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Review: Unforgettable 1×01-09 – Pilot / Heroes / Check Out Times / Up in Flames / With Honor / Friended / Road Block / Lost Things/ Golden Bird

E se você conseguisse lembrar de tudo que aconteceu em sua vida?

E quando eu digo tudo eu me refiro a cada frase que já falou e ouviu, cada lugar como estivesse em frente a ele no exato momento em que recorda, cada objeto, cada fato, mesmo aqueles em que você nem presta atenção. Já imaginou?

Pois é. Unforgettable foca em Carrie Wells (Poppy Montgomery de Without a Trace), a mulher que não esquece nada.

A ruiva é uma agenda telefônica ambulante que quando criança perdeu a irmã mais velha, Rachel, assassinada. Ela viu o homem que matou sua irmã, mas não consegue lembrar de seu rosto.

É a partir daí que ela desenvolve a habilidade de memorizar tudo que se passa ao seu redor: nomes, números, lugares, pessoas, diálogos.
Carrie Wells trabalha como detetive de homicídios e usa sua capacidade de lembrar para solucionar crimes. Tem como parceiro seu ex-namorado Al. Burns (Dylan Walsh de Nip/Tuck), onde certamente rola certa tensão sexual.

Ironicamente sua mãe sofre de Alzheimer e vive em uma instituição de cuidados especiais aonde Carrie vai todos os dias visita-la, mesmo sua mãe não lembrando dela na maioria das vezes.

Cada episódio é um caso diferente, como qualquer série policial e paralelamente conta a corrida de Carrie em busca do homem que matou sua irmã. Aos poucos ela começa a lembrar traços do homem, assim como a roupa que o homem o usava.
Sua mãe ao ver o retrato falado feito por Carrie do homem que ela recorda ser o assassino, comenta que o homem da foto era Jonathan, que faz com que as esperanças da moça aumentem gradativamente. Já que um nome é um grande progresso em sua busca.

A nossa curiosidade é aguçada e ficamos apreensivos para saber quem foi o assassino e também para sabermos o que ela lembra das cenas do crime que fazem com que solucione os casos.
Se você gosta de série policial, vai adorar Unforgettable.
Poppy Montgomery está fazendo um trabalho excelente e está linda ruiva.

Review: Hell On Wheels 1×01-02 – Pilot/Immoral Mathematics




“- Você não acredita em uma força superior? – Sim senhor. Eu uso na minha cintura.


A série se passa no período pós-guerra civil americana, onde ainda presenciamos a escravidão e a luta dos índios por seu território. Sim, tipo um faroeste, mas não é.
Cullen Bohannan é um ex-soldado sulista que sai em busca de vingança pela morte de sua esposa. Lembrou-me muito O Conde de Monte Cristo, inclusive o ator me faz recordar. Apesar de um núcleo totalmente diferente.
Sendo uma história muito complexa e cheia de sangue, vemos um homem amargurado em busca de uma resposta. Bohannan chega à cidade de Hell On Wheels em busca de emprego na empresa que está construindo a primeira ferrovia transcontinental.
Ali Cullen ganha um aliado. Elam, um escravo teimoso, determinado e cheio de ódio pra dar e vender.
Acusado do assassinato do seu superior (que na verdade foi cometido pelo arrogante Elam), é condenado à morte, mas como sempre consegue dar a volta por cima e consegue o emprego do defunto. Nada que a chantagem não ajude.
Em outro núcleo temos Lily Bell, uma moça que perde seu marido numa batalha sangrenta contra os índios e precisa fugir para entregar um mapa aparentemente muito importante para o magnata Duran. O cabeça da construção da ferrovia que não mede esforços para conseguir poder.
Nestes dois primeiros episódios temos uma introdução aos personagens e ao que são capazes de fazer. Assim como a ganância, corrupção e poder de alguns personagens secundários, a dor de cada um e seus desprazeres e também enfatizando o seu ódio.
A minha maior critica da série é que Cullen Bohannan é um pouco “mole” perante suas vitimas da vingança. Ele precisaria tomar mais cuidado em suas atitudes pra não perder de vista seu objetivo principal.
Considerações Finais:
– Destaque para os irlandeses Sean e Mickey que chegaram juntos de Bohannan para a cidade em busca de prosperidade econômica e que farão com certeza parte do núcleo menos sério de Hell on Wheels.
-Destaque também a atriz Dominique McElligott, a Lily Bell, que está fazendo um papel excelente e que certamente em um futuro próximo se envolverá com Bohannan.


Fique ligado que a partir de hoje farei as reviews semanais de Hell on Wheels, Once Upon a Time e Unforgettable. Enjoy!

Review: American Horror Story 1×01-06 – Pilot/ Home Invasion/ Murder House/ Halloween: Part 1 an 2/ Piggy, Piggy

Que terror que nada, não passa de um drama, suspense e sexo.


Demorei  pra assistir American Horror Story com medinho de ver, achando que assusta mais que Supernatural, mas ambas nem chegam a dar calafrios. A série é dos mesmos criadores de Glee e Nip/Tuck, contando sobre uma casa mal assombrada, cheia de fantasmas e maldições ou seja, um tema clichê, então não é difícil enxergar da onde vem o título da série, já que os EUA só sabem fazer isso.
A história conta sobre a família Harmon, que acaba de se mudar para a tão bizarra casa, após a esposa Vivien (Tami Taylor – Friday Night Lights) descobrir que seu marido Ben (Dylan McDermott  – Dark Blue) acaba de ter um affair com uma de suas estudantes bitches. Então foi daí que gostei da série, porque é esse draminha familiar, além da filha rebelde e com total razão, Juliet.
O Pilot foi maravilhoso na minha opinião, roteiro bem construtivo e meio bizarro, atores ótimos e fotografia perfeita. O QUE FOI AQUELA CENA NO PORÃO? Foi bem sinistro quando Tate mandou apagou as luzes e assustou aquela garota, mas ele se transformou naquele fantasma? Difícil explicar aquela cena. O mais bizarro foi A COISA MAIS ESTRANHA: um mascarado de roupa preta de couro, chamado de Rubber Man (Homem Borracha), transando com Vivien, onde vai gerar um filho alien rs. Gostei também da governanta Moira, para as mulheres, ela é uma velha de um olho cego, e para os homens ela é uma jovem tarada prostituta, querendo sexo e fazendo seus patrões ficarem tentados e masturbando em cantos alheios da casa, provocando a traição e confusões no laço familiar. Muito bem feito a jogada de câmera quando a velha governanta se transforma na bitch. Ah, e essa Constance vizinha louca?
Em Home Invasion, melhorou um pouco essa questão dos fantasmas, mas com esse tema de invasão na casa, eu esperava que fosse mais macabro. Aquele cara de rosto queimado e quase pra morrer só ficou botando medinho no Ben, mas também sua aparição nesse e nos outros episódios foi desnecessária. Confesso que a menina de Síndrome de Down bota mais medo do que os próprios fantasmas, ela tem medo de si mesma (porque né, trancada num armário de espelhos e gritando..) e me dá vontade de matá-la de tantas vezes que ela entra na casa sem permissão. 
No episódio Murder House, foi outro perfeito episódio, gostei da história da governanta, de como a vizinha louca a matou e foi muito massa a primeira dona visitando a casa. Foi uma loucura Ben estar num lugar depois em outro. Gostei também da trama da traição aparecer novamente, junto com a bitch que voltou pra morrer. Ah é, eles querem vender a casa? Esqueceram que ela é macabra e pessoas normais não gostam disso.
Os episódios 4 e 5, foram episódios duplos de Halloween, que como sempre, não baixaram o nível da série de nenhuma forma, aliás de Halloween com fantasias e tudo mais foi só na Parte 1, digamos que a 2 foi só um completo do drama psicótico, e claro, a linda presença de Jenna (personagem de Awkward, SIM VAMOS CHAMÁ-LA AQUI TAMBÉM DE JENNA!). Achei muito mais diva e toda sinistra aqui do que no seriado adolescente da MTV. Gostei também que apareceu o casal gay que moraram na casa, foi bem interessante. E aquele loiro que encheu a mão pegando a mala do Ben? O massa foi os gays falando que NÃO IA SAIR DA CASA porque era deles, e o moreninho REDECORANDO os próprios enfeites, a me poupe. Deu dó da doidinha lá morrer, logo agora poxa.
No cinco também tivemos a Hayden, a bitch aluna de Ben que morreu e voltou do além pra matar o cachorrinho no microondas, que não morreu.
Gente, estou adorando o Tate (Evan Peters), achei que de assassino preferido só existia o Dexter, mas o Tate é um amor de personagem, todo sinistro e problemático, querendo ajuda mas mesmo assim faz coisas erradas, não me surpreendo do Ben querendo largar seu caso. A morte do Tate foi bem lindo e dramático em Piggy, Piggy, os policiais atirando nele, enfim foi confirmado que ele era filho de Constance e irmã da doidinha, fazer o que, família de loucos. Foi bonito também quando a Juliet queria se matar e o Tate foi lá salvá-la.
E Mais:
– Meia boca foi a historinha do Homem-Porco, tentou assustar mas foi um pouco clichê. Lembrou mesmo foi Blood Mary, na 1° Temporada de Supernatural.
– O mais bizarro ainda e que várias pessoas ainda não sabe, é que as pessoas morrem, mas as almas continuam perambulando pela casa.
Não vai demorar muito, mas depois faço a review do 1×07.
Vejam as minhas notas de todos os episódios:
1×01- 10
1×02- 8.8
1×03- 9
1×04- 9.4
1×05- 9.7
1×06- 9.6
Tá vendo o tanto que a série é perfeita? Tá esperando o que? Assistam American Horror Story!
@ipcs_

Review: Grimm 1×01 – Pilot (Pre-Air)

Isso não é um conto de fadas. As histórias são reais.”


Segunda nova produção da Fall Season que possui alguma conexão(aqui, bem mais conexão) com contos de fadas. A primeira série éOnce Upon a Time. A estréia será só sexta, dia 28, mas aNBC disponibilizou para os seguidores do twitter um link para ver oepisódio. Um dos problemas com o piloto, foi a forma com que aemissora resolveu divulgar: entregou qual conto seria explorado noepisódio, além de tirar a surpresa de várias cenas.


O detetive Nick (David Giuntoli) começa a ver coisas estranhas eacaba descobrindo que faz parte da linhagem dos Grimms, grandecaçadores de criaturas mitológicas, que tendem a manter equilíbrioentre os dois mundos que aparentemente é o mesmo. A tia dele, quefoi praticamente a mãe dele por um bom tempo, está morrendo decâncer e decide contar logo o que ele não sabe. Claro que ela nãoconsegue (ainda), mas fiquei chocado ao ver alguém que está a 2meses de morrer, conseguir lutar daquele jeito com um Reaper.Infelizmente, ela ficou em coma o episódio inteiro.


No geral, o piloto não foi ruim, não foi bom… Foi simplesmentesatisfatório. Porém, o episódio começou e continou em ritmoacelerado. Antes da ‘abertura’ aparecer, o protagonista principal jásabe que é um Grimm, vê duas criaturas, mata uma e já estáinvestigando um caso. É um procedural supernatural. O que faz muitosentido, principalmente por trazer os contos dos irmãos Grimm àvida.


Todo mundo sabe que os irmãos Grimm foram os grandes disseminadoresdo folclore europeu no livro “Contos de Grimm”. Há váriashistórias populares, como a Chapeuzinho Vermelho, Cinderella, essascoisas…. No total, são mais de 200 contos. Todos os contos nãosão necessariamente contos de fadas. Portanto, para quem tem dúvidasse a série vai conseguir se renovar episódio após episódio (equem sabe, temporada após temporada), pense novamente.


Em Once Upon a Time, o piloto nos apresenta uma históriaclara, sabemos que estamos andando para algo calculado. Em Grimm,porém, o piloto nos apresenta uma premissa, que ainda não estámuito clara. Uma premissa que claramente irá se desenvolver em umacorrida atrás de casos e seres mitológicos episódios apósepisódios sem uma meta em mente.


Isso não é uma coisa ruim, como acontece em Law & Order: SVUe tantos outros dramas procedurais e já no piloto dá pra ter umanoção (em alguns momentos) de que os roteiristas tentarãodesenvolver uma história. Até agora, nada foi estabelecido. Oprotagonista nem sabia que existia vários ‘lobos-maus’ no mundo.


Alguns dos personagens já foram apresentados corretamente (e outros,como a namorada do protagonista, só estava lá pela cota debeleza)… O protagonista não. Ele se perde no meio da própria vidae não entende praticamente nada do que está acontecendo. Se nãofosse pelo lobo-mau, Eddie (de longe, o melhor personagem atéagora), ele provavelmente não saberia encontrar aquele outro macabroe velho comedor de garotinhas que usam vermelho.


É uma série com potencial. Resta saber se os roteiristas vãoconseguir levar Grimm de satisfatório para ótimo. Porém, nada mechocou mais no episódio do que descobrir que Eddie, sendo um lobomau, frequenta a Igreja e Nick, um humano, faz o contrário.

Review – New Girl 1.01 – "Pilot"

Agora é oficial. Finalmente a Zooey Deschanel merecidamente ganhou papel principal em uma série.

A história de New Girl gira em torno de Jessica “Jess” Day (Zooey Deschanel), uma professora de 20 e poucos anos que está tentando superar o fim de seu relacionamento com um modelo, e eventualmente muda para o apartamento (que ela achou nos classificados) de três rapazes solteiros.
Além da Zooey, no elenco principal temos o Nick Miller(Jake Johnson, Sexo Sem Compromisso), um bartender que levou um pé na bunda da namorada, e mesmo depois de vários meses, quando está bêbado, ainda liga para a ex falando que a ama. Schmidt (Max Greenfield, Raising the Bar, Ugly Betty, Greek), o “douchebag” da turma, que se acha o “gostosão”. Cece Meyers(Hannah Simone, Beautiful People) a modelo, e melhor amiga da Jess. E por último, mas não menos importante temos o Coach (Damon Wayans, Jr, Happy Endings) um ex-atleta e atual treinador que não sabe conversar com as mulheres. Devido à renovação da série Happy Endings, onde o Damon é recorrente, ele terá que deixar a série (o que na minha opinião é uma pena, pois o personagem dele parecia ser bem interessante). Quem substituirá o Damon será o ator Lamorne Morris, que já aparece nos novos pôsteres da série.

Bom, após uma não-tão-breve descrição dos personagens, vamos a história. Tudo começa com a Jess querendo surpreender o namorado satisfazendo uma fantasia que ele tem por strippers. Por ironia, quem é realmente surpreendida é Jess que depois de estar nua e desajeitadamente cantando (Yep, a Jess ama cantar, tipo all the time, fez até sua própria theme song e tudo), ela dá de cara com o namorado e uma outra mulher também quase nus.

Duas semanas após a separação a Jessica vai até o ap dos rapazes(que pelo anúncio ela achou que fosse de garotas) para uma entrevista, onde eles decidirão se ela se qualifica para morar lá com eles. A pesar do Nick estar relutante em aceitá-la, o Schimidt acaba o convencendo.

Logo após a Jess se mudar já começam os problemas de convivência. Tudo que ela faz é chorar e assistir Dirty Dancing, e é aí que o Schimidt propõe a ajudar a Jess a arrumar um encontro para ajudá-la a superar o fim do relacionamento.

A Jess estava surpreendentemente “normal” depois de arrumada para sair, e a pesar da sua não-tão-boa performance flertando, ela acaba arrumando um encontro.

Estava tudo correndo bem, até que a Jess leva um bolo do cara com ela ia se encontrar só porque ela enviou mensagens longas para ele, e o Nick depois de receber um convite para tomar um drink com a ex passa a oportunidade para ir “salvar” a Jess da humilhação de ficar esperando pelo encontro e ele não aparecer (Confesso que foi heartbreaking essa cena). A partir desse momento começou a ficar meio que claro que a série seguiria o caminho clichê das séries e filmes do gênero, onde o cara e a garota levam um pé na bunda, e ao passar do tempo a amizade evolui para o namoro, o namoro não dá certo, eles se separam, a garota fica de um lado pensando no cara, e o cara do outro pensando na garota e por aí vai…

Um toque legal da série foi eles inventarem o “Douchebag Jar”, onde cada vez que o Schimidt fizer algo idiota ele tem que colocar um dólar no jarro. Eu acho importante a série ter uma coisa só dela, tipo o Penny Can game de Cougar Town.

Eu prestei atenção para ver se teve alguma mudança do episódio pre-air e o episódio oficial, mas tudo que eu achava que mudou, quando eu ia olhar não havia mudado. Eu ia colocar o episódio no notebook da minha irmã para rodar ao mesmo tempo em nós assistíamos a série no meu, mas quando tivemos a ideia já estava na metade do episódio. Então a única discrepância que teve ou que eu pude reparar é a nova abertura, que por sinal ficou bem melhor.

A série parece ser promissora, principalmente se focar nas coisas que a Jessica pode aprender com os rapazes e vice versa. Vai ser uma boa experiência para ambos os lados, que com certeza vai render boas risadas e deixar os telespectadores com um gostinho de quero mais assim como aconteceu nesse primeiro episódio.

A Zooey foi perfeita. Ela é muito fofa. Para quem não gostou muito do piloto, vale a pena dar um crédito a ela e assistir a pelo menos mais uns três episódios. Com o tempo a série vai consertando os erros, e tenho certeza que quem não gostou, vai acabar gostando.

Então, é isso, para aqueles que conseguiram chegar ao fim da minha interminável review, até o próximo episódio.

Review – Up All Night 1×01 – Pilot

Será que a vida pode ser a mesma após a chegada de um bebê?

Up All Night deve ser a série de comédia mais esperada da fall season. Primeiro pois tem um elenco super notável, incluindo Christina Applegate, Will Arnett e Maya Rudolph. Segundo pois é dos mesmos criadores de 30 Rock, Parks and Recreation e Saturday Night Live. Todas da NBC, claro.

A premissa é bem simples: um casal tem que aprender a equilibrar suas vidas agora que possuem uma criança. Claro que não é tão simples, pois se fosse, todo mundo sairia tendo bebês toda hora. Aqui, o casal era considerado por eles mesmos como ‘idiotas baladeiros’. Com a chegada da neném obviamente algo precisa mudar. O pai, Chris, deixou seu trabalho numa firma de advocacia para ser o dono de casa e, portanto, criar o bebê enquanto a mãe, Regan, continua em seu trabalho de produtora em um programa de TV estrelado por Maya Rudolph, hilária como sempre.

Papais que ficam em casa geralmente são estereotipados como indecentes e coçadores de saco. Chris é muito longe disso e tirando o videogame, ele daria um ótimo babá em algum momento futuro. As cenas entre ele e a bebê, Amy (de longe, a bebê mais linda de toda a TV) foram extremanente divertidas. Os dois sabem da necessidade de mudança, mas também entendem que precisam continuar os mesmos. Dessa forma, mesmo sendo uma péssima idéia, resolvem sair para festar seu aniversário de 7 anos de casados quase meia-noite, sendo que iriam ter que acordar MUITO cedo para cuidar de Amy.

No começo do episódio, fiquei dividido se Regan realmente conseguiria ter tudo. Não aconteceu, como falado por Ava no final do episódio, mas isso não significa que ela vai parar de tentar. As atuações foram ótimas. Os três atores são ótimos e eu não esperaria nada menos. Entretanto, a série pode demorar um pouco para conseguir achar seu ritmo, algo que é normal em séries de comédia. Maya está completamente insana como a apresentadora de TV e amiga de Regan, Ava, e o ambiente de trabalho das duas é confortante e hilariante.

P.S: Esse negócio de tentar parar os xingamentos para que Amy não faça o mesmo é uma furada. Sou prova viva que isso não acontece. Porra.

Primeiras Impressões – Ringer 1×01 – Pilot


 
Só valeu pela volta de Sarah Michelle Gellar pras telinhas mesmo.

Ringer era, de longe, uma das produções mais esperadas desta fall season. Entretanto, era somente tão esperada pelos fãs da falecida Buffy A Caça Vampiros, que viram a volta da musa Sarah Michelle Gellar depois de 7 anos afastada das telinhas. A história em si não era tão atrativa – pelo menos para nós, brasileiros, que já lidamos com diversas produções mexicanas com o mesmo núcleo – e só pelo fato da CBS ter recusado a série por não ter “lugar para uma série como essa na programação” já dizia bastante. Minha primeira impressão com o piloto é que a série realmente parecia mais a cara da CBS e não da CW, ou seja, a CBS só queria mesmo era se esquivar de uma bala perdida.

Infelizmente, o que devia ser uma revelação na TV americana acabou se tornando bastante simples –  mais simples do que eu achava que podia – e fez com que já nesse piloto, perdêssemos toda a credibilidade na série. Pra quem ainda não sabia, Ringer mostra a história de Bridget (Sarah Michelle Gellar), que depois de ter testemunhado o seu chefe do clube de stripper matar alguém, faz um acordo com a polícia e ao invés de ir pra cadeia, vai testemunhar para colocar o chefe na cadeia. Apavorada, ela acaba fugindo a encontro de sua irmã gêmea, Siobhan. Pra piorar a situação, Bridget é uma viciada em tratamento e decide se passar por sua irmã, já que a última decidiu desaparecer – ou pelo menos é isso que B acha.

O elenco é ótimo, com muitos nomes de pesos (IIoan Gruffudd, o Senhor Fantástico; Nestor Carbonell, de Lost e Kristoffer Polaha, de Life UneXpected). Infelizmente, eles não foram bem usados nesse episódio. Quase 98% das cenas envolve B tentando ser Siobhan e foi um pecado ver tantos outros talentos serem desperdiçados só para deixar Sarah Michelle Gellar brilhar sozinha – algo que, infelizmente, não aconteceu. Não consegui notar quase nenhuma diferença entre as gêmeas e muito menos foi legal as cenas delas juntas. Ninguém vai esquecer da cena do barco por muitos, muitos anos. Talvez com a passar dos episódios, Sarah vai acabar achando um equilíbrio e talvez melhores escolhas de roupas.

Algo que devia ser uma premissa complicada, aqui, não foi tão complicada assim. Bridget aparenta estar muito confortável com a nova vida e ninguém percebe nenhuma mudança, como sempre. Ela nunca viu essas pessoas e já consegue até associar o ‘amante’ a melhor amiga em questão de segundos. É um papel bem diferente do que estamos acostumados, mas pelo que o própria Sarah Michelle já disse, “Eu sinto que já ganhei com Buffy”.

O episódio, porém, teve sim, seus momentos impactantes, principalmente o começo. Aquela primeira fotografia, daquelas esculturas, me lembrou vagamente a Season Premiere da quarta temporada de Buffy no cemitério e quando estava vendo ao vivo o episódio, pensei que eles iriam passar uma maratona Buffy antes de Ringer. Engano meu.

Com o piloto, infelizmente, dá pra deduzir que Ringer é, de fato, uma bomba. Entretanto, a série possui bastantes plot twists e será divertido ver como eles irão se desenvolver. Há também a possibilidade de que as atuações começem a parecer de verdade e que a Usurpadora U.S mostre que é PAOLA E PAULINA BRACHO NA MAIOR CARA DURA!!

Review – The Secret Circle 1×01 – Pilot (Pre-Air)

Venha fazer parte do Círculo Secreto.

A CW resolveu dar uma de FOX, disponibilizando o piloto de Secret Circle 3 dias antes da estréia na TV (algo que não foi muito inteligente, considerando os ratings que a emissora já ganha por exibir os episódios ao vivo). A série é a nova aposta do canal para capitalizar o sobrenatural, com titio Kevin Williamson (de Vampire Diaries, Dawson’s Creek e dos filmes Pânico) e Andrew Miller (Smallville) por trás de toda a orgia.

Não dá para não comparar SC com VD. A premissa é praticamente a mesma: uma estudante do colegial que acabou de se tornar órfã acaba no meio de ocorrências extraordinárias. Sem contar que temos a bruxinha Bonnie-torta de Vampire Diaries trazendo toda a indecência das wiccas pra trama. Além do mais, a Orgia Secreta também é baseado em livros escritos pela mesma autora de Vampire Diaries, L.J. Smith. Diferentemente de Vampire Diaries, eu gostei bastante da primeira cena e isso foi só um prelúdio para mostrar como a série se desenvolverá. E diferentemente de Secret Circle, Nina Dobrev faz uma protagonista muito mais carismática do que a menina LuminoXa.

O plot da série é o seguinte: Cassie (Britt Robertson, Life UneXpected) tem que se mudar para uma pequena cidade e descobre que sua mãe (que morreu num super acidente no começo do episódio) e todos de sua família são bruxos. Pra melhorar tudo, ela descobre que ela faz parte desse círculo secreto e que todos precisavam dela para conseguirem ganhar o poder máximo. Isso me lembra muito a trama de Jovens Bruxas (The Craft), mas enfim.

Todo mundo sabe que série de high school é sempre do mesmo jeito: tem a pessoa fora d’água, um triângulo amoroso, a mais imprevisível safada de todos, a mais certinha, a que não tem personalidade e tudo o mais. Todos os diálogos mais clichês do mundo estão presentes, juntamente com as ações, principalmente envolvendo Cassie com o moçinho principal, Adam (Thomas Dekker de Terminator: Sarah Connor Chronicles).

O melhor da história é que, com a chegada de Cassie (e descobrimos depois que foi proposital), o círculo percebe que finalmente conseguem usar seus poderes de uma maneira que nunca conseguiram antes. Os pais dos 6 faziam parte desse círculo, 16 anos atrás, até algo dar errado e alguns participantes morrerem. Levando em consideração quem é o vilão, acho que já dá pra ter uma boa ideia do que aconteceu.

Todo mundo naquela cidade sabia sobre o passado de Cassie do que ela mesma. A cena que ilustra esse post foi bonitinha e tivemos muitas cenas bem feitas e tensas no episódio. Tomara que a série continue assim, com muito suspense. Não gosto quando envolvem muito romance no negócio, então vamos torcer para que isso não aconteça. Faye, que é, de longe, a bruxa do mal do clã, vai ser um problema nos próximos episódios já que ela não consegue manter sua vontade de fazer coisas grandiosas com sua magia quieta e descobrir que o vilão é, de fato, o pai da possível futura-melhor amiga de Cassie foi só uma das várias surpresas que esse episódio trouxe.

A mitologia da série ainda está muito bem estabelecida e o que passa no piloto é que quase todo mundo da cidade aparenta ser bruxos. Com o desenvolver da temporada, descobriremos mais sobre o que aconteceu 16 anos atrás, o que o pai-malvado e a mãe da imprudente quer que Cassie faça e muitas outras coisas que ainda estão por vir. Vejo um grande futuro para a série. Porém, quem se atreveu a pensar o contrário? 

Primeiras Impressões – New Girl 1×01 – Pilot (Pre Air)

Zooey Deschanel faz a sua estréia na TV. Porém, será que foi uma boa decisão?

A nova série da FOX, que teve seu piloto disponibilizado grátis no Itunes, foi a primeira a ser anunciada das novas séries para nova temporada em maio. Obviamente, eles possuem grandes expectativas e devo dizer que, no geral, a série é até aceitável.

Conta a história de Jess (Zooey), uma mulher lá nos 20 e alguma coisa que acabou de sair de um relacionamento e começa a morar com 3 caras solteiros: o bartender Nick (Jake M. Johnson, Sexo Sem Compromisso), um personal trainer chocolate Coach (Damon Wayans Jr., Happy Endings), e um cara que se comporta e parece um modelo, Schmidt (Max Greenfield, Raising the Bar, Veronica Mars). Há também a participação da melhor amiga de Jess, cujo nome não é necessário saber.

A personagem de Zooey é totalmente diferente de qualquer outra que ela tenha feito em filmes. Aqui, ela é uma garota insegura, chorona, estranha socialmente e completamente louca. Louca daquele jeito meio geek, não louca por falar coisas estranhas e viver a vida vendo Dirty Dancing -ops, ela faz isso- mas mesmo assim, é um choque para quem achava que ela sabia interpretar um só tipo de personagem. O lado cômico dela já foi explorado em outros projetos, mas aqui, se a pessoa não fosse de fato engraçada, faria a série se tornar um lixo. Ela é engraçada e não acaba tanto com a série assim. Sem contar que ela praticamente cantou um CD inteiro nesse episódio. Além de maluca, a personagem ama, AMA, cantar, em qualquer situação.

Como qualquer produção americana, é cheia de referências a cultura pop e é bastante besteirol. Entretanto, a série possui um ritmo muito rápido e talvez as piadas funcionariam melhor caso eles diminuissem um pouco o ritmo, aumentando o tempo para os atores acharem o timing perfeito. Há bastante cena flashback, mas elas funcionariam melhor também se o ritmo fosse menos acelerado.

Os atores machos funcionam bem como um grupo e todos são engraçados. Zooey faz um bom trabalho quando é colocada em situações nas quais uma garota não estaria. A cena inicial do episódio, no apartamento do ex-namorado dela é genial. Ás vezes, porém, ela parecia um pouco forçada, principalmente quando precisava interagir com outra mulher.

É a típica comédia perfeita para a emissora. Ver os homens tentando se adaptar (muitas das vezes não conseguindo tal feito) às lorotas de uma garota foi extremamente engraçado e é isso que a série deve mostrar. O melhor é assistir como eles vão se adaptar à ela e não o contrário.

Twitter:: @marcoacpontes

Primeiras Impressões – Death Valley



“Alguém sabe que dia é hoje? Só não me digam que é o Season Finale de Glee. Eu odeio aquele programa!”

Oi, eu sou o Matheus de Souza (aka Matheusdes ) e a partir desta semana eu começo a fazer reviews de algumas séries aqui no Seriados em Série.

“Death Valley” é a nova aposta da MTV, que agora aposta no sobrenatural: Zumbis, Vampiros e Lobisomens. Sem mais delongas, vamos ao que interessa!

A série narra histórias de policiais que vivem na cidade Death Valley e “caçam” vampiros, lobisomens e zumbis que se instalaram pela área. Os policiais são acompanhados por um cameraman e um sonoplasta de uma emissora de televisão.
Com um plot no mínimo original e tosco, a série teve seu piloto exibido esta semana e não parece ter a possibilidade tão grande de ser cancelada quanto se fosse uma “série séria”. Assistir ao piloto esperando que seja “A Obra Prima da Semana” é perda de tempo e paciência. Assista feliz, despretensioso e continue feliz ao terminar. Vamos ao episódio!


Engraçado. Essa é a palavra certa para descrever esse piloto. 1001 advérbios de modo poderiam ser usados pra complementar essa afirmação, como “Bizarramente engraçado”, “toscamente engraçado”, “ridiculamente engraçado” ou até mesmo “pateticamente engraçado”. O que pretendo dizer aqui é que “Death Valley” é uma comédia tosca e dinâmica, que chega a ser interessante a partir de certo momento.

Com personagens comumente engraçados e um piloto ágil, a nova comédia da MTV tem o formato certo de uma comédia tida como engraçada por o quão nonsense consegue ser, sem se tornar sombria, ou mais trash que o necessário. A pergunta que se instala no ar é: Quanto tempo até o cancelamento? E a resposta é mais que óbvia: Só o tempo pode dizer, caros Padawans!