esperançazinha, aquela fé, de que algum dia vai abrir os olhos e tudo vai virar realidade.
No fim das contas a fé é uma coisa engraçada. Ela aparece onde agente menos espera. É como se um dia agente percebesse que o conto de fadas pode ser um pouco diferente de como era nos sonhos. O castelo, bom, pode não ser um castelo. E não é tão importante ser feliz pra sempre, desde que agente seja feliz agora. E assim de vez em quando, a cada ano bissexto, as pessoas surpreendem agente. E muito de vez em quando, as pessoas deixam a gente sem fôlego.”
(Meredith Grey)

Episódio 09
“Não há segredos na ciência, a medicina tem um jeito de expor mentiras. Dentro das paredes do hospital a verdade é nua e crua. Como guardar segredo fora do hospital? Bom, ai é um pouco diferente. Uma coisa é certa: Seja o qual for o segredo que queremos esconder, nunca estamos preparados para o momento que eles vêm a tona.
Esse é o problema dos segredos, como as desgraças, eles adoram companhia. Eles vão se acumulando até ocuparem todos os espaços, até agente não ter lugar pra mais nada. E ai são tantos segredos que parece que vamos explodir.
Uma coisa que as pessoas esquecem é como poder ser bom quando agente deixa os segredos virem à tona. Sejam bons ou ruins. Pelo menos eles vêem a luz, agente gostando ou não. Assim que os segredos vêm à tona agente não precisa mais se esconder atrás deles. O problema dos segredos é que quando agente pensa que esta no controle, é pura ilusão.”
(Meredith Grey)

Review: Grey’s Anatomy 8×09 – Dark Was the Night (Fall Finale)

Best Episode Ever!

Ok eu exagerei um pouco. Mas faz tanto tempo que eu não vejo um episódio desses em Grey’s Anatomy que estou tendo a mesma sensação que tive em vários episódios clássicos de tensão na série.
Tudo a flor da pele do início ao fim. Bem tenso e comovente, coisa que Shonda Rimes sabe fazer muito bem. E fico impressionado mais uma vez em ver como essa série ainda tem lenha pra queimar depois de sete anos.
Devo dizer que todo o meu descaso pelo casal Teddy e Henry sumiu logo no final do episódio passado e que toda a minha preocupação pra que tudo desse certo foi constante, embora que já fosse de se imaginar o que iria ocorrer depois. Não reclamo da morte de Henry, pois se ele tivesse sobrevivido, talvez perdesse um pouco do impacto que essa história teve. E por mais que ela tenha começado e “terminado” somente em um episódio, teve uma carga dramática muito grande e tomou conta de boa parte da atmosfera.
Impossível não se lembrar de Denny Duquette e Izzie nesse momento, mas apesar das comparações essa história teve seu valor. Acho que a forma que Shonda juntou o casal foi meio forçada, estava claro e óbvio que ela queria fazer um Danny Duquete 2.0, mas o fato da relação dos dois ter sido mais longa e ter deixando Henry fora de perigo por um tempo, fez com que o público se desvencilhasse um pouco da antiga história e levasse esse choque agora nesse mid-season finale, ainda mais depois que tínhamos nos acostumados com a idéia.
Fiquei desesperado junto com Cristina ao descobrir quem ela estava operando. Por mais que tenha servido para a tensão do episódio ser maior, colocá-la para operar as cegas foi uma baita de uma sacanagem. E mais uma vez devo bater palmas pra atuação de Sandra Oh, a atriz foi fantástica. A cena que ela descobre que estava operando Henry, definitivamente não precisou ter áudio nenhum.
A história de Meredith também foi comovente e tensa ao mesmo tempo. Juro que pensei que algo pior fosse acontecer com ela e Karev naquela ambulância. Ainda mais com toda a ligação que ela criou com a criança depois que perdeu Zola de vez. Aliás, fico na dúvida se a menina realmente vai consegui voltar para os braços do casal. O que ficou claro é que Meredith não quer mais filhos e agora Derek se sente culpado por todo o ataque e reação que teve no início da temporada e que eu tanto reclamei. Mas também não acredito que Meredith irá culpá-lo por isso, acho mais fácil ela voltar com todo aquele jeito depressivo de antes.
Uma coisa que me deixou bastante apreensivo foi o caso da paciente de Torres. Fiquei imaginando um erro dela própria na paciente, mas também não significa que ela não tenha uma parcela de culpa, já que o certo seria que ela supervisionasse Avery e não ficasse lendo sobre o vestido da Jennifer Lopez. Acho que isso ainda pode acarretar em um processo contra o hospital ou até mesmo contra a própria Torres já que ela era a responsável pela paciente. Pode até parecer bobagem, mas talvez a história possa ir por esse caminho, pois chega de dramas amorosos que já foi muito over na temporada passada.
Fato é que a série está seguindo muito bem e fazendo um maravilhoso oitavo ano. Triste agora é ter que esperar até 5 de Janeiro pra ver a continuação dessas histórias. Sempre temos que ter uma expectativa para o próximo episódio e acho um terreno muito arriscado deixar uma série como essa sem nenhum cliffhanger. Quando o final é muito fechadinho o público tende a perder o interesse. E foi o que aconteceu comigo antes dessa temporada começar. Mas ainda bem que eu sou insistente e apesar de seus altos e baixos considero Grey’s uma série que eu nunca vou deixar de assistir. Ainda bem que penso assim pois se não estaria perdendo esse belo show de entretenimento.

Review: Grey’s Anatomy 8×08 – Heart-Shaped Box

É possível acertar oito vezes seguidas. Grey’s comprova isso pra você.


Soando ficar cada vez mais repetitivo dizendo isso aqui, tenho que relatar que gostei demais do episódio dessa semana. Desde a premiere a série vem mostrando uma qualidade nos episódios não vista há muito tempo. Vejo tudo como uma volta a origens. Todos os momentos muitos bem encaixados em cada contexto, sem exagerar e sem faltar emoção.
Foi muito bom ver de novo a Srª O’Malley que trouxe consigo lembranças de George para os personagens. Impressionante como a memória dele é tratada com carinho dentro da série. Com certeza foi um dos personagens que deixou boas marcas dentro do hospital.
Bailey admite o que sempre soubemos, O’Malley sempre foi seu favorito e creio que não foi só porque ele tinha grande potencial como médico, mas porque ele se fez presente em momentos muito importantes de sua vida. Quem não se lembra da cena do parto de seu primeiro filho que depois veio a receber seu nome do meio de George.
Outra que se deparou com o passado ao se encontrar com a Srª O’Malley foi Callie, agora tendo que enfrentar a dificuldade de se abrir pra ex-sogra sobre sua vida com Arizona. Fiquei feliz que a revelação de Callie sobre sua orientação sexual não rendeu nenhum tipo de drama, porque esse tipo de coisa já rendeu demais e não vejo mais espaço pra esse tipo de assunto já tão explorado.
A história do coração na caixa foi bem legal de acompanhar. Cristina mesmo sendo mais coadjuvante do que nunca fez um ótimo trabalho. Quem dera eu ter essa experiência de ter um coração numa caixa me ajudando a tomar importantes decisões na vida, com certeza teria feito muita coisa diferente.
Avery em minha opinião fez a coisa certa. Tá certo que Little Grey é o sonho de consumo de muito cara, mas está tão óbvio que sua paixão por Mark ainda existe que o cara não poderia arriscar seu futuro promissor como cirurgião plástico por uma garota que está apaixonada por outro.
Apesar de Meredith e Derek estarem esperando a audiência que pode lhes trazer Zola de volta, o caso da adoção está sendo deixado um pouco de lado e vem dando espaço aos desafiadores casos neurológicos. O médico agora parece estar vivendo um desafio novo a cada semana e concluindo todos com sucesso e dessa vez levando Lexie junto nessa leva de sucesso.
Mas nem tudo no Seattle Grace são flores e parece que o lado dramático está vindo pra o lado de Teddy e Henry. Após viver praticamente em lua-de-mel o casal começa a ter desentendimentos depois que Henry considera voltar para a faculdade de medicina. Mas esses planos podem demorar ou até mesmo nem chegarem a se concretizar agora que os problemas de saúde de Henry estão voltando. Primeira vez que consegui me importar com a storyline do casal depois de vê-lo cuspir sangue e causar o cliffhanger do episódio.
Isso nos mostrar a capacidade que equipe de Shonda Rimes tem em introduzir os personagens e nos fazer se importar com eles, pena que com Teddy e Henry isso tenha vindo tão tarde. 

Review: Grey’s Anatomy 8×07 – Put Me In, Coach

Ótimos cirurgiões, péssimos jogadores.

Essa frase define bem o que foi esse ótimo episódio de Grey’s Anatomy. Aliás, mais um bom episódio, leve e divertido pra coleção de Shonda Rimes. Está ficando até repetitivo dizer isso toda semana. Mas não tem como negar, pois essa temporada está sendo ótima e chegou me surpreendendo. Depois da ultima temporada eu não levava muita fé no que iriam nos mostrar a partir de agora, mas para minha surpresa tudo está indo muito bem.

Mais uma vez o episódio veio nessa vibe de comédia, explorando pouco o dramalhão que sempre existiu na série, deixando com Meredith e Derek em busca da guarda da menina Zola como a parte mais comovente.

É preciso bater palmas de pé pra Karev que está tentando de tudo pra ajudar a amiga e não apenas para ainda tentar se redimir pelos seus atos no fim da 7ª temporada e sim por considerar a amizade que existe entre os dois. Na review passada eu disse que o personagem parecia estar meio perdido sem uma storyline própria, mas se seus casos médicos forem potencialmente interessantes seu tempo em tela pode valer a pena.
O que eu achei ótimo mesmo foi a evolução de Cristina com uma ótima lição dada por Teddy. Aprender a trabalhar em equipe colocando seu paciente acima de qualquer coisa foi o que fez ela ser dada como pronta pra seguir sua carreira como cirurgiã. Estou ansioso pra ver Cristina detonar nas salas de cirurgia, mas não apenas como residente.
O plot do jogo de baseball foi hilário e até fez Teddy ficar engraçada, como todos que lêem minhas reviews sabem eu ando achando a personagem mais dispensável do que nunca, mas nesse episódio sua aparição foi agradável e até fiz cara de bobo e feliz depois de todo o discurso que ela fez elogiando o trabalho de Cristina.
Impressionante como a maioria deles são tão ruins no esporte, mas ao contrário disso, todos se destacaram e arrasaram na sala de cirurgias ou no estudo clínico que foi o caso de Meredith. Foi ótimo ver o sucesso em sua pesquisa, dando um tapa na cara de Bailey que estava pegando tanto no pé dela, ao que parece essa rixa entre as duas chegou ao fim. Agora que elas trabalharão oficialmente juntas esse clima tenso deve desaparecer aos poucos.
Outra que arrasou na sala de cirurgia foi Callie. Ela e Arizona não estão tendo tanto destaque na parte dramática, mas pelo menos como médicas ambas estão indo muito bem. Assim como Derek que tentou uma nova técnica pra a retirada de um tumor no cérebro de uma adolescente que por sinal deu muito certo.
E parece que a história entre Lexie e Sloan está voltando depois de muito tempo, rolou até uma tensão com a nova namorada do cara. Pelo visto Jackson vai ficar chupando dedo por que tá claro que Little Grey ainda está muito afim do cirurgião plástico e só vai sobrar mesmo Kepner pra livrar o rapaz das mágoas, coisa que já estava mais que na hora de acontecer. Só fico em dúvida se a história amorosa de Kepner vai rolar com Jackson ou Karev, mas a verdade é que isso é a coisa que menos me importa.

Review: Grey’s Anatomy 8×05/06 – Love, Loss and Legacy/ Poker Face

Grey’s Anatomy avança na medicina e na qualidade dos episódios.

Durante as ultimas semanas o drama médico vem nos proporcionando momentos bem agradáveis de acompanhar. Os produtores e roteiristas estão acertando em cheio, dando prioridade a momentos cômicos e dando uma trégua no drama excessivo e sem sentido que quase nos fez cortar os pulsos na ultima temporada.
É claro que precisa ter um balanço entre os dois gêneros de narrativa. Enquanto os restantes dos personagens usufruem da diversão e da leveza, os momentos mais tensos, mas também não tão tensos assim, são vividos por Meredith e Derek. O casal ainda enfrenta alguns problemas no casamento e sente a ausência de Zola. Por ironia do destino a bebê acaba aparecendo no hospital precisando de cuidados médicos e acaba aumentando o sofrimento do casal.
Em minha opinião o obvio é que mais cedo ou mais tarde a menina estará nos braços dos dois, a não ser que Titia Shonda resolva no surpreender fazendo o contrário do que o público quer.
Mas uma coisa que com certeza o público gostou foi a visita da Drª Catherine Avery, mãe de Jackson, que é uma brilhante urologista e está prestes a conseguir um grande avanço na medicina fazendo o  primeiro transplante de pênis. O que faz toda a diferença é o carisma e a ousadia de Catherine que chegou causando no Seattle Grace Hospital, colocando Mark e seu ego na plástica em seu devido lugar, dando alfinetadas na vida dos residentes, além de dar conselhos amorosos pra April.
Um personagem que está bem perdido é Alex, acho que falta de um interesse amoroso acaba prejudicando um pouco o personagem. Talvez seja pelo ainda não desfecho de sua história com Izzie, que sabemos que poderá não acontecer, mas que com certeza é uma coisa que o público quer ver. Em cada temporada o personagem está com uma garota diferente e isso faz com  o público se importe menos com ele.
O mesmo está acontecendo com Lexie, que voltou nesse episódio, mas não teve um bom aproveitamento. Agora a personagem está namorando Avery, mas já esteve com Alex e viveu uma grande história com Mark. Mas esse acerto entre casal está demorando tanto que corre o risco do público se desinteressar cada vez mais. Little Grey passou todo o episódio 3×06 – Poker Face fazendo as vontades de Derek e só conseguiu se sair bem com por causa das dicas da irmã.
Meredith, porém continua procurando se encontrar novamente. Agora fora da neurocirurgia ela se aventura na obstetrícia virando motivo de piada pro restantes dos residentes. Um grande avanço desse episódio foi ver que ela e Derek finalmente estão bem, pois ninguém mais aguentava seus chiliques.
Outra personagem que está voltando as suas origens é Bailey. Gosto muito que explorem novamente esse seu lado nazista, falando verdades na cara dos residentes principalmente na de Meredith. Não me interesso nem um pouco em seu drama amoroso, assim como não me importo com Teddy (Me recuso a falar algo mais dessa personagem dispensável). Prefiro muito mais o lado comédia que funciona muito bem com ela e que também funciona muito bem com Richard. Foi uma sacada muito boa dos roteiristas encaixarem ele nesse lado da trama, pois verdade seja dita, fora da chefia ele não tem muita função.

Assim como Richard não tem muita função fora da chefia, Mark também não tem longe de Lexie, mas a parte cômica funciona muito bem pra ele, ainda mais se juntando com Arizona. Depois de toda tensão entre os dois na temporada passada, finalmente eles estão se tornando amigos, mas isso pra desespero de Callie que não consegue mais ter seus momentos de intimidade com a esposa.
Ao contrário de Callie e Arizona, quem anda conseguindo ter bastantes momentos de intimidade é Cristina e Owen. O casal andou experimentando vários ambientes do hospital em seus momentos mais quentes, mas quem acabou não se dando bem nessa história foi Richard, que se deparou com vários desses momentos sem querer.
Pelo que podemos comprovar o clima da série está bem leve e eu estou gostando disso. Mas como estamos falando de Grey’s é bom a gente se preparar por que Shonda Rimes sabe muito bem fazer uma situação leve virar drama de uma hora pra outra.
PS: Quem não riu junto com Meredith e Cristina na hora que April tentou dar uma de durona? Esse jeito não cola com ela.

@Wellington_Ign

Frases – 7° Temporada de Grey’s Anatomy

Frases e pequenos textos citados na 7° Temporada de Grey’s Anatomy, CONFIRA:



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Review – Grey’s Anatomy 8×04 – What Is It About Men

Está mais do que comprovado que Grey’s Anatomy voltou com tudo nessa 8ª temporada.

Eu que não tinha muitas expectativas estou me surpreendendo positivamente a cada episódio. Shonda Rimes e sua equipe competente de roteiristas vem acertando em cheio, trazendo aquela qualidade e agilidade no roteiro dos episódios. Qualidade que víamos nos primeiros anos, mas que agora se torna mais interessante, pois nossos cirurgiões principais que antes eram praticamente adolescentes agora amadureceram e isso acaba se tornando muito mais interessante de acompanhar.
O episódio dessa semana trouxe uma visão diferente, geralmente somos presenteados com momentos de drama ou comédia vividos na maioria das vezes pelas mulheres da série, mas dessa vez tivemos esses momentos vivenciados pelos homens, é claro que de drama não teve nada, foram mais momentos engraçados vividos pelos cuecas do Seattle Grace.
Por mais que o episódio possa ter agradado o público feminino, pelo fato de só destacar as figuras masculinas, ele também foi feito creio eu pensando principalmente no público masculino da série, não teve draminhas de adoção e nem aborto e sim piadinhas de chulé, disfunção erétil e até de ficção cientifica.
Gostei muito da história dos nerds na disputa pela TARDIS de Doctor Who. Isso mostra que Rimes anda antenada nesse mundo e até começo a me animar e querer mais outras referências na série.

Tivemos casos bem agradáveis de acompanhar, como o do nerd que apenas quebrou os dedos dos pés na disputa pela TARDIS, mas que acabou precisando de cirurgia após enfrentar outro paciente violento, tudo para ter mais adrenalina e impressionar April, que segundo ele se parece com a princesa Dothraki, olha aí outra referência, dessa vez às “Crônicas de Gelo e Fogo”.

Mas esse cenário serviu de base para o que estava acontecendo com nossos personagens. Owen agora precisar aprender a renunciar a adrenalina da sala de urgência e das cirurgias, coisa que ele estava acostumado, para fazer o trabalho burocrático do hospital, mas até que ele se saiu bem, não ficou aquele mi-mi-mi que Derek fazia na 6ª temporada. E por falar em Derek, vou dizer que o personagem está bem chato, ultimamente não tenho gostado de suas atitudes, até entendi o discurso dele para Meredith no episódio passado, mas ainda sinto certo exagero, concordo com Karev dizendo que ele é um idiota, pois simplesmente estou começando a ter aversão ao personagem.
Ao contrário de Derek, Mark anda mandando bem apesar de pegar no pé de Avery em relação à cirurgia plástica, mas tudo acaba funcionando porque as cenas são direcionadas para o lado cômico. Mark antigamente era elemento para fazer causar dentro do hospital, sendo em sua relação com Derek e Addison ou com as mulheres em geral, mas agora o melhor direcionamento para ele é explorando esse lado já que a história dele com Lexie está estacionada, assim como a participação da atriz Chyler Leigh na série, mas já podemos ficar aliviados, pois segundos fontes online a personagem já volta no próximo episódio do dia 13/10.
Outra dinâmica que deu muito certo também foi a do Richard com Karev e Avery, pelo visto agora ele servirá como uma espécie de mentor para os jovens residentes além de brigar por casos na urgência do hospital. Foi engraçado quando ele viu que a única paciente que ele conseguiu tinha machucados falsos.
Uma coisa que realmente não me interessa é o triângulo amoroso de Bailey. O pior é que o tal do Dr. Warren some por quase um ano e agora volta do nada com ciúmes da médica, é um assunto que não vale a pena ser discutido.
Depois de quatro episódios bons só esperamos que a temporada continue nesse nível, por que com tanta série bomba nessa Fall Season iremos precisar de uma boa dose semanal de titia Shonda pra animar nossos dias.
PS: Teddy fez figuração no episódio aparecendo somente em uma cena e sem nenhuma fala. Existe personagem mais dispensável?
PS²: Derek construiu uma varanda torta e fico me perguntando por que um neurocirurgião rico ainda não contratou um profissional pra fazer isso.

Review – Grey’s Anatomy 8×03 – Take the Lead

Impressionante como um bom texto pode fazer toda a diferença.

Grey’s Anatomy fez um ótimo episódio essa semana e o diálogo da cena final entre Meredith e Derek me fez sentir que os rumos pra essa 8ª temporada podem estar muito certos.

O casal ainda vem enfrentando as conseqüências da sabotagem de Meredith, o que acabou lhes custando a perda da guarda de Zola. Como eu já havia falado na ultima review, tinha achado a reação de Derek exagerada demais e por causa disso achei que a resolução para que o casal se acertasse fosse muito simples, mas toda a justificativa de Derek para sua reação fez todo o sentido. Olhando o contexto da série vemos que ele já sofreu demais com os impulsos de Meredith, coisa que ele odeia e que faz amá-la ao mesmo tempo. E para que o relacionamento do casal volte a dar certo eles terão que trabalhar separados. Agora é ver onde isso vai dar.
Fora o shiper MerDer, o restante dos personagens parecem não estar vivendo um grande drama. Christina e Owen que tiveram certo desconforto entre si, logo se acertaram. Na verdade a dinâmica do casal foi até divertida, após todo o drama do aborto.
Owen que agora é o novo Chefe do hospital, após a desistência de Richard, começa a enfrentar alguns problemas com Bailey. Senti que no fundo ela queria que o Cheif tivesse escolhido ela para gerenciar o hospital. Mas esses “problemas” com Bailey acabam não passando de implicância dela, causando mais momentos divertidos na série.
E finalmente chegou a hora dos residentes começarem a operar sozinhos. Teve drama com o paciente de Alex, que treinou para operar do lado contrário, esquecendo que a partir daquele momento ele que conduziria a cirurgia. Alex quase estragou tudo, mas acabou se saindo eficiente, se bem que o paciente já não tinha mais chance e isso não fez diferença.
Meredith foi brilhante, fazendo juz ao sobrenome Grey e nem a tensão com Derek fez ela se sair mal, mas foi o motivo para que ela chegasse a conclusão de que os dois não podem mais trabalhar juntos.
Cristina foi demais, é impressionante como a atriz consegue executar cenas dramáticas e ser cômica com tanta competência. Achei ótimo o tratamento com os novos internos. E o melhor foi na hora da cirurgia onde  ela não lembrava como fazer um procedimento simples que nem a própria Teddy se recordava. Foi hilário.
Já Avery após ter convencido Arizona que ele seria capaz de fazer uma cirurgia plástica em um bebê, voltou atrás na ultima hora e preferiu chamar Sloan para fazer o procedimento. Na verdade nada disso me importa, pois o que me incomodou mesmo foi a ausência de Little Grey, que não apareceu no episódio nem pra dizer oi ou balançar a cabeça. Espero que nas próximas semanas não deixem ela de fora.
Parece que Grey’s Anatomy voltou a sua velha e boa fórmula. Drama focando em quem realmente é protagonista, tensão dentro das salas de cirurgia e dinâmica nas partes cômicas. Esperamos que o restante da temporada siga nesse ritmo.

@Wellington_Ign

Review – Grey’s Anatomy 8×01/02 – Free Falling/ She’s Gone [Season Premiere]

Grey’s Anatomy está de volta! Depois de um season finale decepcionante, pelo menos pra mim, e muitos boatos sobre renovações ou não renovações a série volta com uma premiere dupla que na verdade pareceu ter umas 5 horas, mas que até que me agradou no sentido geral.
A verdade é que Grey’s Anatomy já não me impulsiona mais como antes, digo tanto em season finale quanto em premiere. Ambos me faziam ficar ansioso e roendo as unhas para ver o que ia acontecer, coisa que não aconteceu nesses meses de espera. Como fã da série queria muito que ela voltasse, mas não com tanto entusiasmo e acho que foi isso que me fez gostar desse início de temporada, apesar de ter sido bem longo.
A temporada começou praticamente de onde paramos no season finale passado. Derek e Meredith separados por causa da sabotagem no estudo clínico. Meredith continua cuidando de Zola dividindo o tempo que os dois ficam com a criança já que estão separados.
Juro que até agora eu não consigo entender o exagero de Derek nisso tudo. Meredith cometeu um erro, ta um erro dos bem grandes, e ele têm todo o direito de ficar put## da vida, mas uma hora ele teria que superar e seguir em frente, afinal o casal prometeu amores um ao outro durante sete anos e agora por causa de uma má ação tudo vem por água abaixo? Durante todo o episódio vimos essa história desenrolar e bem lentamente. Meredith logo no início do episódio é demitida e isso causa mais problemas no processo para adotar Zola.
Enquanto Meredith vive esses conflitos com Derek, Christina continua no dilema da gravidez indesejada. Já nessa parte da história eu até compreendo as atitudes de Owen com a frustração de querer ser pai e saber que nunca vai poder ser ao lado da mulher que ama, faz muito mais sentido do que as atitudes de Derek.
Como plano de fundo pra essas histórias pessoais o episódio nos apresenta um acidente digno de season finale, talvez seja isso que tenha faltado no episódio de quatro meses atrás. Uma cratera se abre no meio da cidade, deixando muitos feridos. A história se foca no drama de um casal que está em crise e acaba sendo engolido pela cratera quando acabam de terminar o relacionamento. Achei bem interessante iniciarem o episódio mostrando as cenas dos dois, me pareceu muito série procedural, ou até mesmo como House que inicia o episódio mostrando o caso do dia, poderiam explorar mais disso.
April enfrenta seu primeiro dia como residente chefe e como era de se esperar ninguém obedece a moça, confesso que não gostei desse plot e preferia que o Owen tivesse escolhido o Karev para o cargo, garanto que seria muito mais interessante explorar ele no comando enquanto todos os odeiam por ter entregado Meredith. E por fala em Karev vimos ele enfrentar  o desprezo da galera exceto Arizona, mesmo assim ele consegue mostrar suas habilidades como médico sendo nítido que a pediatria parece ser o caminho certo a seguir.
Lexie não teve um destaque relevante no episódio, a moça está bem em seu relacionamento com Avery e pelo menos agora não mostrou nenhuma inclinação para Mark. Ele, no entanto continua no papel de pai orgulhoso ao lado de Callie e Arizona e ao que parece esse ano não teremos nenhum drama pras duas e isso é mais do que justo depois de todos os acontecimentos do ultimo ano.
Os momentos mais divertidos do episódio ficaram por conta da história do “Gunther”. “Gunther” é uma espécie de trabalho em conjunto onde os residentes fazem de tudo para o paciente em caso terminal não morrer e no final um acaba se destacando. Esses momentos me lembraram muito a época onde os personagens principais eram internos sendo supervisionados por Bailey. Christina, Alex, Avery e April nos proporcionaram momentos muito engraçados com confusão atrás de confusão para salvar a paciente escolhida para a tarefa e no final quem acabou se destacando foi Avery.
Mais o fato importante do episódio foi o Cheif Webber assumindo culpa no lugar de Meredith pela sabotagem no estudo de Derek e eu que gostei da atitude dele. O Cheif acabou reconhecendo o que Meredith fez por Adele e o que mais me incomoda é que Derek ainda não vê isso e essa história parece que vai se estender por mais algum tempo.
Posso dizer que a série teve um bom início de temporada apesar de ter achado um exagero a premiere ter sido dupla. Acontece é que o fôlego da série não é mais ou mesmo desde o final da sexta temporada e por ser tão fã desejo que não estraguem a série estendendo demais a história.
PS: Ao mesmo tempo em que Meredith perde a guarda de Zola, Christina faz o aborto com o apoio de Owen.
PS²: Alguém se importa com a história de Teddy e Henry? Eu não.

@Wellington_Ign