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Opinião: Charlie Sheen de volta a Two and a half men?

 Especulações e mais especulações.

Desde que Charlie Sheen foi “demitido” criaram se muitos boatos de como o ator poderia voltar a série, mesmo após que Kutcher entrou para o elenco.Podemos afirmar que o roteiro desta temporada está dando muitas brechas, o roteiro está todo bem preparado para uma possível volta.

Desde o começo dessa nova temporada criaram se brechas para a volta de Sheen por exemplo nos últimos episódios o assunto “Charlie Harper” foi muito focado, com Alan sentindo a falta do irmão, depois acabou entrando em colapso quando ele mesmo pensou que era Charlie Harper.

 No episódio passado por exemplo surgiram vários boatos da possível volta, com Jake  em Paris, Alan e Walden iriam buscar o garoto na cidade e ao mesmo tempo Jake encontra com um mendigo que o reconhece que era Charlie Harper.

                                                 Como seria os dois atuando juntos?

Entre uma das especulações está a perca de memória de Charlie, o mesmo tendo pago a outra para fingir sua morte e o reconhecimento do corpo errado.Autores estão ajudando a escrever o complexo roteiro que permita a volta do ator de uma maneira aceitável.

Outras fontes confirmam que Sheen nunca teve uma cláusula de moralidade em seu contrato que permite a Warner Bros demiti-lo se ele tivesse um comportamento inadequado, que tem um impacto negativo sobre a série e ainda falam que a volta seria em 2012.

 No mês de abril em um dos capítulos da turnê “My Violent Torpedo Of Truth/Defeat Is Not An Option” na cidade de Nova York, Sheen convidou o produtor Chuck Lorre a comparecer ao palco do Radio City Music Hall na próxima apresentação e revelou querer consertar as coisas em Two And A Half Men, É claro que eu quero meu trabalho de volta“.No mesmo mês em uma entrevista a uma rádio norte-americana WBZ-FMCharlie afirmou que estão havendo negociações sobre a sua volta à série. “Eles me pediram pra não divulgar nada sobre o assunto“, disse Sheen. 

Se o corpo era irreconhecível, como podem provar que era ele? Toda a apelação para segurar a audiência (Walden pelado, beijo gay…) seria para algum motivo maior?

Além de tudo isso, volto com a velha questão do 
marketing. Muitos de nós temos plena convicção de que isso tudo não passa de uma jogada capitalista.

Especulações a parte acho bem possível essa volta de Charlie Sheen a série e além de tudo isso, tem a questão do marketing, que toda essa revolta e brigas verbais fossem uma estratégia de marketing para quando a série voltar em sua última temporada com uma ótima audiência.Se for verdade, o retorno está próximo.

Sendo Charlie Sheen um idiota ou não, o que me importa é ele no seriado. Aguardo ansioso pela volta!

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Opinião: Man Up!

Será que vale a pena ver uma série que já foi cancelada, logo do inicio da sua exibição?

Man Up! Gira em torno de três homens adultos que têm comportamento infantil ​​e ao todo tempo tem sua 
masculinidade questionada, até certo ponto que decidem que é hora de, finalmente, crescer e liberar o verdadeiro homem que existe dentro deles.

Entre eles
 o primeiro é Will (Mather Zickel), um pai de família, vendedor de seguros, que não fica longe de seu Playstation 3 e que
 se envergonha por não ser como seu avô, que lutou na Segunda Guerra Mundial, ou seu pai, que serviu o país no Vietnã.

Will é casado com Theresa (Teri Polo), uma “super mãe” que não desgruda do Facebook e que dita as decisões tomada na casa.O casal tem um filho, Nathan (Jake Johnson), de 13 anos.

O segundo é Craig (Christopher Moynihan), um metressexual sensível, que ainda é apaixonado pela ex-namorada, dos tempos da faculdade, que estava prestes a se casar no primeiro episódio da série.

E o último e não menos engraçado é Kenny (Dan Fogler), irmão de Theresa, que se sente desconfortável pelo fato de que sua ex-esposa Bridgette (Amanda Detmer) já está em outro relacionamento e precisa conter seus maiores momentos de raiva com Grant (Henry Simmons) atual namorado de Bridgette, que ao contrário de os três primeiros citados é um homem de verdade e de fato não conhecia Star Wars.

A série até lembra um pouco de Modern Family e Men of a Certain Age, com o mesmo clima de família Dunphy e com o drama bem parecido com a segunda.

A sitcom estreou com uma média bem modesta, chegando a 7.80 milhões e 2.4 no ratings, ao longo do episódio a série teve um declínio na audiência de 12% entre o primeiro e segundo semestres da estréia, caindo mais e mais a cada episódio que passava.

Com tudo isso acontecendo a ABC não pensou duas vezes e não deu Man Up! uma temporada completa e agora deixaram a série fora da mid-season. Com base no calendário atual, nem sequer os 13 episódios encomendados vai ao ar.

Especial: Family Guy: Uma Família da Pesada

Você já se apaixonou por um desenho polêmico e insano, que pouco liga se você não gosta de cenas fortes, nojentas, sexo, bebidas, drogas ou vômitos?
Não? Pois apresento agora, Family Guy!


É uma comédia no-sense, não tem como não ficar com um sorrisinho bobo no rosto, sempre, eu digo sempre, te faz rir de qualquer jeito. O show foi criado em 1999, por Seth …, que dá a voz à Peter, Stewie, Quagmire, Tom Tucker, entre outros da história. Quer comparar Family Guy com Simpsons? Ok, Simpsons não chega aos pés de Family Guy, pois seu roteiro é mais inteligente e um tanto infantil. E olha que The Simpsons era um dos meus preferidos até conhecer isso aqui.
“Uma Família da Pesada” (no Brasil), é idiota, hilário, insano e ao mesmo tempo inteligente, pois encaixa um roteiro no-sense e divertido, meio que trash, satirizando vários filmes clássicos, programas e pessoas, fazendo clichês terem o seu momento, ganhando humor. No DVD da 7° Temporada (que não tem episódios da 7°, mas sim da 5° e 6°), tem um especial dos 100 episódios de Family Guy, e o curioso é que Seth faz entrevistas com pessoas que nunca viram Family Guy, e que mostram opiniões horríveis sobre o show, dizendo que é idiota, maluco, que não recomendaria para os amigos e que seus filhos não iriam assistir, mas porque Seth fez uma entrevista com essas pessoas e deixaram estes comentários no DVD? PORQUE ELE NÃO SE IMPORTA! Family Guy não se importa se você acha o show horrível ou idiota, porque esse é o espírito do enredo, uma comédia hilária, o melhor desenho da atualidade em minha opinião.
Family Guy, ou no brasil Uma Familia da Pesada é uma animação norte americana criada por não mais não menos Seth MacFarlane, ela foi criada em 1999 para a FOX. Seth MacFarlane alem de ser o autor da serie tambem faz muitas das vozes dos personagens como Peter, Brian, Stewie entre muitos outros.
A serie é baseada em mostrar a louca vida de Peter Griffin com a sua família de classe media, a serie chegou até ser cancelada duas vezes, a primeira vez foi depois da 2º temporada e ela voltou somente depois de vários pedidos de fãs da serie e levaram ao executivo do canal a voltar atraz do cancelamento, e então apos a 3º temporada ter uma exibição irregular o programa voltou a ser cancelado, e de novo vários esforços dos fns foram feitos para tentar voltar a serie ao are com isso uma petição on-line foi escrita e em poucas semanas já tinha mais de 10mil assinaturas que em um pouco mais atingiu a marca dos 100mil. Apesar disso tudo sido feito foi inútil, pois não voltaram atrás. Apos algum tempo ela conseguiu uma segunda chance apos um bon indice de audiência em suas reprises nos estados unidos no bloco chamado Adult Swim e ótimas vendas de DvD’s das temporadas.
Stewie Griffin
Um bebê fora do normal, e o melhor personagem que funciona em Family Guy. Se não tiver um episódio com Stewie, pode saber que não foi bom. Stewie é um bebê que fala, nas primeiras
temporadas é mau-humorado e gay, quer sempre matar sua mãe Lois, por ela ser tão atenciosa com ele, entre outros motivos. Ele demora muito pra ser amigo de Brian, mas depois vira
seu melhor amigo, o legal são as viagens que eles fazem. Eles já foram pra Alemanha, Polo-Norte…ENFIM, haha. Stewie tem o desejo de matar todos que atrapalham seus planos, inclusive
o brócolis que sua mãe o obriga comer, o Papai Noel, mas sério mesmo, qualquer um que atrapalha seus planos de vingança.
Explicando melhor, Stewie Girffin é o filho mais novo e tem apenas 1 ano de idade e tem só um objetivo: “Domínio total do Mundo”. Com uma forte pronúncia britânica, Stewie prometeu a si mesmo ainda na barriga de sua mãe que quando saísse daquela prisão (Bastilha como o próprio prefere referir), venceria a tirania matriarcal de Lois. Mais apesar das muitas tentativas, Lois tem conseguido escapar às investidas de Stewie está acompanhado de seu urso, o fiel amigo Rupert.
Brian “Griffin”
Brian é o cão da família, mas é muito mais do que um cão. Além da sua capacidade de falar, Brian é estudioso e um gentleman, e de toda a família é o mais eloquente. Brian é a pessoa que mais recorre em tempos de crise, mas os comentários sarcásticos de Brian são secos. Brian é conhecido por beber um pouquinho. Alguns dizem que é para apagar a dor causada pelo estígma social de ser um cachorro. Outros dizem que é para ele esquecer da época em que conheceu Peter, quando era um sem-teto que limpava pára-brisas por uns trocados. Em meados da 3° e 4° Temporadas, Brian e Stewie se aproximam e viajam para vários lugares, sendo os melhores episódios de Family Guy.
O engraçado é que Brian também tem mania de pegar garotas, garotas mesmo, tipo mulheres bem atraentes.
Peter Griffin

É um cara grandalhão, tempestuoso e adorável, que não tem medo de falar o que pensa: geralmente a coisa errada na hora errada. Ele mora em Quahog, com a esposa Lois, e os filhos Chris, Meg e Stewie, junto com seu melhor amigo Brian, o cachorro da família. Peter é capaz de fazer qualquer coisa pela família, desde que isso não atrapalhe seu horário de assistir TV. O que lhe falta em bom senso e discernimento, ele recompensa em entusiasmo. Geralmente vai longe demais quando sempre surge uma idéia, acredite, uma mais idiota que a outra.





Lois Griffin
É uma dona de casa dos dias modernos, que encontra tempo para cozinhar, limpar, realizar tarefas domésticas, ensinar piano e evitar ataques diários contra sua vida, sempre orquestrados por seu filhinho Stewie. É claro que amor de mãe é imenso, tão imenso que neste caso Lois é completamente cega em relação as intenções de assassino de Stewie, atribuindo amor eterno temperamento ofensivo ao velho e simples resmungo. Lois geralmente é a voz da razão que Peter não consegue ouvir até que seja tarde demais. No entanto, até mesmo é capaz de perder temporariamente o juízo, tanto que já traiu Peter e às vezes ele nem liga.
Chris Griffin
É um garoto de 13 anos de um enorme coração. É o filho do meio de Peter e Lois, não tem muitos amigos, freqüentemente fala com si próprio, e às vezes, passa um bom tempo sozinho no quarto (bom, pelo menos é o que parece). Na verdade, ele é atormentado por um macaco demoníaco que mora em seu armário. Apesar de dizer aos pais sobre o primata desprezível, eles sempre se mostram indiferentes de ao seu clamor. Chris idolatra Peter e faz tudo para não desapontá-lo. Para a sorte do garoto, as expectativas do pai em relação a ele, são mínimas. Ainda assim, ele tem aptidão para seus talentos, um deles é desenhar.
e…………
Meg Griffin (vadia)

Brincadeira. Porque deixei Meg por último? Simples, a essência de Family Guy é menosprezar Meg, deixá-la de canto, humilhá-la DEMAIS, um alvo de piadas, e fazer do personagem um lixo. Meg tem uma cara azeda, sua vida é uma merda, quer fazer amigos mas não consegue, quer arranjar namorados, mas quando arranja sempre é um louco, etc. Meg de 16 anos, é sempre lembrada que é uma perdedora, e está sendo lutando para ser aceita no melhor grupo, ou qualquer outro disponível. Como muitas garotas de sua idade, é humilhada pela própria família, sorte que as outras garotas não ter um pai como Peter Griffin, Como Na verdade, Meg é uma pessoa maravilhosa e solitária, mas se esforça demais sendo uma pessoa que não é, só para arranjar amigos.


Também tem o Quagmire, um cara louco por sexo. Joe, um policial musculoso e paraplégico. O velho e pedófilo que tem uma paixão por Chris, o Sr. Herbert. O âncora do Jornal Quahog, Tom Tucker e âncora Dianne Simmons, que fica expondo suas intimidades quando o jornal está no ar. Teve também o Cleveland, que nos meados da 7° ou 8° Temporada (não lembro bem), ele se mudou da cidade para ter seu próprio seriado “The Cleveland Show”. É isso mesmo, este é um Spin-off de Family Guy, que Cleveland mora agora com sua ex-esposa e seus filhos, e tem até um urso falante, é legalzinha e dá pra rir. O engraçado é que em Family Guy faz comédia com o próprio Spin-off. Um exemplo disso foi no episódio “8×20- The Splendid Source“, onde Donna a mulher de Cleveland fala que não vê os Griffin desde o seu casamento, dizendo que está esperando um presente, aí Peter faz uma réplica “O presente foi o desenho dele“, coisas do tipo.
Sobre o Criador:
Seth Woodbury MacFarlane é um comediante americano , cantor, animador, escritor, produtor, ator, dublador e compositor. Seth MacFarlane mais conhecido como o criador de Family Guy da Fox tambem foi ganhador do Enmy War e foi o produtor execultivo da breve série de televisão The Winner.
Fez a dublagem de varios personagens do Family Guy, como ator ele fez apresentações especiais em shows como Gilmore Gilrs entre outros e tambem teve a chance de fazer a dublagem do personagem Jonhann Krauss em Hellboy 2. Ele ocasionalmente faz palestras em universidades e colegios dos Estados Unidos e um recem acordo com a FOX fez de Seth MacFarlane o mais bem pago escritor e produtor da historia da televisão. Ele mora em Los Angeles, Califórnia onde comprou uma casa de 14 milhões de dolares e recebeu 100 milhões da FOX pelo o contrato com eles.
Seth MacFarlane recebeu seu diploma do colégio em 1991 na Kent School em Conneticut. Seu professor, Richard W. Schell, reprovou publicamente o “baixo” estilo de humor de MacFarlane a pediu para a FOX não exibir o Family Guy.
Seth MacFarlane estudou animação na Rhode Island School of Design onde se formou em Bacharel de Belas Artes. Ele teve varias ideias quando estudate como trabalhar para a Walt Disney mais mudou de idéia depois de se graduar na RISD. Durante a faculdade, ele criou um curta intitulado The Life of Larry. Seu professor na RISD submeteu seus desenhos para a Hanna-Barbera, onde foi empregado mais tarde.

Apresento agora alguns vídeos de algumas das melhores cenas:






E ABERTURA GENTE? Tão épica! A letra fala que hoje só tem violência nos filmes e sexo na TV, e que agora chega um programa pra rir e chorar com harmonia, sorrindo todo dia, e que pode ser uma piada. O curioso é que, na minha opinião, o criador fica se gabando porque os personagens cantam “Por sorte tem um homem que, positivamente pode fazer, todas as coisas que nos fazem rir e chorar, ele é um cara de Família”, EU CONCOOOOOOOOORDO! Agradeço demais o Seth pela criação desde desenho, e mostrar a parte insana de uma família.

A 10° temporada tem sua estréia agora dia 25 de Setembro, na Fox, e decidi fazer suas reviews. Graças à Deus que acabou aqueles especiais de Star Wars, odiava quando tinha um. Desde a 7° Temporada, Family Guy começou a satirizar os episódios de Stars Wars. Teve o “7×01- Blue Harvest“, o “8×20– Something, Something, Something, Dark Side” e o último “9×21- It’s a Trap!“. Não sei porque este último teve realise como o 21° capítulo da temporada, porque a 9° teve 18 episódios (17, se considerar os episódios “9×07-08- Road to North Phole” como um só).
P.S: Não sei ainda o porque, mas os episódios são exibidos fora de ordem, porque a Fox faz isso? Tipo o FX (que é irmão da Fox), apresenta hoje em dia a 10° Temporada, mas que na verdade é a 9°, bem confuso e tenho ódio disso. E como falei até os dvd’s ORIGINAISexibidos fora de ordem, porque a Fox faz isso? Tipo o FX (que é irmão da Fox), apresenta hoje em dia a 10° Temporada, mas que na verdade é a 9°, bem confuso e tenho ódio disso. E como falei até os dvd’s ORIGINAIS tem episódios fora de ordem de suas temporadas, e às vezes nem tem episódios da Temporada que é do DVD, tipo da 7° Temporada não tem episódios da 7°. Enfim, mesmo assim
você pode assistir de qualquer episódio e em qualquer temporada, só tem que reconhecer os personagens e storylines.
Créditos: Family Guy BR

Opinião – The Nine Lives of Chloe King


Eu acompanhei semanalmente, eu achei a série bem rasa por causa da sua emissora de origem. Agora que a série foi cancelada, eu fiquei um pouco desapontado.
A premissa é bem o que se passa nas séries atuais sobrenaturais, Chloe é uma adolescente que quando faz 16 anos, começa sua transformação de gata. E também ela têm nove vidas. Ela perde a primeira vida no episódio piloto.

Eu quando vi o piloto da série eu fiquei meio indeciso se gostei ou não porque eu gostei do enredo, já que onda dessa temporada é temas sobrenaturais, mas achei os efeitos especiais muito ruins nos primeiros episódios. Eu como achava que a série poderia dificilmente melhorar, continuei a ver.

Eu continuei vendo a série, o episódio 1×02 foi razoável, não foi nada demais. O 1×03 também foi do mesmo nível, mas o 1×04 me surpreendeu, os efeitos melhoraram e tudo mais.
No 1×05 teve o plot mais tosco da série, que foi o plot das gêmeas brasileiras Mai que queriam levar Chloe para o Brasil. Realmente foi bem estranho, mas depois disso a série só melhorou.

Do 1×06 ao 1×09 eles continuaram no mesmo nível. O que me surpreendeu foi a Summer Finale da série que teve um ponto muito bem apresentado. Foi a coragem de colocar bastantes cliffhangers! Chloe morra outra vez, beija o Brian e Brian morre. Jasmine e Valentina morrem por causa de Zane e Alek descobriu que Zane é seu irmão! Muita coisa aconteceu.

Eu realmente vendo essa Summer Finale, eu pensava que a série poderia ser renovada porque se não, muitas respostas ficariam pendentes. Eu já sabia que a audiência não era boa, mas acreditava que poderia mudar.

Fiquei desapontado porque a série ficou sem conclusão, o que eu particularmente odeio quando a série é cancelada. Mas pelo menos The Nine Lives of Chloe King que só teve 10 episódios foi um exemplo que uma série bem ruim pode melhorar e muito.

Opinião – 1ª Temporada de Falling Skies

             

Com certeza antes de sua estréia Falling Skies era uma das séries mais aguardadas pelo público, mas acabou decepcionando boa parte dele. Muitos afirmaram que o programa não cumpriu nem metade da qualidade prometida, mas eu, mesmo não tendo achado uma maravilha, muito menos classificando como a melhor estréia, acabei gostando daquilo que assisti e foi uma boa distração nesse período em que nossas séries preferidas estão de férias.

O drama produzido pelo TNT é mais uma que leva o nome de Steven Spielberg. Gira em torno da luta de um grupo de sobreviventes. Após um terrível ataque alienígena boa parte das pessoas do nosso planeta é dizimada, além de desativar completamente todos os nossos equipamentos eletroeletrônicos. Esses grupos de pessoas acabam formando organizações chamadas de “resistência”, tentando se proteger e tentar viver no meio desse completo caos, lutando com o inimigo.


O elenco da série é composto pelo protagonista Tom Mason (Noah Wyle, ER), que na trama vive um professor de história que tenta de tudo para trazer se filho Ben de volta, após ter sido seqüestrado e escravizado pelos alienígenas. Além dele, temos também a médica Anne Grass (Moon Bloodgood), Matt (Maxim Knight) e Hall Mason (Drew Hoy), Daí (Peter Shinkoda) e Will Patton.


Em seu primeiro episódio, a série registrou 5,9 milhões de telespectadores, um número bastante alto para um programa exibido em um canal de TV a cabo. O problema é que muitas pessoas criaram grandes expectativa em relação a série e quando conferiu o resultado acabaram se decepcionando um pouco. Durante toda semana, quando procurara por um novo episódio, eu encontrava vários comentários de revoltas e críticas negativas, mas isso não me impediu de continuar vendo até o último episódio.


Eu particularmente gostei, foram dez episódios que me distraíram, confesso que alguns eu classifico como entediantes, o primeiro episódio é um desses. Achei que foi algo desnecessário um episódio duplo para iniciar a série, acabou ficando um tanto arrastado e cansativo, mas depois a cada semana eu fui aprendendo a gostar. A trama é boa, poderia ter sido aproveitada melhor, mas eu acabei gostando bastante de como seguiu ao longo das semanas e sempre fiquei esperando ansiosamente pelo episódio seguinte.

                           
A season finale da série foi um ponto que pra mim deixou um pouco a desejar. Não estou dizendo que foi ruim, mas depois daquele vídeo promocional exibido eu criei grandes expectativas em torno do episódio.Mesmo assim achei que encerrou de maneira satisfatória a temporada, principalmente com aqueles últimos minutos onde esse primeiro ano da série foi encerrado com Tom entrando na nave dos aliens.


Com certeza voltarei a ver quando a segunda temporada estrear. Como disse no início do post, Falling Skies foi uma boa distração nesse período em que boa parte das nossas séries preferidas estão de férias. E vocês, gostaram da primeira temporada da série?

Conheça Melhor – Warehouse 13


                   
Primeiro vou dizer que nunca escrevi nada sobre série na vida e esse meu primeiro texto “oficial”. Então esse texto não vai sair essa maravilha toda que pessoal do blog espera e no final não fará sentido nenhum.  Eu tentarei fazer texto de sem spoilers ,para o caso de alguém decidir ver a serie.
Agora vamos ao que interessa.

Warehouse 13

Criada por Jane Espenson (Torchwood) e D. Brent Mote;  A série segue  Myka Bering, (Joanne Kelly, vista em  Castle)  e Peter Lattimer (Eddie McClintock,  Bones) dois agentes secreto  que tem a missão de encontrar  artefactos sobrenaturais e coloca-los em um local seguro.
No  início da 1º Temporada, Pete e Myka, que foram transferidos contra sua vontade para um departamento secreto do Gov em  Dakota do Sul, relutam muito  em serem parceiros.
As vezes as cenas dos dois parecem bobas e sem sentido. As vezes  ficam implicando um com outro por motivos infantis, mas  no final, é isso que acaba por ser gostoso na serie, ver a relação de irmãos  que os dois desenvolvem no decorrer das temporadas.  

Personagens Fixos ( 1° a 3°Temporada)

Peter Lattimer-  Inteligente, atlético,  possui um sexto sentido para o perigo imediato e uma fraqueza por cookies . Ainda é fanático por HQ e sempre cita referencias de quadrinhos que ninguém mais entende.

Myka Bering-  Inteligente e ironia, Myka possui memória fotográfica. Leva seu trabalho tão a sério que quase sempre acaba por discutir com Pete.  

Artie Nilsen-  Ele é pesquisador e é quem delega as tarefas para Myka e Pete.  Quase sempre fica no ‘Deposito’.     
 Durante o decorrer das temporadas vamos descobrindo mais a historia do Artie  quase sempre a introdução dos personagens recorrentes está directamente ligado a ele. Como estou fazendo um texto livre de spoilers só vai descobrir mais sobre o personagem quem for ver ou procurar na Internet.

Ainda na 1ºT a personagem  Claudia Donovan (Allison Scagliotti, Drake & Josh) é introduzida na historia ,  uma jovem hacker que  tem um passado com Artie.
Não posso fala muito sobre ela também, única coisa que eu quero que saibam é: Ela é a personagem mais fofa e cativante da serie. Difícil não se apaixonar por ela

A partir do episódio 08  o VilãoSuperMegaEvil (sem spoiler lembra!?) é introduzido também tem um passado super tenso com Artie.( como eu disse todos tem direta ou indiretamente um passado com Artie) A partir dessa descoberta ocorre uma serie de eventos que dão as tramas  interessantes para serie.

Posso dizer que a serie é repleta de ação, surpresas e cenas hilárias.  a maioria delas protagonizadas pelo Pete, que como a Myka vive dizendo, parece um garoto de doze  anos.
As surpresas e reviravoltas são geniais, as vezes nada é o que parece ou só no final do episódio que você vai ver que tudo fazia sentido.

Eu amo muito series do género, que mistura drama, comédia e Sci-Fi e tem curta duração( duas temporadas com 13 episódios cada) outro exemplo nesse estilo é  Sanctuary ( xiitafeelings).
 Me agrada muito o fantasioso, o magico, o divertido sem apelação e com muitas referencias do nosso mundo. Gosto da  serie que brinca com imaginário sem ofender a minha inteligência, serie  que serve simplesmente para se divertir e curtir.

Personagens recorrentes: ( os que eu acho que tem relevância)

Irene Frederic- Diretora do Warehouse, aparentemente ela é mais velha do que aparenta, em algum dos episódios  citam o fato de que ela tenha sido responsável pelo programa, pelo menos desde 1961. Uma figura sombria que de repente aparece e desaparece.

Helena G. Wells– Foi uma agente no Warehouse 12, no fim do século 19. Na serie é citada como a  autora por trás das obras atribuídas ao H.G Wells que o mundo  conhece.
( Uma confissão aqui pessoal. Jaime Murray é minha nova obsessão, Ela linda engraçada e tem um sotaque muito perfeito.  E todo mundo com dois olhos que vê a serie sabe que existe uma tensão sexual entre ela e Myka) 

Joshua Donovan – Ele é  irmão mais velho Claudia. Ele é um amigo de longa data do Artie  e ex-pupilo do professor Reynolds (Vilão Super Mega Evil).


Bento Valda- Um regente  (que seria um conselho executivo dos Armazéns.) Valda apareceu pela primeira vez em “Breakdown”,  onde questiona Artie sobre sua capacidade. A partir dai aparece mais algumas vezes sempre de surpresa.

Para quem curte Smalville vai lembrar ( rostinho lindo) do Aaron Ashmore nessa 3ºtemporada ele vai dar vida ao agente Steve Jinks  que é introduzido na historia após os acontecimentos do S02 E12 .

Enfim espero que este texto esteja viável para vocês terem conhecido um pouco o universo de Warehouse  13. Porém tenho um aviso caso eu tenha te convencido a ver a serie

 Vamos combinar que antes de você vir aqui me xingar e dizer que tenho péssimo gosto para serie, você tem que ir ver a serie de coração aberto ok? Não vale encarnar o critico de televisão( como existe muitos e muitos por ai)  e querer brigar comigo depois.
A serie é genial? É! Mas somente se você não esperar uma ultra Mega Omega produção hollywoodiana…. A serie é simples é aquela serie que você vai ver em um sábado a tarde  sem compromisso pra se divertir e se distrair.

Então se tiverem tempo e gostarem do género eu recomendo, garanto que é uma boa diversão! 

                                                                                       By: @MGriz_

Opinião – True Blood: Sangue, sexo e alteridade

Leitora do @Seriadosemserie colabora conosco escrevendo sobre True Blood.

True Blood. Para além do fato de que sempre adorei histórias de vampiro (meu nick no saudoso mIrc era “mairavampira”) e de que os vampiros em questão são mesmo irresistiveis, fico me perguntando o que há de tão legal nessa série a ponto de não me entediar depois de assistir quase duas temporadas seguidas, de uma vez só.


Numa primeira olhada, True Blood parece não passar de mais um desses enlatados com um novo embrulho – pegando carona na modinha dos filmes de vampiro. Mas, alto lá! Eu não sou assim tão fácil. Há de ser algo mais além de vampiros bonitões e muitas cenas tórridas de sexo atroz e sanguinário.

Logo na abertura, uma dica pra gente se ligar: lê-se rapidamente num letreiro ao fundo de uma das cenas ‘God hates fangs’ (Fangs significa “presas”, referência aos caninos dos vampiros, mas com um pouco mais esforço dá pra entender o trocadilho com Fags = bicha, viado). A intolerância à alteridade é o tema central em True Blood.

Nessa série ninguém é o que parece, ninguém está com a consciência tranquila, todo mundo tem um trauma ou um passado negro e, aos poucos, assim como os próprios personagens, nós, espectadores, vamos aprendendo que não se pode confiar em ninguém. Preconceito é um tema recorrente. Não é pra menos. A quase totalidade dos personagens principais é parte de alguma “minoria” – se é que dá pra chamar assim. Negros, gays, vampiros, lobisomens, transmorfos e etc. Há tanta diversidade de gêneros e seres que o conceito de “maioria” se perde na diegese. Todo mundo é algum tipo de outro – diferente, caricato, interiorano, medíocre, suburbano. E a base dos conflitos se estabelece justamente na questão da dominação entre raças e gêneros.

Para além das questões relativas à alteridade – tão contemporânea e multiplamente discutível – há também uma pegada diferente nessa já tão batida estética vampiresca. Há um grau de humor negro bastante provocativo nas cenas de sanguinolência e carnificinas e uma pitada de cinema trash nas melecas em que os vampiros se tranformam quando morrem. O clima sombrio do universo dos vamps, lobisas e afins é sempre quebrado por um tom sarcástico e uma boa dose de erotismo. Os figurinos são provocantes e remetem à estética do fetiche, abusando de látex, correntes e maquiagem pesada. O “instinto animal” se manifesta a todo momento e todo mundo parece estar numa espécie de tesão eterno e coletivo. Sexo e romance não andam juntos aqui.

Algo na direção de arte também nos provoca ao questionamento: o paradoxo entre a assepsia e a elegância dos ambientes “vampirescos”, e uma certa decadência kitsch nos espaços no mundo “normal”. E, claro, no centro da narrativa, há o amor impossivel da “mocinha” com essa espécie de anti-herói que ninguém sabe ao certo ainda pra que veio. Estamos na terceira temporada ainda e muita coisa pode mudar. Mas eu gosto dessa tendência ao desvelamento de mais e mais camadas de entendimento.

Meus instintos estão aguçados.
Quero mais True Blood.

*A capinha delícia que a Rolling Stone deu pra série disse tudo:

Por: Maíra Ezequiel
Retirada do Blog: http://www.muitoma.blogspot.com/

Nós do Seriados em Série adoraríamos ter sua colaboração sempre Maíra.

Apresentação – Melissa & Joey

Primeira vez que escrevo de Melissa and Joey aqui no site, e acho que uma das primeiras análises sobre a série.

Como muitos descrevem, a série é uma série no estilo Mike & Molly, mas não podemos dizer que foi copiado pois as duas séries foram criadas na mesma época.



Eu particulamente não gosto de Mike and Molly, e pensava que não iria gostar de Melissa and Joey, mais daí gostei, as piadas são boas, os atores são bons a série é boa.Muitos criticam por ser da ABC Family mas essa é uma das minha exceções na minha watchlist, pois eu também não sou muito achegado ao canal, mas vejo que a ABC Family produziu uma ótima série.


Bom vamos parar de enrolação e começar a falar da série, primeiramente dos personagens, Melissa Burke é filha de um político, que após passar anos se divertindo, até que ela decide seguir carreira, e vira vereadora de Toronto, mas após se tornar vereadora, tem um escandâlo empresarial na sua família, que acaba ficando com a guarda de seus dois sobrinhos Ryder e Lennox.


O escândalo também foi responsável por  sua irmã ir parar na cadeia e seu cunhado fugitivo após passar a perna em muitas pessoas.Uma dessas pessoas é Joe Longo que após perder tudo só lhe resta uma esperança trabalhar de babá para Melissa, ou melhor como freelancer como ele mesmo alega.


           


Uma comédia hilária, que até mesmo em episódios ruins as piadas são boas.Eu recomendo Melissa and Joey e você apartir de hoje vai acompanhar reviews semanais da série, se não viu a série ainda, o que está esperando?

Opinião – White Collar

   

Toda regra tem uma exceção e White Collar pra mim é a prova viva dessa frase. Eu nunca fui o maior fã de séries policiais/investigativas, mas posso afirmar pra todos vocês que é simplesmente impossível não se apaixonar pela trama dessa produção que me cativou em apenas um episódio. 


Na série temos a parceria entre Neal Caffrey (Matt Bomer), um famoso criminoso de colarinho branco “Um crime cometido por uma pessoa respeitável, e de alta posição (status) social, no exercício de suas ocupações” e Peter Burke (TimDekay), um agente do FBI. Uma parceria nada normal, até porque Burke passou um bom tempo de sua carreira tentando prender o criminoso, que por sua vez conseguiu armar uma fuga de uma prisão de segurança máxima faltando apenas um curto tempo para completar sua sentença e assim poder encontrar Kate  (Alexandra Daddario), sua grande paixão.

Neal acaba sendo preso mais uma vez por Burke e daí pra frente se inicia essa grande parceira cheia de surpresas e reviravoltas que está firme e forte até hoje, na atual terceira temporada da série que vai ao ar toda semana nos EUA, pelo canal USA Network.

Eu aproveitei as férias de julho para fazer uma maratona da série, isso porque minha grande amiga do twitter @grazitb adora falar maravilhas de Neal Caffrey e companhia. Não me arrependi em nenhum momento, até porque assisti as duas temporadas primeiras temporadas mais os cinco episódios da terceira que já tinham ido ao ar, um total de 35 episódios em menos de uma semana, algo que até hoje não tinha feito, mesmo sendo um grande fã de seriados de tv.

White Collar é o tipo de série completamente viciante, durante seus episódios conseguem equilibrar perfeitamente as “armações” de Neal e seu parceiro Mozzie (Willie Garson), com o excelente trabalho no FPI na resolução dos casos da semana e ainda um pouco de comédia, que sem dúvida envolve ainda a excelente Elizabeth (Tiffani Thiessen – Beverly Hills 90210), esposa de Peter.

Sim, a série possui o típico caso da semana, mas ao contrário de tantas outras eles não são forçados, sempre conseguem prender o espectador de maneira excelente, dando muita atenção aos mínimos detalhes e surpreendendo com tantas reviravoltas e desfechos sensacionais. Isso tudo graças ao excelente elenco que a série possui, cada um brilhando em seu papel e deixando a série ainda melhor. Vale a pena comentar que Hilarie Burton, a eterna Peyton de One Tree Hill se juntou ao elenco da série na segunda temporada como Sara Ellis, de longe já se tornou uma das minhas personagens preferidas, fazendo um excelente par romântico com Neal.

Eu me rendi completamente a White Collar, hoje me considero um grande fã. Essa já faz parte do topo da minha (imensa) lista de seriados e com certeza recomendo para todos, até porque como citei no começo do texto, nunca fui fã desse estilo e deu pra perceber que isso não prejudicou em nada no meu interesse. Só pra constar, a terceira temporada da série continua mantendo um excelente nível de qualidade, então vale a dica.

Por: @Lucas_Santtos

Notícia – Protagonista de True Blood fala sobre sua bissexualidade

A atriz Anna Paquin: “Sou bi, e daí?”.

Na pele da protagonista da série True Blood, a atriz canadense Anna Paquin disse à revista V que não viu problemas em se assumir bissexual. Casada com o ator Stephen Moyer, ela explicou que só revelou sua sexualidade no ano passado porque nunca havia sido questionada antes.

“Francamente, ninguém havia me perguntado antes. Minha sexualidade é algo com que estou completamente confortável e aberta. Há muito preconceito entre nós, mas quanto mais as pessoas falarem sobre isso, menos chocante será. E assim, é melhor para todos”, disse.

A atriz afirmou também que a sexualidade de alguém não deveria gerar tantos comentários, muito menos preconceito. “Quem as pessoas escolhem para fazer sexo ou passar suas vidas não deveria importar”, defendeu. Tá certa!

Pois é galera. Anna é ou não é uma “DEABA” ?
Fiquei de queixo com essa revelação. Quem vê a Sookie aquela ninfetinha nunca iria imaginar que a Anna é assum tão moderna. Mas sim, está completamente certa e concordo com os comentários feitos por ela quando questionada sobre sua sexualidade.

Fonte: Portal Vírgula

By: @EudaldoJr